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 Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]

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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Sab Fev 28, 2009 5:37 pm


Capitulo 10



Tom aproximou-se do irmão lentamente, abraçando-o pela cintura de seguida. Depositou um leve beijo no seu pescoço e outro no seu ombro.



Tom – Desculpa. – sussurrou-lhe ao ouvido. Encostou a testa ao ombro dele, uma lágrima escorreu e um soluço foi ouvido.



Bill – Porque não vais ter com ela? – indagou não completamente consciente do que acabara de dizer.



Tom levantou de imediato o rosto e largou-o num movimento um pouco brusco. O irmão não podia ter acabado de lhe fazer uma pergunta daquelas! Não tinha qualquer cabimento.

O moreno desviou o olhar da janela e olhou-o. O seu semblante estava totalmente triste.

Tom recuou em pequenos passos para trás até bater suavemente na parede com as costas. Deixou-se escorregar por ela abaixo ficando sentado no chão. Levou os joelhos ao peito e apoiou os braços e a cabeça neles. Dando de seguida espaço às suas lágrimas, de puro arrependimento, para escorrerem.



Tom – Porquê? – murmurou. – Porque é que quando finalmente tudo está bem… - soluçou. – Tudo tem de voltar a ficar mal? Porquê? – repetiu.



Bill – Tom. – chamou-o docemente.



Tom levantou o rosto e fitou-o com os olhos marejados de lágrimas.

Bill mantinha-se em pé com a mão estendida na direcção do irmão. Convidando-o a agarra-la e a levantar-se.

O seu gémeo assim o fez. Agarrou firmemente a sua mão e levantou-se. Logo no minuto a seguir sentiu-se ser puxado, e uns lábios de encaixe perfeito com os seus beijarem-no intensamente.

Ambos se envolveram naquele beijo com paixão e desejo.

As lágrimas ainda não tinham parado de escorrer pelo rosto do loiro, o que causava em Bill uma certa dor interior. Sabia perfeitamente que o causador daquele choro tinha sido ele, e tinha de resolver aquele assunto rapidamente.

Quebrou o beijo e olhou-o.

Limpou-lhe as lágrimas e sorriu.



Bill – Desculpa. – beijou-o novamente.



Tom – Eu só te quero a ti Bill. – murmurou entre beijos. – Por favor acredita em mim. Eu amo-te.



Bill – Eu sei. Desculpa. – voltou a pedir.



Perdidos nos beijos ambos caminharam até à cama, caindo sobre ela em seguida.

Colocaram-se em baixo dos lençóis quentes e confortáveis e deixaram-se ficar assim. Trocaram beijos apaixonados, juras de amor eterno e carícias reconfortantes.

Passado algum tempo acabaram por adormecer. Aquele teria sido um dia duro para ambos.




Quatro da manhã. Simone acabara de chegar a casa, bastante cansada por sinal.

Na mesa da sala avistou um pequeno bilhete, escrito e assinado por Bill.

Mas ela logo deduziu que ele tinha sido escrito na manhã anterior ou de tarde.

Por via de dúvidas dirigiu-se até ao quarto que os gémeos partilhavam, de maneira a confirmar se eles já se encontravam em casa.

Lentamente rodou a maçaneta da porta e abriu-a com cautela, de maneira a não causar qualquer ruído.

Sobre a cama jaziam dois corpos cobertos por lençóis aconchegantes.

Tom encontrava-se virado de costas para Bill. Enquanto este se encontrava semi-abraçado ao irmão. Ambos vestidos.

O seu dia fora tão cansativo como o de sua mãe, que nem paciência para se despirem tiveram.

Simone sorriu enquanto admirava aquela cena tão magnificamente amorosa.

Dirigiu-se até à cama, deu um beijo na testa a cada um, sussurrando uma “Boa noite” e saindo de seguida.

O seu quarto fora o seu destino seguinte. E então ela decidiu seguir o mesmo caminho que os filhos. Deitou-se sobre a cama ainda vestida, adormecendo logo asseguir.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Fev 28, 2009 5:53 pm

TãO FOFO *___*

Amo esta fic, e mais uma vez está linnnnnnnda =DDDD

Continua rápido.
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Fev 28, 2009 6:31 pm

PERFEITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
LINDO D+ GHOST!
acério, tens que postar mais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Kiss
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Fev 28, 2009 6:47 pm

Oh liebe! *.* Que capitulo perfeitooo!! =D
Amei!
Eles fizeram as pazes!
Ainda bem! Nao podiam ficar chateados! =)
Quero mais sim? *-*

Kuss<'3
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Dom Mar 01, 2009 6:39 pm


Capitulo 11



No dia seguinte…

Bill acorda com o som irritante do telemóvel de Tom a tocar.

Pegou nele e olhou para o ecrã. “Número desconhecido” podia-se ler nele.



Bill – Tommy. – sussurrou tentando acorda-lo. – Tommy, amor, acorda. – abanou-lhe o braço.



Tom – Hum… – sentou-se na cama esfregando os olhos. – O que se passa? – olhou-o.



Bill – O teu telemóvel está a tocar. – informou. – É um número desconhecido.



Tom – Achas que deva atender?



Bill – Talvez, não sei. Tu é que sabes.



Tom – Dá cá então. – pediu gentilmente.



Bill deu-lhe o telemóvel para as mãos e ele atendeu, pondo de seguida o mesmo perto do ouvido.



Tom – Tou?



- Tommy! – uma vozinha irritante fez-se pronunciar.



Tom – Tu outra vez? – perguntou rispidamente.



- Quero perceber que raio foi aquilo de ontem. Quem era aquele rapaz? Tens alguma coisa com ele? Porque é que ele e tu reagiram daquela maneira? – ela soltava perguntas e mais perguntas, umas atrás das outras.



Tom - Primeiro que tudo aquele rapaz é meu irmão gémeo, e depois não tens nada a ver com a minha vida. Vê se percebes que eu não quero nada contigo. Deixa-me em paz.



- Teu irmão gémeo? Desculpa, mas só podes estar a gozar com a minha cara. – disse cinicamente. – Vocês nem parecidos são.



Tom – Isso é porque tu deves de estar a precisar de ir ao oftalmologista. Agora se me dás licença. – ia para desligar, mas… – Só mais uma coisa. NUNCA mais me procures nem me telefones. – dito isto desligou.



Encostou-se à cabeceira da cama e suspirou. Quando voltou a olhar para o lado não encontrou o irmão.

Olhou em volta e não o viu em lado nenhum. Foi então que o som do chuveiro, da água a correr captou a sua atenção.



Tom – Bill? – chamou-o. Aproximou-se da porta da casa-de-banho e bateu.



Bill – Entra.



Tom entrou e fechou a porta atrás de si. À sua frente podia ver um mar de roupas espalhadas pelo chão e Bill em baixo do chuveiro.

Ambos sorriram um para o outro.



Bill – Anda Tommy, vem ao papá vem. – disse num tom brincalhão enquanto chamava o seu gémeo com o dedo.



O loiro riu-se e depois de despir toda a sua roupa entrou no banho.

Assim que ele fez isso foi puxado até tocar e abraçar um corpo igual ao seu, e uns lábios já tão conhecidos por si unirem-se aos seus.

Envolveram-se ambos num beijo caloroso e apaixonado, fazendo com que tudo à sua volta desaparecesse, dando a ilusão de que só eles existiam.

Tom quebrou o beijo e uniu a sua testa à de Bill. Ambos fecharam os olhos. E por minutos ficaram assim. Em silêncio, apenas com as respirações a acariciarem-se mutuamente e a água do chuveiro a cair sobre os seus corpos, onde o peito de ambos ofegava devido à intensidade do beijo ter sido tal, que quase se esqueciam de respirar.



Bill – Eu amo-te tanto Tom. – Bill foi o primeiro a quebrar o silêncio.



Tom – Eu também. – sorriu. – Prometo que nada nos voltará a separar.



Bill apenas sorriu e os seus lábios voltaram a chocar com os do irmão.

Depois do banho ambos se vestiram e sairam do quarto em direcção à cozinha. Tomaram o pequeno-almoço e foram ver televisão para a sala.

Tom sentou-se no sofá e Bill praticamente deitou-se encostando-se de lado ao tronco do irmão. O loiro apenas sorriu satisfeito.



Simone - Se eu não vos conhecesse e se vocês não fossem irmãos, eu diria que vocês eram namorados. – Simone disse num tom brincalhão ao entrar na cozinha, que era dividida com a sala por um balcão de mármore.



Ambos os gémeos olharam para trás rapidamente.



Bill – Mãe! – protestou.



Tom – Mãe? Tu estás-te a sentir bem hoje?



Simone – Não podia estar melhor. – sorriu. – Depois da cena que eu vi ontem.



Os gémeos entreolharam-se e voltaram a fitar a sua mãe.



Bill – O que é que viste? – perguntou levantando o sobrolho.



Simone – Ontem à noite quando cheguei do trabalho fui ao vosso quarto e vocês estavam a dormir semi-abraçados.



Tom – E então? Isso é normal, não? Desde pequenos que quando dormimos juntos, dormimos assim.



Simone – Eu sei, estou a brincar com vocês. – riu-se enquanto preparava o seu pequeno-almoço. – Contudo fico simplesmente contente por ter dois filhos que se dão tão bem como vocês. É o sonho de qualquer mãe.



Bill – Acredito que sim.



Simone - Bem, assim que acabar o pequeno-almoço vou trabalhar. - informou, começando a comer de seguida. - Vocês hoje ficam por cá?



Tom – Ya. Hoje não temos nada para fazer. – voltou a olhar a televisão juntamente com o irmão.



Simone – Então hoje eu quero esta casa a brilhar quando voltar.



Tom/Bill – What!? – voltaram a olhar para trás imediatamente.



Simone – Foi o que ouviram. – levantou-se para lavar e arrumar a loiça. – Têm o dia todo. Visto eu só voltar à noite.



Bill – Mas oh mãe. Tu sabes que nós não gostamos de servir de empregados de limpeza.



Simone – Se eu fosse a ti não tinha assim tanta certeza. – riu. – Bom trabalho rapazes. – dito isto saiu.



Tom/Bill – --'

Continua…

tenho de deixar de postar tanto... ainda só tenho o capitulo 12 desta fic --'
Desculpem =\
Beijos..
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Mar 01, 2009 7:20 pm

Ouuuntiiiiiiiii
eles vão arrumar a casa *.*
que fofo *.*
vou esperar!!!!
Continuaaaaa


P.S.: não queria que terminasse apenas no capítulo 12 i.i
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Seg Mar 02, 2009 5:52 pm


Capitulo 12



Bill – Tom. Diz-me que a mãe estava a brincar. – disse olhando o irmão.



Tom – Olha que ela não estava nada com cara disso. – bufou aborrecido encostando-se às costas do sofá e cruzando os braços amuado.



Bill – Que seca. – protestou. – Nós tínhamos coisas bem mais interessantes para fazer. – provocou fazendo um sorriso bastante maroto.



Tom – Como por exemplo? – perguntou fingindo não ter percebido. E o mesmo sorriso delineou-se nos seus lábios.



Bill levantou-se do sofá e sentou-se sobre as pernas do seu gémeo de lado, inclinando a cabeça para o lado provocadoramente.



Bill – Não te finjas de parvo. – sorriu. – Tu sabes. – dito isto atacou os lábios do seu semelhante suavemente.



O loiro agarrou-o pela cintura puxando-o ainda mais para si e beijou-o mais urgentemente.

Tom já se estava a começar a entusiasmar. Até já estava a tentar arrancar aquela camisola do corpo do seu gémeo. Mas os seus planos foram por água abaixo assim que o mesmo o impediu de prosseguir com o que ia fazer.



Bill – Mais tarde. – fez um ar aborrecido. – Eu não queria, mas temos de fazer o que a mãe disse. Senão ela mata-nos.



Tom – Pois, mas podíamos fazer isso depois. – começou a mexer no seu piercing do lábio com a língua sedutoramente.



Bill – Nunca ouvis-te dizer que o melhor deixa-se para o fim? – riu. – Assim depois até temos mais tempo.



Tom – Tens razão. – levantou-se assim que o irmão saiu de cima de si. – Tu limpas o pó.



Bill – O pó? Mas porque tenho de ser eu a limpar o pó? – perguntou levantando o sobrolho.



Tom – Por alguma razão te chamam espanador. – gozou divertido.



Bill – Estúpido. – repreendeu. – Então sendo assim tu lavas o chão. – ripostou. – Por alguma razão te chamam esfregona. – cruzou os braços.



Tom – Muito bem. Vamos ver quem acaba primeiro. – desafiou. – Tu ficas com a cozinha e a sala que eu fico com os quartos.



Bill – E quem fica com as casas-de-banho? – perguntou divertido. – Ah, esquece, és tu. – riu.



Tom – Porque tenho de ser eu? – protestou.



Bill – Porque as casas-de-banho estão ligadas aos quartos. – respondeu como se fosse uma coisa obvia.



Tom apenas bufou aborrecido e dirigiu-se ao quarto de Simone.



Tom – Vais pagar por esta. – ameaçou antes de entrar.



Bill apenas riu-se e dirigiu-se à cozinha.



Bill – Bem, vamos lá pôr mãos à obra.




Bill – Pronto. – disse mal acabou de lavar o chão da sala. – Já está. – passou a mão pela testa. – Será que o Tom já acabou as suas tarefas? – perguntou-se a si próprio.



E porque será que a resposta a essa pergunta não demorou a chegar?



Tom – Bill. – chamou a partir do quarto dos dois. – Ajuda-me aqui.



Bill arrumou os produtos de limpeza e dirigiu-se ao quarto que partilhava com o irmão. Ao entrar fechou a porta atrás de si. Os seus olhos começaram a passear pelo chão do quarto até pararem em cima da cama. Onde encontrou Tom deitado olhando-o com um sorriso bastante maroto nos lábios.



Tom – Já acabas-te?



Bill – Já. – informou enquanto trancava a porta à chave. – E tu? – perguntou enquanto se dirigia à cama.



Tom – Também. – puxou-o pela blusa, fazendo-o ficar deitado sobre si.



Bill – Então e precisas da minha ajuda para quê? – sorriu pervertido enquanto lhe beijava o pescoço.



Tom – Para combater contra o meu desespero. – disse mal rodou na cama, ficando agora por cima do moreno. – O que achas? Ajudas-me?



Bill – Com todo o prazer. – riu-se.



Tom sorriu e ambos se envolveram num beijo apaixonado de cortar a respiração. E, mais uma vez, uniram os seus corpos com amor, gritando aos sete ventos o prazer por eles sentido e provando que o sentimento que ambos nutrem um pelo outro será eterno.



Continua…
desculpem se eu agora demorar tempo a postar... é que eu ainda não tenho o capitulo 13 pronto --'
beijos...
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Ly Kauli
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Seg Mar 02, 2009 7:45 pm

To no meu dentista i.i
não da para fazer o Login XD
*.* LINDAAAAAAAAAAAA
mas já acabou?? Oo
O desespero do Tom CX

Kiss
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Seg Mar 02, 2009 7:49 pm

OUNTIII
desculpa minha burrice de período ;*
CONTINUAA
Kissuuuuus
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Seg Mar 02, 2009 11:21 pm

AMEIII!!
Oh gosh liebe!
Tá lindo este capitulo!
Limpezas e tal! xD
Vais demorar mais um bocadinho?
Nao faz mal! Nós esperamos! Very Happy

Kuss<<'3
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Mar 07, 2009 3:05 pm

hihihih.. viciei na fic..xD
ameeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiii..
fiko a espera por
mais mais +++++++++....
CoOoOntinuaaaaaaaaaaa..
küss
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Seg Maio 11, 2009 10:17 pm


Capitulo 13



Bill – Como é que achas que a mãe vai reagir quando descobrir o que se anda a passar entre nós? – perguntou abraçado à cintura do irmão e com a cabeça sobre o seu peito, enquanto este lhe fazia leves festas nos cabelos, brincando com alguns fios.

Tom – Não sei. – respondeu num tom baixo. – Mas eu ainda não me sinto preparado para lhe contar. Tenho medo que ela reaja mal.



Bill – Eu também. E que tal se não lhe contássemos? – sugeriu olhando-o.

Tom – Estás disposto a viver uma mentira?



Bill – Não encares como uma mentira. Encara antes como um segredo precioso e eterno. – sorriu e voltou a pousar a cabeça sobre o peito do irmão. – Ninguém precisa de saber.

Tom – Sim. – suspirou. – Só temos de ter cuidado.


Bill – Claro amor. – voltou a sorrir. – Não poderia ser de outra forma.

Tom – Sabes? Eu estive a pensar.



Bill – O quê?

Tom – Nós já temos idade suficiente para sairmos debaixo das saias da mamã.


Bill – O que queres dizer? – questionou confuso.

Tom – Que podíamos procurar um emprego e uma casa para morarmos, só os dois. – sorriu satisfeito com a segunda ideia. – O que achas?



Bill – Então e a mãe?

Tom – Oh! A mãe sabe muito bem cuidar dela. E além disso ela nunca pára em casa.


Bill – Tens razão. Parece-me boa a ideia! – sorriu. – E que tal irmos para a sala?

Tom – Vamos! – ambos se levantaram.


Tomaram um banho e vestiram-se. Quando iam para sair do quarto Bill sente uma tontura. Leva a mão à cabeça e apoia-se na ombreira da porta.

Tom ao ver que algo não está bem com ele, vai ao seu encontro e agarra-o pela cintura, para que eventualmente ele não caísse.

Tom – Bill. Estás bem amor? – o seu tom de voz era angustiado e preocupado.


Bill – Não! Não te preocupes, eu estou bem, foi só uma tontura. – tentou tranquiliza-lo. – Dói-me um pouco a cabeça, mas isto já passa! – tentou sorrir, o que deixou o irmão um pouco mais calmo.

Tom – Anda, vai sentar-te no sofá que eu vou-te fazer um chá! – disse enquanto o puxava até à sala e o sentava no sofá mais próximo.


Bill – Não é preciso mano, a sério!

Tom – É preciso sim! – insistiu e entrou na cozinha. – Não sejas teimoso. – aqueceu um pouco de água, colocou um pequeno saquinho de chá verde lá dentro e voltou para junto do irmão. – Toma. Quero isso tudo bebido, até à última gota.


Bill – Pareces a mãe a falar. – riu enquanto aquecia as mãos no copo quente e o levava à boca.

Tom – Quando ela não está cá tenho de ser eu a tomar conta de ti. – sorriu.


Bill – Ainda me lembro de quando éramos pequenos e a mãe saia para ir trabalhar. – sorriu ao se recordar daquilo. – Quando estava doente tu não me deixavas levantar da cama. Apenas o permitias quando eu precisava de ir à casa-de-banho. Nunca saias de ao pé de mim e de vês em quando ias buscar a tua guitarra e começavas a tocar e a cantar aquela música composta por nós. – sorriu com os olhos a brilhar. – E tocavas vezes sem conta até eu adormecer.

Tom – Desde os cinco anos que eu faço isso, desde que o nosso pai nos abandonou. Prometi a mim mesmo que nunca mais sofrerias como sofreste quando ele se foi embora. No entanto nem sempre consegui cumprir a minha promessa. – o seu tom de voz era de desilusão.


Bill – Não te culpes por isso! Nós não podemos controlar tudo.

Tom – Tens razão! – suspirou.


Bill – Tom? – olhou-o, queria algo.

Tom – Diz!

Bill – Tocas para mim? Como nos velhos tempos? – os seus olhos brilhantes não davam qualquer escapatória para que o loiro sequer pensasse em recusar o pedido.

Tom – Claro! – levantou-se do sofá e dirigiu-se ao quarto. De seguida voltou com a sua guitarra em mãos e voltou a sentar-se em frente ao irmão. Cruzou as pernas “à chinês” e pousou o instrumento no seu colo. Passou levemente os dedos pelas cordas. – Está um pouco desafinada! – comentou. – Mas eu trato disso. – sorriu e rapidamente tratou de afinar as cordas da guitarra. E então decidiu começar.

Os primeiros acordes soaram e depois a voz doce e suave de Bill começou a acompanhar a música. Fechou os olhos.

Bill - In mir wird es langsam kalt
Wie lang könn' wir beide hier noch sein
Bleib hier
Die schatten woll'n mich hol'n
Doch wenn wir gehen,
Dann gehen wir nur zu zweit
Du bist
Alles was ich bin
Und alles was durch meine adern fließt
Immer werden wir uns tragen
Egal wohin wir fahr'n
Egal wie tief

Ich will da nicht allein sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht
Irgendwann wird es zeit sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht


A meio da música Bill começou a sentir-se tonto, mas não quis parar e continuou a cantar.

Bill - Ich höre
Wenn du leise schreist
Spüre jeden atemzug von dir
Und auch wenn
Das schicksal uns zerreißt
Egal was danach kommt
Das teilen wir
Ich will da nicht allein sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht
Irgendwann wird es zeit sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht

In die nacht...irgendwann
In die nacht...nur mit dir zusamm'
Halt mich, sonst treib ich alleine in die nacht
Nimm mich mit und halt mich
Sonst treib ich alleine in die nacht

Ich will da nicht allein sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht
Irgendwann wird es zeit sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht
Du bist
Alles was ich bin
Und alles was durch meine adern fließt


E no fim… sem explicação aparente… desmaiou.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Maio 12, 2009 12:41 am

Ohhh!
Amei amei!
O Bill desmaiou? :O Oh nao!
Quero mais amor!
Rapidinho sim??

Kuss <'3
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Maio 12, 2009 5:35 pm

e pimba o bill desmaia..xD
loooll..ta lindoooooooooooooooo..
mt mt mt lindoooooooooooo..*.*
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Sab Maio 23, 2009 6:44 pm


Capitulo 14





Foi acordando aos poucos. Os seus olhos abriam e fechavam alternadamente à medida que tentavam adaptar-se à claridade presente.

A sua cabeça pesava, como se estivesse de ressaca, impedindo-o de raciocinar direito.

Quando conseguiu finalmente ver o que o rodeava, viu que se encontrava no seu quarto deitado sobre a cama e aconchegado pelos lençóis.

É então que nesse preciso momento, ouve a porta do quarto abrir, e fechar logo de seguida, e passos pesados dirigirem-se a ele calmamente.



Bill – Hum… Tom? – a sua voz soou nada mais nada menos que um pequeno murmúrio quase inaudível.



Tom – Bill, acordas-te! – dirigiu-se a ele e ajoelhou-se ao lado da cama. Uma mão pegou numa das suas, apertando-a suavemente, e a outra pousou na sua cabeça começando a fazer-lhe leves carinhos na testa. – Como te sentes? – a sua voz era carregada de preocupação.



Bill – Um pouco tonto. Dói-me um bocado a cabeça. – sussurrou de maneira a que o outro o ouvisse. – O que aconteceu?



Tom – Assim que acabamos de cantar a nossa música tu desmaias-te. Peguei em ti e trouxe-te para o quarto. – fez sinal para que ele se afasta-se e deitou-se a seu lado, por baixo dos lençóis. Bill abraçou-o fortemente. – O que se passou contigo?



Bill – Não sei! – fechou os olhos. – A meio da música comecei a sentir-me tonto, mas não quis parar. E depois quando acabou… apenas senti-me a perder os sentidos lentamente.



Tom – Ainda pensei em levar-te ao hospital, mas… - Bill abriu os olhos repentinamente.



Bill – Não Tom, nem penses. Hospitais não! – interrompeu-o. – Tu sabes como eu odeio hospitais. Aquele odor, aquelas paredes brancas… dão-me náuseas. – suspirou.



Tom – Foi exactamente nisso que eu pensei. – sorriu fracamente. – Mas…



Bill – Talvez não seja nada! – voltou a interrompe-lo. – Vais ver que isto amanhã passa.



Tom – Espero bem que sim! – aconchegou-se um pouco mais na cama e nos braços do irmão, e depois de algum tempo ambos acabaram por adormecer.




Anoiteceu.

Tom foi acordando aos poucos e bocejando preguiçosamente. Às apalpadelas ele procurou o interruptor do candeeiro da mesa-de-cabeceira e acendeu a luz.

Olhou para o lado e viu que Bill continuava a dormir. Calmo e sereno, como um pequeno anjo indefeso que caiu do céu.

Mas estava na hora de acordar. Não queria acorda-lo, mas a mãe deles devia estar a chegar e eles ainda tinham de fazer o jantar, pois Simone devia chegar demasiado cansada do trabalho para o fazer.

Começou por abanar o braço do irmão e a sussurrar baixinho ao seu ouvido para que ele acordasse.



Tom – Mano, acorda, temos de ir fazer o jantar amor. – sussurrou docemente. Mas Bill não parecia disposto a acordar de maneira nenhuma. – Bill? Amor? – abanou-o com um pouco mais de intensidade. Virou o seu rosto para si e viu que ele se encontrava pálido. – Bill! – começou a ficar aflito. – Bill, acorda meu amor, por favor. – suplicou. Colocou uma mão na sua testa e viu que ele se encontrava demasiado quente. – Oh meu Deus, tu estás a arder em febre. – pegou no seu pulso e mediu-lhe a pulsação. – Está fraca! – inconscientemente lágrimas começaram a rolar pelo seu rosto. – Temos de ir para o hospital. Agora! – levantou-se, vestiu-se e vestiu o irmão.



Pegou Bill ao colo, nas chaves do carro e de casa e saiu apressadamente. Deitou delicadamente o irmão no banco de trás do veiculo e conduziu rapidamente até ao hospital mais próximo.



Tom – Isto não é nada. Vai passar depressa. Ele vai ficar bem. – sussurrava para consigo mesmo tentando se convencer a ele próprio. Mas a angustia que lhe invadia o peito não o deixava raciocinar direito. – Ele vai ficar bem. – repetiu, e mais uma lágrima escorreu.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Maio 23, 2009 7:01 pm

aiii tadinho do bill??


tens de continuar rapido senao começo a chorar Sad
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sab Maio 23, 2009 8:04 pm

leitora nova +.+
wow, que coisa linda +.+
o que é que se passa com o Bill ? Surprised
continua +.+
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Maio 24, 2009 12:03 am

OMG eu tou quase a chorar porque raios é que o Bill tem de tar sempre doente

continua rapido senao morro T.T


Última edição por Rockabilly em Dom Maio 24, 2009 10:25 pm, editado 1 vez(es)
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Jana Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Maio 24, 2009 1:45 am

Oh meu deus! Sad Tou quase a chorar.
Nao pode acontecer nada ao bill, nao pode ='(
Quero mais amor.
Rapidinho simm??

Kuss <'3
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Dom Maio 24, 2009 7:13 pm


Capitulo 15



Chegados ao hospital Bill foi imediatamente assistido e levado para a sala de emergências. Por mais que Tom pedisse e suplicasse os médicos não o deixaram acompanhar o irmão.

Tom não conseguia parar quieto. Não se conseguia sentar nem acalmar. Bebeu uns dez copos de água, mas nada surtiu efeito. A dor que lhe invadia o peito era demasiado grande para que ele se conseguisse acalmar.

A tremelicar pegou no seu telemóvel e decidiu mandar uma mensagem à sua mãe, para a alertar do que tinha acontecido e de onde eles se encontravam neste momento.

Passado mais ou menos meia hora, Simone finalmente apareceu pelo corredor do hospital a correr. Assim que a viu Tom mandou-se para os braços da mãe e novamente lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto, a corroer-lhe a alma, a matá-lo por dentro. Começou a chorar como uma criança a quem lhe tinham roubado um chupa.

Simone não pôde fazer mais nada se não abraçar o filho e tentar reconfortá-lo com a sua doce voz, dizendo-lhe que tudo ia ficar bem e que não havia razões para ele estar assim.

Tom, por sua vez, além de chorar, limitava-se a repetir e a repetir vezes sem conta a mesma coisa.



Tom – A culpa foi minha, eu devia tê-lo trazido para o hospital logo pela primeira vez que ele se sentiu mal. Eu devia tê-lo trazido. A culpa foi minha! – sussurrava entre soluços que lhe faziam doer o peito. – A culpa foi minha. – repetiu novamente.



Simone – Shhhhh… oh meu filho, por favor tem calma, vai correr tudo bem. O teu irmão vai ficar bem, vais ver. – tentava desesperadamente acalma-lo, afagando-lhe as rastas e acariciando-lhe as costas. – Tu não tiveste culpa de nada ouvis-te? – tentou que a sua voz saísse séria.



Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, um médico apareceu.



- São os familiares do senhor Bill Kaulitz? – perguntou. Tom largou imediatamente o médico, limpou as lágrimas e fitou o médico.



Tom – Como é que está o meu gémeo? – perguntou prontamente. – Como é que ele está? – exigiu saber.



- Tenham calma, o Bill já se encontra estável e fora de perigo. Pensamos que haja qualquer coisa de errado com ele, mas ainda não conseguimos apurar o que é. Fizemos umas análises, mas o resultado ainda não saiu.



Tom – Podemos vê-lo? – inquiriu suplicante.



- Claro, mas só um de cada vez por favor. – Tom olhou de imediato a mãe.



Simone – Vai tu Tom. Tenho a certeza que o teu irmão te quer ver mais que nunca. Eu vou ficar aqui a falar com o médico. – sorriu-lhe amavelmente.



Tom apenas lhe sorriu em resposta e acenou com a cabeça.



- Siga por este corredor e é no quarto nume vinte e dois à esquerda. – o médico informou.



Mais uma vez o rapaz acenou com a cabeça e correu, literalmente, pelo corredor do hospital até chegar ao quarto indicado pelo médico.

Entrou sorrateiramente no quarto encontrado Bill deitado sobre uma cama a dormir serenamente, tal e qual como quando Tom descobriu que ele não estava bem. Mas desta vez ele já não estava com febre, os seus batimentos cardíacos estavam estáveis, a sua respiração normal e a sua pele viva.

Suspirou e sorriu, ao ver que ele estava bem novamente. Fechou a porta atrás de si e caminhou até à cama onde se sentou ao lado do irmão.

Elevou uma mão e acariciou-lhe o rosto suavemente, enquanto continuava a sorrir fracamente.

Com o dedo indicador seguiu cada traço da sua face adormecida.

Lentamente viu que Bill estava a acordar. Piscou freneticamente os olhos ainda fechados e vagarosamente foi abrindo-os. Assim que fitou o irmão um pequeno sorriso delineou-se nos seus lábios. Tom debruçou-se sobre ele, fechou os olhos, e depositou-lhe um pequeno e doce beijo nos lábios.



Tom – Tive tanto medo Bill. – murmurou roucamente.



Bill – Eu estou bem. – tranquilizou. – O que aconteceu? – quis saber.



Tom – Quando acordei tentei acordar-te também, mas não consegui. Tu estavas pálido, estavas a arder em febre, a tua pulsação e respiração eram fracas… - tentou conter as lágrimas que queriam sair ao se lembrar daquele horrível episódio. – Eu fiquei aflito. Peguei em ti e trouxe-te para o hospital. Eu devia tê-lo feito quando tu quase desmaias-te pela primeira vez.



Bill – Tu não podias adivinhar. – acariciou-lhe o rosto. – Mas o que é que eu tenho?



Tom – Os médicos ainda não sabem. Fizeram analises, mas os resultados ainda não sairam.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Maio 24, 2009 8:06 pm

oh meu deus *0*
O que é que aconteceu ao Bill?? Nao sabem o que ele tem?? Como nao sabemm??
Oh deus, quero mais amor. Quero mais rapidinho =DDD

kUSS <'3
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Maio 24, 2009 11:59 pm

ai credooo


tadinho do billzinhoo e o tom ai que aperto no coraçao amor

rapidinho por favor ^^
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Maio 26, 2009 4:52 pm

*.*
kuando poderes posta mais ok..^^
amei^..*.* amei *.*
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qua Jun 24, 2009 12:30 am


Capitulo 16



Os seus lábios voltaram a unir-se, selando mais um beijo apaixonado. A mão direita de Tom dirigiu-se para o rosto do irmão e acariciou-o com carinho, enquanto se esforçava por transmitir todo o seu amor e mais algum através daquele beijo que ambos trocavam.

O que quer que fosse que Bill tivesse, Tom sabia acima de tudo e de todos que não o iria abandonar nem por nada deste mundo.



Tom – Contigo nasci, e contigo irei morrer Bill. – declarou num murmúrio, entre beijos, fazendo o seu gémeo sorrir e derramar uma lágrima de felicidade. Aquilo era uma coisa que o irmão nunca lhe tinha dito.



Bill – Amo-te!



De repente bateram à porta, fazendo Tom se afastar do moreno instantaneamente, voltando a endireitar-se. Depois a porta foi aberta e um médico, acompanhado por uma Simone angustiada e com lágrimas nos olhos, entrou. Ela dirigiu-se de imediato ao seu filho de cabelos negros e abraçou-o forte e delicadamente, enquanto tentava conter o seu choro compulsivo.



Simone – Tu e o teu irmão vão ter de ser muito fortes meu amor. – sussurrou-lhe ao ouvido.



Bill – O que se passa? – perguntou quando a sua mãe o largou. Olhou o irmão angustiado, que o olhava da mesma maneira, e depois desviou o seu olhar para o médico procurando uma resposta. – Afinal o que é que eu tenho? – exigiu saber.



- Você terá de ter muita calma Bill. – o médico aconselhou hesitante.



Bill – Por favor, diga de uma vez por todas o que é que eu tenho. – Tom agarrou a mão do irmão, apertando-a e tentando transmitir o conforto que ele próprio não sentia. Mas pelo menos podia mostrar ao seu gémeo que estava ali ao seu lado e que acontecesse o que acontecesse não o iria largar nunca. – Por favor! – suplicou.



- Receio que seja grave. – suspirou. – As análises que lhe fizemos diagnosticaram que o Bill tem Leucemia.



Naquele momento foi como se o Mundo ruísse sobre as costas de ambos. Ao mesmo tempo os gémeos esbugalharam os olhos e guincharam em uníssono um “O quê!?”.



Tom – Não! – gritou enquanto lágrimas voltaram a lavar o seu rosto e a corroer-lhe a alma. – Não! – disse mais baixo sofregamente. – Não pode, não! – levou as mãos à cabeça agarrando com força as suas rastas num acto de desespero. – Ele não. Porquê ele? Não é possível, eu não quero, ele não pode… - fitou o médico. – Diga-me que o que acabou de dizer é mentira, por favor, diga-me que é mentira. – suplicou em total desespero. O médico apenas negou com a cabeça.



Bill – Tom. – murmurou com as voz rouca. Com algum custo sentou-se na cama e pegou novamente na mão do irmão, apertando-a com força. – Abraça-me mano. – pediu suplicante.



A única reacção que o loiro teve foi corresponder ao pedido angustiante do irmão. Abraçou-se ao seu gémeo desesperadamente como se a sua vida dependesse disso (e de certa forma sim, dependia) e teve de se conter para não o beijar loucamente.

Ambos choravam agarrados um ao outro, não querendo acreditar no que o médico acabara de dizer. Como seria isto possível? Ele parecia em perfeita saúde, como é que ele pode ter uma doença letal como esta que lhe pode tirar a vida se não for tratada a tempo? Não fazia sentido!



Simone – Existe tratamento, não existe doutor? – ela perguntou esperançosa.



- Existe sim. – afirmou. E rapidamente a atenção dos gémeos foi concentrada no que ele dizia. – O Bill precisa de um transplante de medula óssea. Temos de procurar um dador compatível o mais depressa possível, senão poderá ser tarde demais. Primeiramente teremos de fazer os testes aos parentes mais chegados, neste caso você e o Tom. Penso que quem tem mais possibilidades de ser compatível seja o Tom, pois ele é gémeo verdadeiro do Bill e pelo que vejo eles têm uma grande e especial ligação de um para com o outro.



Simone – Eles são a vida um do outro doutor! – exclamou orgulhosa. – Nós faremos os testes o mais depressa possível.



Tom – Sim. – levantou-se da cama. – Pode ser agora? Quanto mais depressa melhor.



- Claro! Venham comigo. – e juntamente com Simone saiu do quarto.



Tom virou-se para o irmão e voltou a aproximar-se. Deu-lhe um profundo e doce beijo nos lábios e colou as suas testas. Fechou os olhos por momentos e depois voltou a abri-los, olhando bem fundo nos castanho-avelã de Bill.



Tom – Eu vou safar-te desta. Tu não vais morrer Bill, eu vou salvar-te. Nem que tenha de dar a minha vida, se for preciso. – prometeu.



Bill – Oh Tom, não digas essas coisas! – mais uma lágrima escorreu. – Talvez o destino não queira que fiquemos juntos.



Tom – Eu quero que o destino se foda! – segurou-se para não gritar. – Eu prometo. Eu vou-te doar a medula óssea de que precisas. – beijou-o novamente, uma e outra vez e depois afastou-se, indo em direcção à porta. – Eu já volto. Amo-te!



Bill – Também te amo! – sorriu fracamente, e lentamente viu o irmão desaparecer pela porta.
Continua...
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qua Jun 24, 2009 12:36 am


Capitulo 17



Sentado na cama de hospital a olhar o horizonte, para além da pequena janela do quarto, Bill meditava sobre o que tinha e o que estava a acontecer na sua vida. Em como ela se tinha virado de pernas para o ar e em como ela estava agora!

Não conseguia compreender nada do que estava a acontecer. Porque é que quando tudo parecia estar bem e voltar ao normal… tinha de aparecer sempre algo que destruísse a felicidade que existia? Primeiro a “traição” do irmão. Depois a “perseguição” daquela rapariga desconhecida. E agora isto!

Parecia que os problemas nunca mais iam acabar e que nunca nada voltaria a ser como era ao princípio.

Quando ele admitiu finalmente o sentimento que sentia pelo irmão, era com o intuito de lutar contra tudo e todos, para que esse sentimento jamais se desmoronasse. Mas com o aparecimento de novos problemas tem-se tornado difícil. Não manter o sentimento vivo, mas sim manter-se a ele próprio vivo. E não tem nada a ver com esta sua súbita e mortal doença.

Será que Deus o estava a julgar e a castigar por ele sentir aquele amor tão intenso para com o irmão? Será que o destino não queria mesmo que eles ficassem juntos?

Não! Tal como o irmão, ele queria mas era que o destino se fodesse! Aquele amor que ele nutria pelo irmão não podia ser considerado pecado. Comparado com todos os outros pecados cínicos e horrendos que pessoas por todo o mundo cometem, aquilo era apenas uma gota no meio de um oceano imenso.

Deus não deveria andar a preocupar-se com uma coisa como esta quando há uma justiça muito mais preciosa nos outros cantos do mundo!

Pessoas são assassinadas todos os dias por seres humanos macabros que só pensam neles! E no entanto… a maioria deles continuam à solta.

Pessoas fazem outras sofrer com esquemas cínicos e mesquinhos que na maioria das vezes nunca são descobertos, pondo assim termo à vida social, amorosa e até física das suas vitimas.

Onde estava Deus quando isso acontecia?

Bill tem a resposta: está ocupado a fazer sofrer outras pessoas inocentes que tentam ser felizes ao lado de quem amam apesar de esse amor ser errado!

O amor entre eles não devia ser considerado errado. Pois se eles o omitissem e continuassem a sofrer silenciosamente aí sim, isso era errado.

Mas afinal quem se importa com os sentimentos dos outros?

As pessoas só se importam com elas próprias. Nos seus bens morais e carnais. No que consideram certo e no que consideram errado.

Nunca experimentam nem por um segundo meter-se na pele daquela pessoa que desprezam.

Mas afinal onde é que está a justiça neste planeta?

Bill – Está ocupada a fazer inocentes sofrerem! – resposta simples, não?

Continua...
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