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 Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]

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Ana Filipa
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qua Jun 24, 2009 12:58 am

Primeiraaaa

estao muito giros estes capitulos e o que ele diz é verdade. Espero que o Tom consiga dar-lhe a medula ;) beijos e posta rapidinho
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Jana Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qua Jun 24, 2009 4:58 pm

Ohh, adorei os capitulos amor (=
Já nao postavas há uns tempinhos ^^
Oh : O O Bill tem leucemia? Omg.
Espero que o Tom lhe consiga dar a medula +.+
Quero mais amor. Rapidinho por amor de deus xD

Kuss «3
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qua Jun 24, 2009 7:24 pm


Capitulo 18



Os pensamentos de Bill são interrompidos quando ouve uma porta a abrir. A sua atenção é logo concentrada nessa mesma porta por onde agora Tom entrava!

O loiro logo se dirigiu ao irmão e sentou-se na cama a seu lado. Os dois deram um beijo longo e profundo e só depois se olharam nos olhos. Tom lançou-lhe um sorriso encorajador.



Bill – Quando é que saiem o resultado das análises? – acabou por perguntar.



Tom – Em princípio era amanhã, mas eu e a mãe decidimos adiar mais um dia.



Bill – Porquê? – a sua expressão expressou confusão total.



Tom – Nem imaginas quem é que hoje à noite vai apanhar um avião de Inglaterra e vir direitinho para a Alemanha! – o seu sorriso mostrou-se mais abertamente.



Bill – Não me digas que… - levou a mão à boca. – O Shin!? – quase guinchou.



Tom – Sim. O nosso maninho mais velho vem para cá!



Bill – Oh mein Gott, eu não acredito! – atirou-se para os braços do irmão. – Há anos que não o vemos! Tenho tantas saudades.



Tom – Eu também!



Bill – E ele vem sozinho? – quebrou o abraço e olhou-o.



Tom – Não. Vem com o namorado. – riu.



Bill – O Mark? – perguntou elevando o sobrolho.



Tom – Não. Eles acabaram antes de ele ir embora lembras-te? – Bill acenou com a cabeça. – É um tal de Yu. Ele conheceu-o lá na Inglaterra mas o gajo também é alemão.



Bill – E quando é que eles chegam? – perguntou eufórico.



Tom – Amanhã depois de almoço.

Bill – Hum… só ainda não percebi o que é que isso tem a ver com o adiantamento das… - foi interrompido.



Tom – Ele disse para esperarmos porque também quer fazer as análises. – explicou. - E até o Yu as vai fazer. Todos queremos saber se algum de nós é compatível contigo. Eu tenho mais possibilidades de o ser, mas ainda existe hipótese de o resultado ser negativo.



Bill – O tal Yu é o que tem menos possibilidades. – declarou.



Tom – Pois, mas nunca se sabe.



De repente bateram à porta. A atenção dos gémeos foi imediatamente concentrada na sua progenitora que acabara de entrar.



Simone – Suponho que o Tom já te tenha contado a notícia sobre o vosso irmão, não é Bill? – sorriu.



Bill – Sim! – sorriu estridentemente. – Estou ansioso por o voltar a ver.



Simone – Bem. Eu vou andando para casa, ainda ficas Tom? – olhou o loiro.



Tom – Mãe, eu vou ficar aqui a dormir com ele. – constatou como se fosse a coisa mais obvia do mundo.



Simone – Já desconfiava.



Bill –Oh Tom, não precisas a sério. Eu fico bem! – tentou demove-lo da sua ideia. Mas Tom não pareceu interessado no que ele estava a dizer, e por isso calou-se.



Entretanto Simone despediu-se deles e saiu. Deixando-os sozinhos novamente.

Tom olhou o irmão e riu-se face à sua cara de menino amuado.



Tom – O que foi? – perguntou risonho.



Bill – Devias ter ido com ela. Eu não preciso de cão de guarda. – cruzou os braços, acentuando o seu ar amuado.



Tom – Pois, mas eu preciso da pessoa que amo ao pé de mim. – deitou-se a seu lado. – Eu não conseguiria voltar para aquela casa e não te ter lá comigo. Preciso de te sentir ao pé de mim. Tu não?



Bill – Visto por essa perspectiva… - descruzou os braços, deitou-se e virou-se para ele. – Ainda bem que ficas-te! – sorriu ternamente e beijou-o com carinho. Depois aninhou-se junto ao peito forte do irmão, e deixou-se ser embalado pelos carinhos que lhe eram feitos aos cabelos e pela melodia da sua respiração calma. – Amo-te. – murmurou.

Tom – Eu também! – sorriu. – Dorme bem, meu amor! – beijou-lhe levemente a nuca e depois de algum tempo os dois acabaram por adormecer.
Continua...
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qua Jun 24, 2009 9:59 pm

Awww *W*
Adorei adorei este capituloo =DDDD
Eles tem um irmao?? :'O
OMG, THAT'S SO COOOL! xD
Quero mais amor. Omg, super rapidoo xD

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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qui Jun 25, 2009 2:11 pm


Capitulo 19



Tom – Bill! – sussurrou-lhe ao ouvido num tom doce. – Billy, amor. Acorda seu dorminhoco. – riu-se.



Bill resmungou qualquer coisa que Tom não compreendeu, e revirou-se na cama, virando-lhe costas. O loiro levantou-se da cama e foi para o outro lado. Começou por lhe dar leves beijos no ombro, lentamente foi subindo para o pescoço, e finalmente chegou aos lábios onde o beijo lhe foi correspondido.



Tom – Tu já estás acordado seu aldrabão. – acusou rindo-se contra os lábios do irmão.



Bill – Já te disse que és muito chato? – Resmungou enquanto se sentava na cama, esfregava os olhos e se espreguiçava preguiçosamente.



Tom – Disseste agora. – riu-se. – Mas vá, são horas de almoço, temos de comer para estarmos apresentáveis quando o Shin e o Yu chegarem!



Bill – Não me parece que ao comermos comida de hospital fiquemos apresentáveis. – fez uma careta.



Tom – E eu por acaso disse que íamos comer comida de hospital? – pegou num tabuleiro, que se encontrava em cima de uma mesa, cheio de comida, e colocou-o em cima da cama à frente de Bill. – A mãe passou por cá antes de ir para o trabalho e deixou-nos o almoço.



Bill – Ela foi trabalhar?



Tom – Bem, ela queria ficar aqui a “tomar conta de ti”! – fez aspas com os dedos. – Mas eu lá a consegui convencer a não se armar em mãe galinha e ir trabalhar. Não pode correr o risco de perder o emprego.



Bill – Fizeste bem. – sorriu. – Sabes a que horas é que eles chegam?



Tom – Se o avião não se atrasar chegam às 15:00h.



Bill – E que horas são?



Tom – 13:30h.





O tempo parecia não querer passar.

Bill andava às voltas pelo quarto, de um lado para o outro, impaciente, à espera que o seu irmão mais velho entrasse por aquela porta e o abraçasse, como à dois anos não fazia.

Por outro lado Tom encontrava-se sentado na cama do irmão a olhá-lo com um ar divertido, abanando, por vezes, a cabeça num sinal negativo e rindo-se sempre que Bill resmungava algo do género “Eles nunca mais chegam!”, ou “Será que aconteceu alguma coisa?”, ou ainda “Parece que o tempo congelou!”.

Tom também estava cheio de saudades, ansioso e até eufórico, à espera que o irmão chegasse. Mas não o demonstrava da maneira como o Bill o fazia. Preferia ficar a observa-lo, e a rir-se do seu ar cómico.



Bill – Pára de te rir de mim! – protestou. – Eles nunca mais chegam. – bufou de frustração. – Já passa da hora combinada.



Tom – Oh Bill, ainda só passaram cinco minutos. – suspirou. – Tem calma, eles devem estar quase a chegar.



Bem dito, bem certo!

Logo no minuto asseguir ouviu-se baterem à porta. Bill praticamente correu a abri-la, e assim que visualizou a figura extravagante do seu irmão mais velho saltou-lhe para os braços como se estivesse desesperado.



Bill – Shin! – quase gritou.



Shin – Hey, Bill então? Tem calma! riu-se. Entrou no quarto com dificuldade seguido de um rapaz alto de cabelos pretos com madeixas vermelhas atrás de si. – Good afternoon! – cumprimentou risonho.



Tom – És capaz de falar numa língua que eu perceba? – riu-se.



Shin – Guten Tag! – riu. – Está melhor?



Tom – Muito melhor. – levantou-se. – Estávamos cheios de saudades.



Shin – Estou a ver que sim! – apontou para Bill que ainda não havia largado.



Bill – Já não te víamos há tanto tempo! – largou-o e olhou-o de alto a baixo. – Ouvi dizer que tens namorado novo. – olhou o rapaz que se encontrava atrás dele. – És o Yu certo? – ele anuiu. – És mudo ou algo do género? – riu-se.



Shin – Não! Ele só está um pouco envergonhado por não vos conhecer. – troçou. – Deixem ele apanhar confiança e sentir-se à vontade que vão ver. Nunca mais se cala.



Yu – Hey! – protestou.

Bill – Eu sou o Bill, e este aqui é o meu gémeo Tom. – esticou a sua mão na sua direcção; Yu aceitou o cumprimento.

Continua...
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qui Jun 25, 2009 7:16 pm

YAAAAY!!!!

Continua depressa liebe *-*

Amo a tua fic l*___*

Depressaaaaaaaaa

bjs
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qui Jun 25, 2009 7:18 pm

HUMMMM esta fic está cada vez mais interessante juta com o Shin e o YU ahah



mas o Billy não pode morrer nem pensar Evil or Very Mad

continua rapido please....
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qui Jun 25, 2009 11:51 pm


Capitulo 20



Bill – Sei que também vais fazer as análises para ver se és compatível comigo! – sorriu.

Yu – Vou. – anuiu.

Bill – Porque é que o vais fazer? – perguntou a titulo de curiosidade.

Yu – Bem… ahm… eu sei que o Shin ia ficar bastante mal se te acontecesse alguma coisa e… eu não aguentaria vê-lo assim. E além disso eu doaria a minha medula a qualquer pessoa que precisasse dela. – explicou, levando Bill a sorrir abertamente.

Bill – Acho que fizeste uma boa escolha mano! – olhou Shin, levando este a sorrir. – Obrigada. – agradeceu.

Yu – Não estou a ser obrigado. Estou a fazer isto de livre e espontânea vontade. – riu.

Bill – Agradeço! – mais uma vez sorriu. – Já fizeram as análises?

Shin – Sim. O resultado delas todas sai amanhã!

Bill – Obrigada a todos por me quererem ajudar. – lágrimas começaram a aparecer-lhe nos cantos dos seus olhos castanhos.

Tom – Oh Bill então? – abraçou-o; Bill devolveu-lhe o abraço fortemente. – Somos a tua família. É a nossa obrigação!

Shin – O Tom tem razão, maninho. Tens de ser forte. Não te podes deixar ir abaixo. – aproximou-se. – Dêem-me cá um abraço! – sorriu.

Os gémeos largaram-se e abraçaram com força o irmão mais velho. Bill não conseguia parar de verter lágrimas. Já Tom, pelo contrário, esforçava-se ao máximo para não as deixar cair. Estava a tentar ao máximo fazer-se forte. Porque sabia perfeitamente que se ele caísse, o irmão não se conseguiria aguentar e certamente cairia com ele. E ele não podia deixar que isso acontecesse!
Depois de algum tempo largaram-se. Tom sentou o gémeo na cama e Shin agarrou-se ao namorado, que não escondia o sorriso.

Shin – Vão-nos desculpar, mas nós precisamos de ir a um café comer qualquer coisa. Estamos esganados de fome. – riu.

Bill – Estão à vontade! – sorriu.

Shin – Nós já voltamos! – despediu-se e os dois sairam, fechando a porta atrás de si.

Bill – Mal posso esperar pelo dia em que sairei daqui! – suspirou e olhou o chão, como se este fosse a coisa mais interessante do mundo. – Vivo. – acrescentou num murmúrio.

Tom – Bill. – aproximou-se, ficando frente-a-frente com o irmão no meio das suas pernas abertas. – Tu não vais morrer. Eu… eu não vou deixar. – pegou-lhe no queixo e elevou-o, fazendo-o olhá-lo nos olhos. - Não vivo sem ti. – aproximou os seus lábios dos dele. – És a minha vida! – murmurou.

Bill – E se nenhum de vocês for compatível comigo? – a sua voz suou rouca.

Tom – Se isso acontecer eu não vou descansar até encontrar alguém que o seja. Lutarei com todas as minhas forças até não aguentar mais. E mesmo quando parecer que não me restam mais meios por recorrer, eu continuarei a lutar. Mas eu não vou desistir. Sem ti eu não fico! – uma lágrima escorreu.

Bill elevou o braço direito e tocou com a sua mão o rosto do irmão, acariciando-o e limpando-lhe a lágrima cristalina. Sorriu-lhe! Um sorriso fraco, mas puro.

Bill – Eu não te mereço! – declarou num tom baixo.

Tom – Não! – pegou na mão que ainda estava no seu rosto e apertou-a delicadamente. – Eu é que não te mereço. – contrapôs.

Calmamente eles uniram os seus lábios em um beijo profundo e doce. Como tantos outros que já haviam dado, e continuariam a dar até ao fim das suas vidas. As mãos de Bill colocaram-se atrás da nuca do irmão, puxando-o para si. Enquanto as de Tom agarravam a sua cintura, fazendo o mesmo.
Tom começou a depositar rápidos e desesperados beijos desde os lábios até ao ombro do irmão. Passando pelo maxilar e pelo pescoço. Ao chegar ao ombro, voltou para o pescoço e escondeu a cara na sua curvatura, e lá se deixou ficar.
Pouco depois Bill começou a sentir o corpo do seu gémeo tremer. Ele estava a chorar! Os seus olhos pareciam cascatas, vertendo lágrimas sem qualquer sinal de querer parar. Os seus soluços eram intensos e compulsivos, fazendo até doer-lhe o peito. O seu corpo termia violentamente, como se estivesse com frio.
Em toda a sua existência o moreno nunca o tinha visto assim!
Decidiu não pronunciar qualquer palavra e dedicou-se simplesmente a abraçar fortemente o irmão. Este apenas devolveu-lhe o abraço intensamente. Pondo as mãos nas suas costas e apertando-lhe a túnica de hospital que ele trajava, num acto de desespero.
O moreno fez com que os dois se deitassem na cama, sem nunca se largarem. E uma vez deitados Bill começou a acariciar as rastas do irmão, enquanto olhava o vazio, deixando Tom chorar até que, eventualmente, adormecesse.
E foi mesmo isso que aconteceu.
Tom acabou por adormecer nos braços do irmão.
Ao reparar que o loiro não mais termia nem soluçava, Bill afastou-o ligeiramente do seu corpo e olhou-o.
O seu rosto encontrava-se vermelho e molhado, e a sua expressão facial era de puro sofrimento.
Com a ponta do lençol branco da cama o mais novo limpou o rosto ao seu gémeo. Beijou-lhe a testa e voltou a abraça-lo, sendo correspondido de imediato, num movimento inconsciente do irmão.
Pouco tempo depois, também ele adormeceu.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sex Jun 26, 2009 12:04 am

AWWWWWWW

Tu sabes que está lindo não sabes =DDDDD

Amo a fic *-*

Continua depressinha. Que venham os outro 8. 8DDDD
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sex Jun 26, 2009 1:41 am

Aww.
Que capitulos tao lindos amor +.+
Ele vai ser compativel, vai vai, tem de ser :')
Quero tanto mais *-*

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MensagemAssunto: Segredo eterno   Sex Jun 26, 2009 12:08 pm


Capitulo 21




Tom foi o primeiro a acordar.
Abriu os olhos e deparou-se com o rosto do irmão, a dormir serena e calmamente, à frente do seu. Aproximou-se e depositou-lhe um leve beijo na testa.
Olhou para a janela e viu que já era de noite. Virou-se, sentou-se na cama e esfregou os olhos. E só depois reparou que ele e Bill não estavam sozinhos.

Tom – O meu irmão? – perguntou.

Yu – Foi visitar a vossa mãe a casa. Ainda não a tinha visto hoje. Ele pediu-me para que eu viesse para cá. – apontou para uma pequena mesa, onde em cima se encontrava um tabuleiro cheio de comida. – E pediu-me também que vos trouxesse o jantar. – acrescentou.

Tom – Já estás aqui há muito tempo?

Yu – Mais ou menos!

Tom – E não houve problemas em entrares aqui? – perguntou curioso. – Quer dizer… não vieste acompanhado por nenhum familiar nem nada!

Yu – Mais ou menos. – repetiu. – Não me queriam deixar entrar ao principio. – riu-se ao se lembrar da cena. – E quando eu disse que era namorado do irmão do paciente eles fizeram má cara – tá na cara que são homofóbicos -, eles pensaram que eu me referia a ti. Mas depois apareceu uma enfermeira que me reconheceu.

Tom dirigiu-se à janela do quarto e meteu-se a observar a rua enquanto ouvia atentamente o que o outro contava.

Yu – Tu gostas muito do teu irmão, não gostas? – a conversa seguiu, de repente, para outro rumo.

Tom – A qual deles te referes? – não se moveu da posição em que estava.

Yu – Ao teu gémeo! – respondeu.

Tom – Ele é a minha vida! – declarou. – É a razão da minha existência. – olhou Yu. – Não quer dizer que eu também não goste do meu irmão mais velho. – disse de imediato. – Eu amo-os muito aos dois. Mas… o Bill… o Bill é meu gémeo. Para dizer a verdade era ele quem se dava mais com o Shin. A nossa infância foi complicada. O nosso pai deixou-nos quando tínhamos dez e doze anos. E no dia em que ele partiu eu prometi a mim mesmo que cuidaria do meu gémeo em todas as circunstâncias, com todo o meu ser. Aos dezasseis o Shin descobriu a sua verdadeira orientação sexual. Ele ao princípio não se conformou com isso, e foi por isso que deixamos a cidade. Quando completou dezoito anos ele já estava mais conformado com a sua homossexualidade. E assim que pode quis mudar-se para a Inglaterra. Durante dias, e dias a fio o Bill chorava com saudades do irmão. Às vezes, num acto de egoísmo, perguntava-me se ele ficaria assim se fosse eu a ir embora. Até que um dia tive a péssima ideia de lhe perguntar isso. Ele indignou-se e disse-me que se tivesse sido eu a ir-me embora que ele não choraria… ele morreria se eu alguma vez me fosse embora e o deixasse. Eu fiquei feliz. Mas ele ficou magoado comigo por isso, eu sei que ficou. Eu não queria, mas naquela altura foi mais forte do que eu. Com o tempo ele foi-se conformando com a ideia de que o nosso irmão mais velho já não voltaria. Pelo menos não tão cedo. E depois a nossa mãe começou a trabalhar mais longe do que o normal, e só podia vir a casa às horas de almoço e às tantas da noite, e às vezes nem isso. Foi como se tivessem lançado outro balde de água fria em cima dele. - sentou-se na cama novamente. – Ele começou a passar dias e dias inteiros dentro da floresta à beira do riacho, a olha-lo como se aquele fio de água fosse a coisa mais interessante à face da Terra que merecesse ser estudada. E quando por vezes eu queria estar ali com ele, ele dizia que queria estar sozinho. E em mais um acto de egoísmo cheguei a pensar que ele já não queria a minha companhia e que para ele eu estar ou não estar ali era indiferente.

Yu – E deixa-me adivinhar. Um dia perguntaste-lhe isso! – adivinhou.

Tom – Exacto. – suspirou. – Um dia ele estava lá naquela floresta a olhar aquele riacho como sempre e eu apareci. Aproximei-me e perguntei se podia ficar. E ele mais uma vez disse-me que queria ficar sozinho e que não lhe apetecia falar com ninguém. Eu já estava farto de ser ignorado! Até que me passei e perguntei-lhe se ele queria que eu me fosse embora. Não daquele sítio nem naquela hora, mas sim da sua vida e para sempre. E mais uma vez magoei-o com as minhas palavras. Ele pediu-me… ele suplicou-me para que nunca o deixasse. E então eu perguntei-lhe o porquê de ele nunca querer que eu ficasse com ele. E ele respondeu-me que tinha vergonha. Confessou-me que sempre que ia para ali era para verter lágrimas, e que tinha vergonha de que eu o visse a fazê-lo. Eu ao princípio não compreendi. Pensei: mas se eu já o vi tanta vez a chorar, porquê, tudo isto, só agora? E mais uma vez exigi uma resposta. E ele respondeu-me que, uma coisa era chorar por causa da partida do Shin ou por causa da ausência extrema da nossa mãe. Mas que outra completamente diferente… era chorar apenas por hábito. Parece estúpido, mas para ele chorar já se tinha feito uma rotina. Tinha-se tornado a coisa mais simples do mundo para ele. Só então eu me dei conta de que ele era, e continua a ser, mais frágil do que eu alguma vez pude sequer imaginar. Era como um copo de cristal que bastava cair ao chão de uma altura de pouco menos de vinte centímetros, e estilhaçava-se por completo. A partir daquele dia ele passou a querer sempre a minha companhia. Chorava várias vezes abraçado a mim, até que com o tempo foi deixando de o fazer. Eu fiquei feliz por isso! Mas também fiquei com receio de que ele só não o fizesse por fora. E… - voltou a olhar o cunhado. – Desculpa, eu distrai-me, comecei para aqui a falar e a falar e nem me dei conta. Tu já deves estar farto de me ouvir. – riu.

Yu – Não! – acenou com a cabeça em sentido negativo. – Muito pelo contrário. Sabes uma coisa? – o loiro não respondeu. – Tu és muito diferente daquilo que aparentas ser.

Tom – Como assim?

Yu – Tu tens ar de… mulherengo, durão… mas no fundo não és nada disso. Antes pelo contrário.

Tom – Talvez! – baixou a cabeça.

Yu – O Shin não vos contou, mas… - desencostou-se da cadeira onde se encontrava sentado e inclinou-se para a frente, entrelaçando os dedos das mãos. – Não há muito tempo ele também esteve, praticamente, internado num hospital! – suspirou. Tom olhou-o de supetão. – Ele teve um acidente de carro grave. Quando soube que ele estava no hospital… foi como se um gigante tivesse metido a sua enorme mão dentro do meu peito, tivesse agarrado o meu coração e o tivesse esmagado por completo. Cheguei a pensar que ia morrer. E mais pior eu ainda fiquei ao me dar conta que a culpa tinha sido minha!

Tom – Como assim? – perguntou confuso.

Yu – Nessa noite, nós tínhamos discutido. Lá o Shin é muito cobiçado, tanto por raparigas como por rapazes. Nós ainda estávamos no princípio do nosso namoro e eu era um ciumento indomável. Discutíamos várias vezes por causa dos meus estúpidos ciúmes. Mas aquela noite foi a pior de todas! Enquanto ele conduzia, nós estávamos a falar ao telemóvel. E eu gritava com ele com todas as minhas forças. Tinham-me chegado aos ouvidos boatos de que ele me andava a trair com um gajo qualquer que eu não conhecia de lado nenhum. Quando me contaram aquilo eu fiquei totalmente fora de mim. Liguei-lhe e de imediato começamos a discutir. A meio daquela discussão ele não viu um carro que vinha em contra-mão, com o condutor embriagado, e então deu-se o acidente. Ele poderia ter morrido. E se isso tivesse acontecido eu nunca mais me perdoaria.

Tom – Mas tu não tiveste culpa. A culpa foi do estúpido do condutor do outro carro que não sabe que não se pode conduzir em estado alcoólico. – ripostou.

Yu – Talvez! Mas se eu não me tivesse levado pelos meus estúpidos ciúmes ele poderia se ter desviado.

Tom – É impossível saber isso. Tu não te podes culpar daquilo que és. E pelo que tu me contas o meu irmão gosta mesmo de ti. Senão não te aguentava com tantas discussões e já tinha… sei lá, fugido de ti!

Yu – Talvez tenhas razão, mas eu não consigo deixar de me sentir culpado. – olhou o relógio do quarto. – Bem, ele e a vossa mãe devem estar quase a chegar para vos virem visitar novamente e para me virem buscar. – voltou a olhar o loiro. – Posso te pedir uma coisa?

Tom – Claro! – anuiu.

Yu – Não contes nada disto ao Shin. – pediu. - Ele não vos quis contar porque não queria que vocês ficassem preocupados com ele. Eu tenho medo que ele fique zangado comigo por te ter contado, e porque ele pensa que o meu sentimento de culpa já me abandonou.

Tom – Desculpa que te diga, mas acho isso uma estupidez. Contudo eu respeito a tua decisão!

Yu – Obrigado! – sorriu.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Sex Jun 26, 2009 9:00 pm

Awww.
Que capitulo lindo *-*
Quero mais amor ^^
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Dom Jun 28, 2009 11:06 pm


Capitulo 22




Shin – Ora, muito boa noite! – cumprimentou alegremente ao entrar no quarto, onde os seus irmãos e o seu namorado se encontravam a conversar animadamente.

Yu – Estava a ver que nunca mais chegavam. – levantou-se e depositou um leve beijo nos lábios do parceiro.

Simone – O meu patrão é um chato e não me queria deixar sair mais cedo! – lamentou-se.

Bill – Tens de ter cuidado mãe. Não quero que sejas despedida por minha causa!

Simone – Oh meu amor! – aproximou-se e abraçou-o. – A tua saúde é mais importante que qualquer trabalho que eu possa ter. – largou-o e sorriu-lhe. – Mas não te preocupes, isso não vai acontecer.

Tom – Eu concordo com o Bill, mãe!

Simone – Peço-vos que não se preocupem. Concentrem-se no resultado das análises de amanhã! – sentou-se na cama ao lado de Bill.

Bill encolheu-se para o meio da cama e cruzou as pernas por baixo de si, começando a amachucar a ponta do lençol com as suas duas mãos, num acto de nervosismo.

Bill – E se… - engoliu em seco. – E se nenhum de vocês for compatível comigo?

Tom – Nós já falamos sobre isso Bill. – murmurou olhando um canto vazio do quarto.

Shin – É claro que um de nós é. – sentou-se na cama em frente ao irmão e pegou-lhe nas mãos; ele olhou-o. – Tens de ter pensamento positivo mano. – lançou-lhe um sorriso encorajador, fazendo-o sorrir-lhe de volta. – Não te deixes ir abaixo minorca. – chamou-lhe o nome que lhe costumava chamar quando eram crianças; ele riu-se e abraçou-o.

Bill – Obrigado! – sussurrou.

Simone – Bem, penso que seja melhor irmos para casa. – levantou-se. – Tom, vem connosco. – pediu; Tom olhou-a rapidamente.

Tom – Não! – recusou de imediato.

Simone – Por favor, meu filho! – suplicou. – Vem pelo menos tomar um banho como deve ser e comer mais alguma coisa. – tentou convence-lo.

Tom – Eu não quero sair daqui. – negou novamente.

Bill – Mãe, mano, Yu, vão lá para fora por favor. Eu falo com ele. – pediu.

Eles anuíram e abandonaram o quarto. Bill levantou-se da cama e dirigiu-se ao irmão.

Tom – Eu não me vou embora daqui, não importa o que me digas, eu não vou.

Bill – Tom. Vai para casa, por favor. – pediu. – Tu não podes estar sempre aqui metido, já basta eu.

Tom – Eu não te quero deixar. Eu prometi a ti e a mim mesmo que nunca te deixaria. Eu não consigo voltar para aquela casa sem ti.

Bill – Tu não me vais deixar Tom. Vais apenas a casa, vais tomar um banho, mudar de roupa e comer mais alguma coisa de jeito. – tentou convencê-lo; mais uma vez ele negou com a cabeça. – Tu amas-me? – perguntou.

Tom – Mais que à minha própria vida! – respondeu simplesmente.

Bill – Então se me amas faz o que eu te peço. Não por ti, mas por mim. – suplicou. – Vai. – voltou a pedir.

Tom – Eu vou. – deu-se por vencido. – Mas assim que fizer o que tenho a fazer eu volto. – contrapôs.

Bill – Tudo bem. Já é melhor do que nada. – sorriu.

Rodeou o pescoço do irmão com os seus braços e beijou-o apaixonadamente. Depois largaram-se e Tom seguiu para a porta do quarto.

Tom – Nunca mais me voltes a perguntar se eu te amo. – disse antes de sair do quarto. – Pois a resposta será sempre a mesma. Amo-te.

Bill – Eu também te amo, meu irmão! – sorriu-lhe; o loiro devolveu-lhe o sorriso.

Tom – Já volto. – saiu.

Caminhou apressadamente pelo corredor do hospital até encontrar o resto da família à porta do mesmo.
Eles sorriram ao vê-lo. Bill tinha conseguido convencê-lo a ir com eles!

Tom – Eu vou, mas volto! – disse assim que entraram no carro; desta vez Shin era o condutor.

Todos silenciaram-se ao ouvir aquela afirmação.
Chegaram a casa finalmente.
Assim que entraram Simone dirigiu-se à cozinha de imediato.

Simone – Vou fazer o jantar! O que querem comer?

Shin – Penso que qualquer coisa serve! – encolheu os ombros.

Yu – Quer ajuda dona Simone? – ofereceu-se.

Simone – Primeiro trata-me apenas por Simone, senão fazes-me sentir velha. – sorriu. – E além disso és da família. Segundo, eu não quero incomodar-te.

Yu – Não me incomoda nada.

Shin – O Yu é um bom cozinheiro mãe! – disse aproximando-se do namorado e dando-lhe uma leve palmada no rabo, levando-o a dar um pulo.

Yu – [b]Ao contrário de certas pessoas. – fulminou-o com o olhar. – Lá em Inglaterra tinha de ser sempre eu a fazer o almoço e o jantar. Era raro ele ajudar.

Simone – Estou a ver! – riu. – Então se não te importas eu aceito a tua ajuda.

Yu – Então vamos lá pôr mãos à obra. – dirigiu-se à cozinha.

Tom – Eu vou tomar banho. – dirigiu-se ao seu quarto.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Dom Jun 28, 2009 11:33 pm

Estou a controlar-me para não gritar de esterismo. [ Respira Kaylee; aff aff aff]

so...
Tu sabes...
A fic está linda como sempre e agora...ehm...
Sabes o que tens a fazer right??? ( Caso nao te lembres eu faço questão de te ajudar)

CONTINUA!!!!!!!!!!!!!!!

Beijos.
adoro.te ^^
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Seg Jun 29, 2009 5:21 pm


Capitulo 23




Assim que entrou no quarto os seus olhos incidiram sobre a cama desfeita. Memórias daquele dia horrível começaram-lhe a apavorar a mente, mas rapidamente ele as expulsou, abanando a cabeça e desviando o olhar da cama, enquanto se dirigia à casa-de-banho.
Despiu-se e entrou na banheira.
A água quente começou a percorrer o seu corpo e a relaxar os seus músculos. Por momentos foi como se sentisse as mãos daquele que amava a acariciar as suas costas, os seus braços, o seu peito. Fechou os olhos e deixou-se envolver naquela sensação.
A sua alma era corroída por um medo enorme, e o seu ser era assombrado por pensamentos negativos horrendos em que ele tentava não pensar a todo o custo.
E se não conseguissem encontrar alguém compatível? E se todo aquele seu esforço para aguentar aquela dor fosse em vão? E se… e se ele…
Subitamente os seus pensamentos são interrompidos por leves batidas na porta da casa-de-banho.

Shin – Hey, mano. O jantar está pronto! – a voz do seu irmão mais velho suou do outro lado.

Tom – Já… já vou! – gaguejou.

Shin – Está tudo bem Tom? – perguntou preocupado.

Tom – Não! – aquela era a mais pura das verdades. Para quê mentir quando a verdade está à vista de todos? – Sai. – pediu. – Eu já vou lá ter! – soluçou.

Saiu da banheira, secou-se e vestiu-se. Só quando se colocou em frente ao espelho é que viu que o seu rosto era lavado por grossos fios de água cristalina. Nem se tinha dado conta de que estava a chorar.
Limpou rapidamente o rosto, atou as rastas num rabo-de-cavalo, colocou a fita desportiva, ajeitou o boné e saiu da casa-de-banho.
Levou o telemóvel, as chaves de casa e as do carro ao bolso e saiu do quarto, dirigindo-se à sala de jantar.

Tom – Não tenho muita fome! – sentou-se à mesa.

Simone – Come pelo menos só um pratinho de sopa, filho. – pediu.

Tom anuiu e comeu a custo.
Assim que acabou de comer preparou-se para sair.

Simone – Tens a certeza que não queres dormir cá Tom?

Tom – Sim mãe! – abriu a porta da rua. – Até amanhã! – saiu.

Entrou no carro e conduziu até ao hospital.
Ao entrar deu uma palavrinha à recepcionista (sobre onde ia) e dirigiu-se ao quarto do irmão.
Abriu a porta devagarinho, temendo acordá-lo, caso ele estivesse a dormir. Encontrou-o em pé, de costas para a porta, a olhar pela janela enquanto a luz da lua era a única que o iluminava.
Fechou a porta com cuidado para não fazer barulho e aproximou-se. Abraçou-o por trás e depositou um leve beijo no seu pescoço. Bill quase pulou de susto, mas não se virou, já sabendo de quem se tratava.
Um leve sorriso delineou-se nos seus lábios e ele suspirou.

Tom – Eu disse que voltava! – sussurrou-lhe ao ouvido.

Bill – E eu disse que esperava por ti. – virou-se para trás e rodeou o seu pescoço com os braços. – É amanhã que vamos ficar a saber que rumo é que levará o meu e o nosso destino.

Tom – Tens de ter pensamento positivo. – colocou uma mexa do cabelo do moreno atrás da sua orelha.

Bill – Como é que tu queres que eu tenha pensamento positivo, se tu próprio não o tens?

Tom – Bill…

Bill – Tu pensas que eu não sei? Eu não preciso que ninguém me conte, não preciso de ouvir nem de ver. Eu sinto!

Tom – Desculpa! – pediu. – Eu devia ser mais forte. Devia dar-te a força de que precisas e não deitar-te ainda mais abaixo.

Bill – Tom, eu não me importo. – sorriu-lhe. – Isso só demonstra que o que tu sentes por mim é mesmo verdadeiro. É como uma prova de amor.

Tom – Tu ainda precisas de provas?

Bill – Não! Nunca precisei. – a sua mão direita desceu até ao peito do irmão. – Eu sei que é por mim que ele bate. Sinto-o. E esta é a maior prova de todas. – dito isto, uniu os seus lábios aos do seu gémeo.

Os dois deitaram-se na cama, e Tom puxou-o para si. Bill aninhou-se contra o peito do irmão e os dois adormeceram assim. O dia seguinte seria difícil, e de grandes emoções.
...


Simone – Tom, Bill, filhos. – sussurrou tentando acordá-los. – Acordem meus amores. – sorriu assim que os viu abrir os olhos.

Tom – O que se passa? – perguntou ensonado.

Os dois sentaram-se na cama e esfregaram os olhos. E só depois viram que no quarto se encontravam Shin, Yu, a sua mãe e um médico. E ambos sabiam que aquilo só quereria dizer uma coisa.

Bill – Os resultados já sairam?

- Sim. – o médico respondeu.

Tom pegou firmemente na mão do irmão e apertou-a, tentando transmitir-lhe confiança.

Tom – E então?


Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Seg Jun 29, 2009 5:35 pm

O________________________O

Tens o descaramento de parar a fic assim? :O :O

isso não se faz!!!

Vá continua...
Quero mais SIM ?

Beijos.
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Jun 30, 2009 1:50 am

OMG!
Os resultados ja sairam meu deuss!
Oh pleasee.
Tu posta.me isto rapidoo *w*
Maisss.

kuss «3
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Ter Jun 30, 2009 1:58 pm


Capitulo 24



- Bem, eu confesso que estou bastante surpreendido com os resultados! – o médico principiou. – É que existem duas compatibilidades. A mais provável e a menos provável de todas. Ou seja, o Tom e o Yu! – todos respiraram de alívio.

Shin abraçou-se ao namorado, e ao mesmo tempo Tom atirou-se, literalmente, para os braços do seu gémeo.

Bill – Eu não acredito! – quase guinchou de felicidade, apertando mais o irmão contra si.

- Agora têm de decidir qual dos dois irá fazer a cirurgia para doar a medula.

Yu – Por mim tanto faz. – encolheu os ombros.

Tom – Quero ser eu a doar a minha medula ao meu irmão. – a algum custo largou Bill e levantou-se. – Peço que não me leves a mal Yu!

Yu – Não te preocupes. Eu compreendo. Tens todo o direito em querer que assim seja. – sorriu.

Tom sorriu e voltou a encarar o médico.

Tom – Podemos tratar disto já? – perguntou.

- Claro! – o médico anuiu. – Vamos dar-lhe uma túnica e leva-los aos dois para uma sala de cirurgia. Peço ao resto da família que aguarde na sala de espera, e vou mandar vir uma enfermeira buscar o Bill para o levar para a sala. Siga-me Tom. – virou costas e fez sinal para que o loiro o seguisse.

Como sempre todos sairam deixando os gémeos sozinhos.
Tom virou-se para o irmão e sorriu-lhe meigamente, sendo-lhe retribuído outro sorriso ainda mais resplandecente.

Tom – Eu disse que eu te iria salvar! – aproximou-se e depositou-lhe um leve beijo nos lábios. – Isto vai ser rápido, vais ver. – beijou-lhe a testa. – Amo-te! – sussurrou-lhe ao ouvido.

Bill – Também te amo! – murmurou.



Assim que Tom se vestiu correctamente – o que não o deixou muito agradado, pois achava aquela túnica demasiado justa para o seu gosto (apesar de quase caberem duas pessoas lá dentro) -, deitou-se numa maca e os médicos levaram-no para a mesma sala onde Bill se encontrava.
Ambos sorriram um para o outro quando colocaram as suas camas lado a lado, deixando apenas algum espaço para que os médicos e enfermeiros pudessem passar.

Bill – Tenho medo! – confessou num sussurro.

Tom – Não tenhas! Vai correr tudo bem. – sorriu-lhe e esticou o seu braço na sua direcção. – Confia em mim.

Bill – Eu confio. – sorriu e fez o mesmo; entrelaçaram os dedos das mãos. – Diz-me que isto vai ser rápido! – pediu.

Tom – Vai ser rápido! Prometo.

As suas mãos foram obrigadas a afastarem-se. Os médicos deram-lhes uma injecção e ambos acabaram por perder os sentidos.
Agora está tudo nas mãos dos cirurgiões.


Yu – Shin, está quieto! – tentou acalmar o namorado, enquanto este não se fartava de andar de um lado para o outro pela sala de espera, num estado de nervosismo.

Shin – Não consigo! E se a cirurgia corre mal? – finalmente parou e olhou-o.

Yu – Vai correr tudo bem. Sossega! – agarrou-o pelos braços. – Eu nem quero pensar se fosse eu a estar lá dentro.

Shin – Tu nem me digas uma coisa dessas Yu! – ordenou. – Eu ficava tal e qual como estou agora, mas tenho a certeza de que o Tom não me conseguiria acalmar de maneira nenhuma! – soltou-se dos braços do moreno e recomeçou a andar de um lado para o outro.

Yu – Shin! – chamou-o tentando manter a calma. – Shin! – repetiu, respirou fundo e dirigiu-se a ele. – Shin. – agarrou-o por um braço e encostou-o a uma parede, atraindo as atenções da maior parte das pessoas que ali se encontravam, menos a de Simone (pois ela sabia perfeitamente o que se passava). – Pára, está bem? – pediu.

Shin – Está toda a gente a olhar Yu! – tentou soltar-se, mas sem sucesso. – Larga-me!

Yu – Deixa que olhem. Já passou muito tempo desde que deixamos de nos preocupar com isso. – deixou de fazer muita pressão, mas não o largou. – E eu só te vou largar quando tu parares quieto e te mentalizares de que vai correr tudo bem. Estás a irritar-me!

Shin – Eu estou preocupado! E eu sei perfeitamente que tu ficas-te assim, ou ainda pior, quando eu estive internado.

Yu – Tu não queiras comparar. – aquilo suou quase como uma ordem. – Aquilo tinha bastantes possibilidades de correr mal. – engoliu em seco. – Mas isto tem todas as possibilidades de correr bem. Tem calma. – baixou o olhar. – Agora anda ali sentar-te comigo e ver se te acalmas.

Shin – Hum… só se… - olhou-o com ar maroto. – Só se me deixares sentar ao teu colo.

Yu – Eu sabia que esse arzinho trazia água no bico. – riu; Shin estava quase a fazer beicinho. – Ok! Anda lá. – cedeu.

Sentou-se novamente numa cadeira e puxou o namorado para o seu colo. Este aninhou-se contra o peito do amado, e por momentos pareceu sentir que ele estava tenso. Levantou ligeiramente a cabeça e olhou-o.

Shin – Algum problema amor? – perguntou por fim.

Yu – Não. – mentiu. – Descansa um bocado. – aconselhou. – Nós… depois falamos.

O loiro não ficou convencido, mas decidiu não fazer mais perguntas, e deixou-se ser embalado e acalmado pela respiração suave do parceiro.

Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Jun 30, 2009 3:10 pm

OMG tenso? Neutral
Laughing
que de rir x'D
tenso no meio do hospital '--
xD

Ai espero que corra tudo bem, com os gémeos Smile
Ainda bem que o tom é compatível ^^

mais sim? x)


Beijo <3
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Jun 30, 2009 7:48 pm

OH GOD..+.+
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Ter Jun 30, 2009 9:27 pm

Awww *.*
Que queriddooosss *w*
Mais amorr. Maiss ^^

kuss «3
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MensagemAssunto: Segredo eterno   Qui Jul 02, 2009 1:06 pm


Capitulo 25 [Penúltimo]



Tom foi acordando aos poucos. A sua cabeça andava à roda e parecia que ia explodir a qualquer momento. O efeito do sedativo ainda não tinha passado completamente e ele sentia-se como se estivesse de ressaca.
Tentou sentar-se na cama, e ao fazê-lo gemeu de dor. O seu corpo doía-lhe por todo o lado como se tivesse acabado de ter sido espancado.
Mesmo assim, a algum custo, conseguiu sentar-se e encostar-se à cabeceira da cama.
Olhou para o lado e um sorriso apoderou-se dos seus lábios ao ver o seu gémeo deitado na cama do lado, a dormir que nem um anjo.
Ficou a olhá-lo por momentos, até que ele começou a despertar lentamente. Os seus olhos foram abrindo e fechando alternadamente, enquanto se tentavam adaptar à luz presente, até que se abriram completamente, e fitaram o ser que se mantinha sentado na cama ao seu lado, a sorrir-lhe com todos os dentes que possuía na boca.
O moreno sorriu-lhe e sentou-se lentamente no meio da cama, parecendo não possuir tantas dores quantas as que o irmão sentia.

Bill – Já… acabou? – perguntou finalmente. Uma réstia de esperança começara a despontar dentro do seu peito.

Tom – Acho… acho que sim! – respondeu.

Os olhos de ambos não se despregavam uns dos outros nem por um segundo.
De repente a porta do quarto foi aberta, e acompanhada por um médico, a sua família entrou no quarto.

Simone – Oh meus filhos. – ela não se aguentou e correu até ao mais novo, abraçando com cuidado, enquanto lágrimas de felicidade lhe escorriam pelo rosto. – Vocês foram muito corajosos. – dirigiu-se ao loiro e abraçou-o da mesma maneira.

Bill – Correu tudo bem não correu? – olhou o médico um pouco a medo.

- Sim Bill, correu tudo às mil maravilhas. – sorriu. – Não podia ter corrido melhor. Tu já não corres perigo de vida. – garantiu.

Yu – Vocês nem imaginam o estado de nervos em que o vosso irmão estava. – riu. – Quase que foi preciso chamar um médico para lhe dar um sedativo ou lhe pôr um colete de forças. – troçou.

Shin – Não precisas de exagerar. – protestou, dando-lhe uma leve palmada no braço. – Eu estava nervoso. – desculpou-se.

Os olhos de Bill agora brilhavam como duas estrelas cintilantes. A felicidade que se começou a apoderar do seu ser não tinha tamanho nem explicação. Estava livre! Finalmente poderia continuar a viver a sua vida ao lado daqueles que amava. Mal podia esperar por sair daquele hospital.
Naquele momento a única felicidade que se igualava à sua era a do seu gémeo. Este sentia-se orgulhoso, feliz, radiante, com o que tinha acabado de fazer. Como sempre prometera fazer, ele tinha acabado de salvar a sua metade mais preciosa das garras da morte!

Tom – E quando podemos sair daqui? – perguntou extasiado. Ele queria sair dali o mais depressa possível.

- Se amanhã vocês já não tiverem dores então podem sair. – o médico assegurou. – Agora peço a toda a família que saia e que volte amanhã. Os pacientes precisam de descansar.

Eles assim fizeram.
Despediram-se dos gémeos e sairam juntamente com o médico. Deixando novamente os dois sozinhos.

Bill – Eu quero sair daqui! – o seu tom de voz era mimada. Se não fossem as dores que sentia naquele momento, ele era capaz de saltar para a cama ao seu lado e abraçar, e beijar o seu gémeo com todas as suas forças. – Eu quero tocar-te. – esticou o braço direito na direcção do seu gémeo. Ele estava tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe!

Tom – Amanhã Bill. – sorriu-lhe. – Amanhã o dia será todo nosso. – prometeu. – Agora trata de descansar. – pediu.

Os dois voltaram a deitar-se e a fechar os olhos, prontos para voltarem a adormecer. Mas Bill não o podia fazer sem antes dizer uma coisa importante.

Bill – Amo-te! – sussurrou-lhe. – Para sempre!

Tom - Du bist alles was ich bin, und alles was durch meine adern fließt. – murmurou a última frase da música que fizeram juntos. – Amo-te! – disse por fim.

E passado algum tempo… os dois acabaram por adormecer.



Bill foi acordando aos poucos. Até que os seus olhos castanho-avelã fitaram os da sua mãe. Desviou por momentos para a cama do lado e viu que esta se encontrava vazia. Voltou a olhar a mãe confuso.

Bill – O Tom? – procurou saber.

Simone – O Tom já saiu meu amor. – sorriu-lhe. – Mas não te preocupes, nós levamos-te até ele. – assegurou-lhe. – O teu irmão e o Yu estão lá em baixo, veste-te para irmos embora.

Bill anuiu. Simone beijou-lhe a testa e saiu.
Levantou-se, vestiu-se, arranjou-se e penteou o cabelo cuidadosamente, optando por o levar esticado. Quando se achou pronto saiu finalmente do quarto.
Ao começar a percorrer aquele corredor sentiu-se como se um peso lhe tivesse sido tirado de cima das suas costas, e na verdade era mesmo isso que tinha acontecido.
Sentia-se livre e com vontade de correr para poder sair dali o mais rapidamente possível.
Começou a acelerar o passo, tentando não dar muito nas vistas, até que finalmente saiu pela porta do hospital e avistou a sua mãe, Shin e Yu ao pé do carro do seu irmão mais velho.
Alcançou-os e sorriu-lhes feliz. Todos lhe retribuíram o sorriso, todos estavam aliviados e radiantes por finalmente ele estar fora daquele inferno e acima de tudo livre da morte que lhe havia passado mesmo à frente dos olhos.

Bill – Onde vamos? – perguntou assim que todos entraram no carro.

Shin – O Tom está à tua espera, mano. – respondeu simplesmente.

Bill – Onde?

Shin não disse mais nada. Apenas abanou a cabeça de um lado para o outro e encolheu os ombros, dando a entender que mais nenhuma informação seria dita por si.
Desesperado por uma resposta Bill olhou os seus restantes familiares que ali se encontravam, mas eles nada disseram, dando a entender que não diriam nada.
Pelo caminho Bill notou que eles não se dirigiam a nenhuma das suas casas, mas sim a uma praia deserta. Até que chegaram finalmente a uma e ele foi praticamente expulso do carro.

Simone – Não cheguem tarde a casa! – avisou.

Yu – O Tom pediu-me para te entregar isto. – estendeu-lhe um pequeno envelope.

Bill recebeu-o e depois o carro arrancou.
Ainda um bocado confuso, o moreno abriu o envelope e tirou de lá um papel, desdobrou-o e leu-o.

Mesmo que sintas que estás um bocado confuso para o fazer. Segue os teus instintos, lembra-te que eles sempre te levaram ao sítio certo.


Continua…
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qui Jul 02, 2009 1:20 pm

awwwww love está tão lindo *____________*

Continua sim?

É pena já estar a acabar T___T

mas pronto. Continua lá. Very Happy
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MensagemAssunto: Oh my G.O.D *.*   Qui Jul 02, 2009 3:55 pm


O.h m.e.u d.e.u.s t.a t.ã.o.o.o LINDO Laughing
QUERO MAISSSSS!!!
Jáaa What a Face
Cheira.me q este final promete Razz
Adoro a tua FF drunken é linda...
E Porque será «Segredo Eterno»?? Suspect
Ve lá o que fazes...eles têm de acabar juntinhosss sim? No
Kiss, N.K
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MensagemAssunto: Re: Segredo eterno [2ªTemporada/1ºcapitulo]   Qui Jul 02, 2009 10:22 pm

Lindaa *.*
Mais amor Mais mais mais ^^

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