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 Se é amor, não importa com quem for

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racquel
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Dom Set 20, 2009 3:51 am

desculpaaaa a demoraaaaaaa T___T é que eu tive ocupada...e pra piorar, tive aula hoje, em pelo sábado Ç.Ç
mas ta aí mais um cap o/ kiss

- Anda, vamos.- O policial puxava Bill para fora do
avião. O moreno acordou e viu onde estava. Abaixou o rosto e deixou
seus cabelos negros tampado-lhe a face, não queria que ninguém mais o
visse chorar. Mas não passou despercebido.

- Vai ficar aí chorando de novo?- O policial ergue o rosto de Bill
colocando a mão no queixo do menor. Conseguiu ver nos olhos do moreno
que não havia mais brilho, agora estava apenas...vazio.Obscuro. Sentiu
pena do garoto. Felismente este policial era outro, um que tinha
ajudado a pilotar o avião e apenas olhava o garoto de relance para ver
como ele estava. Podia se dizer que não era tão desprezível quanto os
outros.- Infelismente a vida não é justa, pequeno.- O maior suspirou
antes de continuar.- São dois anos que podem parecer séculos.- Abraçou
Bill. O moreno arregalou os olhos com tal ato, não estava acostumado a
ser abraçado por mais ninguém que não fosse seu irmão. Rápidamente se
desfez do abraço do homem mais alto, olhando com receio. O policial
apenas entendeu, era difícil demais.- Vou levar você ao internato.- Viu
Bill novamente abaixar a cabeça. Se não fosse o trabalho dele, levaria
o garoto de volta.- Vamos.- Fez o mais novo entrar num carro que já os
esperavam. Dirigiu com calma até lá, olhando de vez em quando o moreno
pelo vidro.

Não demorou muito para chegar e Bill já podia ver uma das maiores
construções que já viu em toda sua vida. Era verde. Três tons de verde
espalhado por tudo. Observou mais fundo e conseguiu ver crianças,
alguns adolescente de sua idade também, brincando e jogando. Alguns
tinham o mesmo olhar que o seu, um olhar morto, outros já pareciam ter
se acostumado e só estavam esperando a sentença terminar.

Foi tirado de seus pensamentos quando novamente foi puxado para
poder sair do carro. Seguiu o policial que estava indo em direção a
porta principal. Entraram. Bill apenas observou o maior indo em direção
à um balcão e conversar com umas mulheres que pareciam o esperar. O
policial o chamou com o dedo. O moreno o viu assinar uns papéis e logo
um homem loiro apareceu lhe entregando uma mala de roupas, pois as suas
tinham ficado em casa.

- Estou indo agora, elas irão cuidar de você se precisar. Não se
preocupe, aqui os professores, recepciostas, diretores e supervisores,
além de falar inglês, falam alemão também. É uma boa oportunidade de
aprender a falar outra língua.- O policial viu Bill sorrir de maneira
sarcástica.- Algum problema?- O menor acenou negativamente.- Estou
indo.- Saiu do mesmo jeito eu entrou, não olhou para trás, apenas ou
deixou alí.

Bill não precisava aprender a falar inglês, ele já sabia desde muito jovem.

- Vou lhe mostrar o quarto em que irá ficar.- Disse uma
recepcionista um pouco mais alta que o jovem. Falava em alemão, o
sotaque era horrível na opnião de do mais novo.- Me acompanhe.- Seguiu
a moça, subiu alguns degraus de escada e logo viu um corredor gigante
todo em tom verde. Perfeito, desde aquele dia iria odiar verde. Viu ela
lhe entregar uma chave lhe apontando uma das portas do quarto, disse
mais alguma coisa sobre ter que voltar lá embaixo para ajudar as amigas
e o deixou alí.

Parou na frente da porta em tom de verde mais escuro e ficou olhando
e decorando o número. 483, não poderia esquecer, provavelmente se
perderia.

Entrou e encontrou um beliche com cobertas azuis, pelo menos não era verde. Deixou sua mala cair e subiu na cama de cima.
Ficou lá, não soube se foi por minutos,horas, apenas sabia que
estava alí por muito tempo. Ouviu a porta do seu quarto abrir e logo
ser fechada novamente. Não fez nada, não se mecheu, nem falou, apenas
continuou como estava, deitado de bruços. Sentiu alguém lhe observando.

- Oi, eu sou Gustav, prazer.- O loiro o observava se escorando na
mesa de estudos que era grudada com uma parte da parede. Bill nada
respondeu.

- Ei, não fica assim, sei que é duro no começo, não sei que tipo de
situação foi a sua, se seus pais morreram, se tentaram alguma coisa com
você mas...você se acostuma.- Tentava de algum jeito melhorar a
atmosfera fria que habitava o quarto. O mais jovem virou o rosto e
olhou pela primeira vez o loiro. Um olhar morto,apagado,vazio. Podia
jurar que era apenas um casca vazia.

- Deixe-me...sozinho...agora.- Falava em seu inglês perfeito.

O loiro o olhou meio sem jeito. Obedeceu, sabia mais ou menos o que
ele estava sentindo, nesse internato só aceita meninos que passou por
alguma situação familiar incestuosa obrigatória ou não, ou que os pais
tivessem morrido. Ouviu a porta novamente ser aberta e fechada, deixou
mais algumas lágrimas saírem de onde não deveriam sair. Adormeceu.

- O que será que aquele garoto tem?- Gustav pensava enquanto caminhava pelo corredor. Ouviu alguém chamar seu nome e virou.

- Até que emfim te encontrei, cara. Onde se tava?- Um rapaz um pouco mais baixo e ruivo lhe perguntava.

- Estava no meu quero, Maicon, tentando conhecer o companheiro de quarto. Mas ele é estranho.

- É uma pessoa de cabelos pretos com mechinhas loiras, maquiagem
preta, magro e alto?- Perguntou o olhando confuso. Gustav apenas
assentiu com a cabeça.- Cara, aquilo é um garoto, sinistro...achei que
tinham pegado ele por engano.

- É, realmente parece uma menina.- Gustav ri.- Mas ele parece muito estranho.

- Todo mundo parece estranho pela primeira vez que entra aqui.- Os
dois começavam a andar em direção a saída para irem pro jardim.

- Mas ele é diferente...apagado.- Gustav sentou-se no gramado
acompanhdo por Maicon.- Eu vou descobrir o que ele tem.- Disse firme. O
ruivo revira os olhos, conhecia o amigo, sabia que quando tinha algo na
cabeça ninguém fazia ele mudar de ideia. Ficaram conversando a tarde
inteira sobre assuntos diferentes e de vez em quando sobre Bill.

____________________________________

- Estou indo, mãe.- Tom estava perto da porta de saída quando sentiu
Simone lhe virar e beijar sua testa. Abraçou-a. Um abraço tão forte
como se estivesse com medo de que os policias também lhe tirassem a mãe.

- Vai com Deus, meu lindo.- Lhe desejava sorte.

- Não deve ser tão ruim limpar chão de azilo, mãe.- Dizia soltando
uma risadinha tentando quebrar o clima pesado que habitava aquela casa
com a falta de Bill. Desfez do abraço e saiu em direção ao azilo de
loucos que tinha alí perto.
Entrou e disse seu nome para a recepcionista loira que estava atrás
do balcão e parecia lhe esperar. Ouvia ela dizer que poderia subir e
limpar o andar de cima.

Subiu alguns degraus e viu um corredor anorme e todo branco, suas
paredes tinham várias portas para vários quartos. Olhou um pouco mais e
pode ver um balde com água e sabão e uma vassoura lhe esperando.
Arregassou as mangas e começou o trabalho.
Não precisava fazer muita coisa, o chão estava praticamente limpo,
mesmo assim fez questão de deixar ele reluzente, não queria que os
policias dissessem que não estava fazendo nada certo.

Olhou mais uma vez para o chão e sorriu, um sorriso de canto. Estava
tudo perfeito. Enconstou a vassoura na parede e viu uma menina de mais
ou menos sua idade sair por uma das portas. Vestia uma roupa branca e
tinha um olhar perdido, provavelmente uma paciente.

- Você deixou o chão reluzente, apesar de que não precisava limpar,
mesmo assim conseguiu deixar melhor.- Dizia a menina agora olhando para
o loiro.

Apenas afirmou com a cabeça e colocou o balde no chão.

- Estou indo...- Deu alguns passos em direção às escadas mas parou quando a menina lhe disse algo.

- Você está triste...ou melhor...praticamente morto. Só seu corpo se meche por obrigação.

Tom olhou para trás um pouco assustado.

- Seu reflexo no chão...é apenas uma sombra negra.- Ela olhava para a sombra de reflexo do loiro.

Tom sorriu. A menina sentia tudo o que ele estava passando. Entendeu o que ela quis dizer. Olhou-a mais um pouco e saiu.
Quando estava fora do azilo, virou olhando a construção e observou
uma das janelas altas que tinha, provavelmente o quarto da menina.

- São considerados loucos aquele que veêm a verdade, que as sente.-
Abaixou a cabeça e começou a andar.- Mais fácil prender essas poucas
pessoas...do que lotar azilos com o resto do mundo.
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Dom Set 20, 2009 5:44 pm

Oh pá! T-T
Eu fico com lágrimas nos olhos a ler isto ><
Eles têm que voltar a ficar juntos ;___;
E agora aquela cabra da Miley vai se atirar ao Tom que nem uma pega (que é o que ela é) deslavada '>.>
E espero que o Gustav ou o outro gaijinho não faça mal ao Bill Ç.Ç
Posta mais pliese! ><
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Set 21, 2009 9:51 pm

Adorei este capitulo *.*
Quero mais amor Very Happy

Rapidinhos xb

Kuss «3
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qua Set 23, 2009 6:08 pm

mais um cap minhas lindas *-* comentem plis *O*

[Bill]
Passou uma semana. Céus, uma semana, apenas isso, no mínino parecia uns três meses.

Por que isso está acontecendo comigo? Por que ninguém poderia nos entender?

Não sei por quanto tempo mais eu posso aguentar tudo isso. Sinto
tanta falta sua Tomy...meu Tomy. Sinto falta da mamãe, do cheirinho de
comida caseira que eu sentia enquanto descia as escadas. Dos sorrisos
que vocês dois me davam ao me ver pela primeira vez no dia. Sinto falta
do carinho de vocês.

Sinto falta de tudo.

Não sinto vontade de falar com ninguém, e mesmo assim, tem um loiro
me enchendo a paciência. Eu sei que ele está tentando me fazer sentir
melhor mas..só quero ficar sozinho, não conseguiria rir longe de vocês.

Que vontade de ouvir suas vozes.

[/Bill]

Bill estava deitado em sua cama, como sempre fazia logo depois que
tinha aula. Pegou um retrato que tinha da família, onde Tom estava com
a mão na cintura do mais novo puxando-o para si, o moreno fazia o
mesmo, e a mãe atrás dos dois com as mãos sobre os ombros dos garotos.
Foi a única coisa que conseguiu pegar de casa antes de ser puxado pelo
policial.

Deixou uma lágrima cair sobre o porta-retrato.

Por quanto tempo mais isso poderia durar?

Bill perdera a vontade de fazer qualquer coisa. Em uma semana ficou
doente três vezes. Não se maquiava, achava perda de tempo, não tinha
ninguém em especial para vê-lo maquiado.
Ouviu a porta ser aberta, era seu companheiro; Fingiu estar dormindo, não queria conversar.

- Você estava chorando, não é?- Gustav subiu as escadas que dava
acesso para a cama do mais novo. O moreno não respondeu, continuou
mantendo os olhos fechados.

- Por quanto tempo vai continuar se fechando assim?- O loiro falava com tranquilidade.

Viu que o moreno estava abraçado em alguma coisa. Chegou mais perto e viu a foto.

- Entendo...- Suspirou fundo. Viu o moreno abrir os olhos e o
encarar. Pela primeira vez Bill estava o olhando nos olhos. Sentiu um
pouco de desconforto, mas não se afastou. Manteu a calma.

- Eu sei sobre o que está passando mas...- Gustav não pode terminar de falar, foi interrompido pelo outro.

- Não sabe não...não sabe de nada...- Viu o moreno deixar cair uma
lágrima. Queria ajudá-lo, queria muito. Nunca gostou de ver ninguém
sofrendo. Era como se fosse uma terapia para si quando ajudava alguém.
- Saudade de tocar essa pessoa, ouvir sua voz, de dizer o
quanto ela é especial...- O loiro dizia apontando para a foto que Bill
tinha nas mãos. O moreno o olhou como se perguntasse como sabia disso.
Bill apenas assentiu com a cabeça.


- Eu sei que você não conhece nada aqui mas...nos fins de semana
somos liberados para andar pela cidade...se você quiser telefonar eu
posso te ajudar...- Gustav viu pela primeira vez um brilhozinho
aparecer nos olhos do menor. Bill não sorriu, mas só de ver que seu
ânimo tinha melhorado, Gustav se sentiu melhor.


Desceu as escadas e foi para sua cama dormir. Se cobriu até o pescoço e fechou os olhos, normalmente dormia bem rápido.

Um pouco antes de adormecer, conseguiu ouvir algo...

- Obrigado...

O loiro sorriu para si mesmo.
[Tom]
Não aguento mais isso. Simplesmente não dá mais. Ele é uma parte de mim, não podem tirá-lo de nós. Droga.

Reclamava para mim mesmo enquanto entrava no azilo. Limpava todos os
dias o primeiro andar. Era lá que ficava uma menina um ano mais nova
que eu, em que descobri que seu nome era Millena. Apesar de ser um
azilo para loucos, eu não via nada de errado com ela, apenas era um
pouco lerdinha. Demorava para responder as coisas. Mas às vezes falava
como um ser humano normal, e sempre dizia coisas que fazia o maior
sentido. Não sei por que ela estava alí, só precisava de alguém que
tivesse um pouco de paciência para cuidar dela. E se ela tivesse
alguém, tenho certeza que teria se recuperado totalmente.

- Então vocês são gêmeos?- Ela perguntava para mim enquanto via-me limpar o chão.

- Sim...ele é lindo. Posso estar sendo nascisita mas, apesar de
sermos idênticos, ele tinha seu próprio estilo, fazendo com que não
ficassemos tão parecidos.- Disse rindo me lembrando de quanto tempo o
meu Bill demorava sempre para se arrumar. Não sei nem o por que contei
tudo isso à ela...mas estava precisando desabafar urgentemente. Puxei
uma foto que estava dobrada dentro do meu bolso. Tinhamos tirado em um
dos nossos dias mais felizes, estava apenas eu e ele, um do lado do
outro. Mostrei a foto à ela.

- Realmente gêmeos...iguaiszinhos.- Me surpreendi um pouco.
Normalmente quando alguém nos via, demora um pouquinho para perceber
que somos idênticos por causa de nossos diferentes estilos. Sorri para
ela, pela primeira vez tinha sorrido.

- Por que não vai atrás dele?- Perguntou-me.

- Eles os levaram de mim, já disse isso.- Fiquei um pouco triste ao lembrar.

- Eu sei...- Ela me olhou.- Mas vocês são gêmeos. Pinte o cabelo de
preto, use as mesmas roupas e vá atrás. De preferência em um final de
semana, porque os alunos de internato só podem usar roupas normais
nesses dias.

Eu a olhava impressionado, não acreditava que ela estava me dizendo tudo isso.
Arriscado demais. Seria impossível.
- Quem sabe...um dia.- Concordei com ela apenas para vê-la
feliz.- Está na hora de ir-me. Até mais.- Ela sorriu em sinal de
"adeus", antes de ir falei mais uma coisa.- Vê se tira toda essa
maquiagem.- Ri um pouco, ela usava batom vermelho por todo rosto,
parecia uma palhacinha, era engraçado. Só conseguia ver seus olhos
verdes e seus cabelos castanhos. Ela assentiu com a cabeça.

Desci as escadas e logo vi a porta que dava-me acesso para a rua.
Saí devagar e encontrei alguém. Logo a fúria me tomou por completo. Se
eu fosse menos controlado, eu teria voado em seu pescoço. Era a Miley.

- Tomzinho, você por aqui?- Perguntava com um brilho malicioso em seus olhos verdes.
- Sua...- Não conseguia nem falar. Se eu a pudesse matar, matava. Mas isso apenas traria mais problemas.

Ela é a culpada de tudo, e isso eu nunca vou poder perdoar, e nem quero.

- Não tenho tempo pra você agora.- Ela caminhou em direção à porta
do azilo.- Vim visitar uma louquinha.- A voz o jeito que ela falava me
dava mais raiva. Não sei por que, mas aqueles olhos verdes e cabelos
castanhos me lembravam alguém. Não me importei mais com isso. Fechei
meus punhos tentando controlar-me. Falei para mim mesmo que se ouvisse
a voz dela mais uma vez, não iria aguentar. Por sorte ela nada falou,
entrou e a vi desaparecendo aos poucos lá dentro.
Suspirei fundo e voltei a andar em direção à minha casa. No meio do
caminho, encontrei meus amigos que estava me ajudando muito naquele
momento difícil.


- Tom.- Mike corre em minha direção acompanhado junto de Georg.

- Oi pessoal.- Sorri.

- Cara, eu...- Georg não conseguia falar. Podia ver seus olhos lacrimejarem.

Os dois me abraçaram ao mesmo tempo, me pegando de surpresa. Eu
realmente preicsava de carinho, deixei-me levar. Não sei quanto tempo
ficamos assim, mas quando nos separamos, pude ver que eles haviam
chorado enquando me abraçavam.


- Querem dormir lá em casa?- Convidei os dois. Minha mãe também
gostava muito deles, seria uma boa ideia para poder esquecer um pouco
toda essa dor. Eles apenas sorriram e começaram a andar junto comigo.


O caminho inteiro falamos sobre bobagens. Mas minha cabeça sempre estava ligada à Bill. Suspirei fundo.

Meus amigos reclamavam que eu não tinha mais vontade de fazer nada,
e realmente não tinha. Tudo o que eu fazia eu levava o meu Billy
juntos, não sei fazer nada sem ele, nada. Tudo se torna inacabado pois
ele não está junto à mim para me ajudar a terminar.


Entramos dentro de casa e eu logo chamei por minha mãe. Ela veio sorrindo ao saber que eles ficariam e dormiriam hoje aqui.

Não demorou muito e minha mãe já estava preparando o jantar enquanto
eu, Mike e Georg, conversavamos na sala, até que eu toquei no assunto
sobre limpar o azilo...
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qua Set 23, 2009 6:27 pm

Fofi faz-me um favor continua logo rapido eu amo tanto esta fic


maismaismais bitte
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qua Set 23, 2009 7:16 pm

AHHHH! O Gustav é o maior *.*
O Tom devia seguir o conselho da Millena 8D
É uma excelente ideia +.+
Posta mais, pliese, amor. Eu amo tanto esta fic *o*
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qui Set 24, 2009 10:00 pm

Amei este cap +.+
O Billy vai conseguir vê.lo , eu sei que vai Very Happy
Quero mais rapidinho amorr.

Kuss «3
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Ter Set 29, 2009 1:14 am

Diminuir < Tamanho do Texto > Aumentar

[Tom]

- Cara, você tá limpando um azilo, é isso?- Georg perguntou-me indignado.

-
Sim, mas não é tão ruim...nada parecido do que estar separado do Bill.-
Abaixei a cabeça por leves segundos, para logo depois levantar
novamente e encarar olhos assustados de Mike.

- Meu Deus, isso é
horrível. Nós sentimos o que você está passando.- Vi Mike apertar a mão
de Georg em sinal de que se perdesse ele, saberia o que eu estava
sentindo.

Me abraçaram. Novamente voltei a soltar uma lágrima.
Eles
eram os melhores amigos que alguém poderia ter. Não se beijavam na
minha frente, pois não me deixar triste ao lembrar que não posso mais
fazer isso com o Bill.

Ouvi minha mãe gritar, avisando que o jantar estava pronto, ou melhor, que o jantar tinha chegado, pois haviamos pedido pizza.

Eram duas pizza sabor queijo e calabresa. Eram as que o meu irmão mais gostava.

Droga, tudo me faz lembrar ele.

O jantar foi tranquilo. Meus amigos fizeram de tudo para nos animar e, por algum tempo, conseguiram.

O resto da noite ficamos vendo filmes, comendo pipocas e jogando até altas horas, só depois disso que nós fomos dormir.

Falei
para eles que poderiam os dois ficar juntos no quarto de hóspedes, mas
não queriam. Insistiram em ficar no meu quarto, que eram também de
Bill. Acabei sedendo. Coloquei mai dois colchões no chão, sorte que
nosso quarto é grande.

Eu ainda digo "nosso" quarto. Não me acostumei da ideia de não te ter mais aqui.

Contamos
algumas piadas antes de dormir, acabei rindo por lever momentos. Depois
de um tempo tudo ficou em silêncio. Eles haviam dormido.

Também estava com sono, confesso. Mas antes de dormir, fiquei pensando comigo mesmo, porque a Miley tinha ido no azilo?

[/Tom]

[Miley]

Não acredito que tive que encontrar com o Tom até aqui. Ele me dá nojo, que nem a minha irmã.

Nem acredito que eu ainda tenho que visitar ela uma vez por mês. Nem sei como somos gêmeas.

Entrei
naquele lugar asqueroso. Pedi a informação de qual quarto a minha irmãs
estava, eu sempre me esquecia, por isso tenho que perguntar.
Subi algumas escadas, pois a Millena estava no primeiro andar.
Fui correndo até o quarto dela mas, adivinhem? Cai de bunda no chão. Por que raios estava molhado?

Levantei me limpando e bati na porta. Vi esta sendo aberta, e
logo de cara vejo meu reflexo. Tudo igual à mim. Mas tinha algo
diferente.
Enquanto meus olhos tinham brilho de vitória, os delas
apenas tinham medo, talvez por me ver, aliás, fui eu quem pôs ela nesse
lugar horrível.

- O que você quer aqui?- Vi ela perguntar-me, para logo depois, sentar em sua cama.

Fiquei em pé mesmo, não queria sentar no sofá desse lugar.

-
Esqueceu que tenho que te ver, mesmo contra minha vontade, e ficar com
você durante trinta minutos?- Falei irônicamente. Ela abaixou o olhar,
por momentos, tive pena dela. Poxa, ela ainda era minha irmã.

Mas não posso voltar atrás, ela está praticamente recuperada. Em pouco tempo poderá sair desse lugar e nunca mais me verá.

Era melhor assim, melhor para nós duas.

Ela deitou-se na cama, parece que dormiu.
Enquanto via ela
deitada, me lembrei da relação dos gêmeos Kaulitz. Como eles poderiam
aceitar isso? Eu entreguei eles para a polícia pois senti ódio, pensei
que este tipo de coisa estava me perseguindo, pois, isso já aconteceu
comigo.

Cheguei um dia em casa sendo recebida por Millena, lembro-me que
estava bem nervosa. Disse que podia me dizer o que sentia e que nada
iria mudar. Me arrependo dessas palavras.
Ela simplesmente me
beijou, acredita? Eca, que nojo. Disse que ela estava louca, que
precisava ser internada, e disse mais um monte de coisa também.
Resultado?
Aquilo atingiu ela psicologicamente, fazendo ela ficar
meia..."lerdinha". Chamamos um médico, ele disse para mim e para minha
mãe que o melhor seria interná-la, pois seu estado psicológico era
lastimável.
Eu perdi a cabeça na hora, por isso disse aquilo tudo. Mas depois de um tempo percebi que era o melhor ter feito.

Depois de um tempo conheci os Kaulitz, e quando doube que ele
tinha me trocado pelo irmão gêmeos, de novo, perdi a cabeça e o
entreguei. Me vinguei, e não me arrependo.
Os trinta minutos passaram, e eu a deixei alí. Não conversamos nada, não tinhamos o que falar.

Saí
daquele lugar o mais rápido que pude. Eu não sou uma pessoa de ter
sentimentos, eu mesma sei disso. Mas algo estava me corroendo por
dentro.

[/Miley]

[Bill]

O
gustav tentava falar comigo todo o dia, tentava me animar. Às vezes
conseguia fazer eu soltar leves risos mas, nada mais que isso.
Estava disposto à me ajudar mesmo sem conhecer minha história. Era uma pessoa maravilhosa, acho que poderemos ser amigos.
Como
ele havia prometido, saímos no sábado para comprar um cartão telefônico
para poder ligar pra casa. Ele teve que me ajudar com os números de
começo, pois não sabia o que colocar.
Estava chamando. Oh Meu Deus, estou tão nervoso para ouvir a voz dele e de minha mãe novamente.
Gustav estava do meu lado, não me importei, aliás, ele não entende alemão mesmo.
Ouvi o telefone sair do gancho.

[/Bill]

[Tom]

Acordei com o telefone tocando. Que raios. Quem ligaria em pleno sábado às...duas da tarde.
Opa, duas da tarde. MERDA!! Saí do quarto deixando meus amigos ainda dormindo.
Corri
rápido para atender o telefone. Passei rápido ela sala, mas antes pude
ver um papelzinho com a letra da mamãe avisando que tinha ido ás
compras.

- Alô?- Perguntei um pouco cansado por ter corrido.

- Tom?- Essa voz...BILL.
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Ter Set 29, 2009 2:01 am

A Millena é irmã gémea da Miley? O.O
E apaixonou-se por ela. T.T
Estupida! Como é que a Miley pôde fazer aquilo à propria irmã GÉMEA? ><
Eles vão falar *-*
Ohhhhhhhh... posta mais pliese! *.*
Não se para assim T_T
Posta mais rapidinho! *-------*
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Ter Set 29, 2009 9:34 pm

Oh deus , fiquei em choque O:
A Miley é irmã gémea da Millena O.O
Oh deus . Ela apaixonou.se por ela O:
Que estupida a Miley . Como é que ela foi capaz de
levar a irmã para o azilo ? >.<
Oh meu deus , eles vao falar , eles vao falar Very Happy
Mais rapidinho por favor *w*

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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qui Out 01, 2009 6:34 pm

não quero saber se a Millena se aproximou demasiado dela ou não. ela não tinha o diretio de fazer aquilo que fez, e ponto final!

como já tinha dito, o Gusti é inteligente xD
FINALMENTE! algum contacto entre eles *-* estava morrendo com desespero! xD

POSTA MAIS!
8D
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qui Out 01, 2009 11:56 pm

[Tom]
Não podia acreditar, era ele me ligando!

- Bill...BILL É VOCÊ?- Gritei. Não me importei em acordar meus amigos, estava feliz demais em ouvir a voz do MEU irmão.

- Tom...Tomy...- Ouvia pela sua que voz que, em pouco tempo, estava
prestes a chorar, e eu também.- Meu amor, minha vida. Tomy...tudo bem?-
Típica pergunta mas, eu senti que ele a fez porque realmente estava
preocupado.

- Bem? Nada está bem desde que você se foi Bill...- Sentia lágrimas caindo.

- Tomy...- Percebi que ele também chorava.- meu bem, eu já nem sei
quanto tempo passou, não consigo fazer nada direito sem você, é como se
tudo que eu fizesse ficasse inacabado pois, você não está aqui comigo.

- Bill...eu não aguento mais.- Bati a mão na mesa que estava ao meu
lado.- Eu vou aí te buscar, te sequestrar...qualquer coisa...DEUS.-
Estava tremendo. Nunca fiquei tanto tempo longe dele, é como se cada
dia morresse uma parte de mim. Cheguei a ficar no máximo dois dias sem
ele e, quando nos encontramos, não desgrudamos mais. Merda, e agora
tenho que passar por isso.

O que foi que eu fiz pra merecer esse tipo e coisa?

- Não, é melhor não, pode dar problema e...- Não queria ouvir ele dizer isso.

- Mas eu quero...eu sei que você quer também...e eu já tive uma
ideia.- Bom, a ideia não é minha mas, pra não ter que explicar muito, é
melhor dizer que é.

- Mas, e a mamãe?- Estava muito preocupado.

- Ela vem comigo, lógico.

- O que você vai fazer?

- Se-gre-do.

- Isso não é hora de segredos.- Ficou irritadinho, que lindo. Ahh, amo-o tanto.
Ouvi a porta ser aberta. Mamãe gritou dizendo que tinha chegado.

- Vou chamar a mãe, ela quer muito ouvir você Bill...

- Chama, Tom, chama...

- MÃE...TELEFONE.- Gritei para ela poder ouvir.

- Quem é, querido?- Ela perguntava enquando entrava na sala onde eu
estava com o telefone nas mãos. Ela viu que meus olhos estavam
vermelhos de choro, logo percebeu quem era. Voou, literalmente, em cima
do telefone, o tirando de mim.

- Bill? É você meu bebê?- Vi lágrimas saindo, de alegrias e de
saudades. Não conseguia ouvir o que o meu irmão falava mas, mamãe
parecia muito feliz.- Sim, querido, não se preocupe. Sim, está tudo
ótimo. Tá, ok, vou passar pro teu irmão.

- Billy...- Falei pegando novamente o telefone. - Tá, também te amo,
muito...muitooooo, demais, pra sempre, toda vida, pra
eternidade...sempre vou te amar.- Disse mais algumas coisas e logo
desliguei, o cartão dele estava acabando.

- Mamãe...- Abracei-a fortemente.

- Estou com tantas saudades.- Ela chorava.

- Eu sei...eu sei...mas...- Me afastei e olhei-a nos olhos.- Pronta
pra viajar?- Vi ela arquear uma sombrancelha em sinal de confusão.- Eu
tenho uma ideia para podermos ficar perto dele, mãe.- Do jeito que nós
estavamos, mamãe toparia tudo pra ficar perto de nós dois. Juntos.

- Faça o que for necessário para ficarmos todos juntos, mesmo que seja escondido.

- Farei...Agora eu vou pro azilo. Hoje é meu último dia lá e
gostaria de me despedir de alguém.- Vi ela acenar positivamente. Peguei
uma foto do meu irmão e coloquei dentro de uma mochila, para logo
depois, sair de casa.

Andei calmamente até o lugar que no começo eu achava chato mas, graças a Millena, o tempo passou um pouco rápido.

- Estou indo limpar o primeiro andar.- Avisei à recepcionista que já
bem me conhecia. Subi as escadas e em pouco tempo estava na frente do
quarto da Mi.

- Mi, é o Tom, abre.- Vi a portar abrir calmamente e, para meu espanto, vejo a Miley.

- Miley...- Não sei o por que, mas não senti que era ela.

- Tomy...- Me abraçou. Eu não retribui o abraço. Estava confuso.-
Você me pediu para tirar o batom da cara...e eu tirei.- Espera um
pouco...é a...Millena.

- Millena?- Pergunto confuso.

- Claro...quem mais seria?

- Miley...- Vi sua face entristecer.

- Conhece minha irmã gêmea?- Irmã gêmea? Agora as coisas ficam mais claras.

Coloquei a mão no rosto. Céus, pra onde o destino está me levando?

Não me deixer ficar com raiva, aliás, não era a Miley. O que aquela bruxa tinha de ruim, a Millena tinha de carinho.

- Vim te avisar que hoje é meu último dia aqui.- Seus olhos
abaixaram.- Mas eu irei vir te visitar.- Ela sorriu.- Mas, antes, eu
vou buscar o meu irmão.

- Vai mesmo? Vai fazer aquilo que te disse?- Ela estava feliz.

Acenei positivamente. Ela me abraçou e logo me soltou. Ficamos
conversando durante todo o tempo em que eu limpava pela última vez
aquele andar.

Depois de, mais ou menos, uma hora, terminei. Me despedi com um abraço forte e logo fui embora. Iria sentir saudades dela.

Caminhei lentamente até o cabelereiro mais próximo que, por sorte, estava sem ninguém.

- Oi.- Fui entrando.

- Olá.- Veio um cara meio...estranho.

- Gostaria de saber se você poderia fazer isso no meu cabelo?- Tirei a foto de Bill do meu bolso e mostrei.

- Aqui eu consigo tudo, criança.- Porra, já sou adolescente, quase
adulto. Melhor não reclamar, vai que ele se irrita e caga com meu
cabelo.

- Então, consegue?

- Sim, mas você ficará umas...- Ele ficou pensativo. Que medo.- Cinco horas aqui.- OH Céus, cinco horas sentado em uma cadeira.

- Vai demorar pra eu...tirar isso da sua cabeça.- Falava olhando para meus LINDOS dreads. Ahh que saudade que iria sentir.

- Tudo bem...- Falei derrotado. Fazia tudo pelo Bill, não é?

Sentei na cadeira e ele começou a sua missão.

[/Tom]
[Bill]
Nem acredito que pude ouvir a voz do meu irmão e da minha mãe.

Estou tão feliz. Gostaria de saber o que eles vão fazer.

Será que vão vir me visitar?

Fui tirado de meus pensamentos.

- Tudo bem, Bill?- Perguntava Gustav sorrindo ao ver minha cara de bobo.

- Melhor impossível.- Sorri também.- Estou muito feliz por ter
falado com ele, Gustav. Obrigado mesmo.- Ele ficou sem jeito.- Por que
você me ajudou? Você nem me conhece e...

- Não precisa conhecer pra saber quando uma pessoa está sofrendo e,
não gosto de ver ninguém assim.- Ele me olhava com sinceridade.

- Obrigado mesmo...- Abaxei minha meu rosto ao sentir lágrimas descendo.

- Espero que sejam de felicidade essas lágrimas.

- É sim.- Voltei a sorrir. Alias, por que ele estava no internato
também? O que será que ele passou? Confesso que estou curioso. Acho que
vou perguntar quando chegar ao dormitório.

[/Bill]
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Sex Out 02, 2009 12:09 am

Awwwwww... eles falaram *------*
Tão lindos *w*
O Tom vai mesmo fazer o que a Millena disse 8D
OMG! Eu pagava para ver ele assim na realidade XD
Quero mais sim? ^^
Das duas +.+
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Out 05, 2009 10:42 pm

- Mike, Mike. Acorda amor.- Georg balançava seu seu namorado que estava deitado ao seu lado.

- An...hun...- Susurrou algo desconexo.- Já é de manhã?- Perguntou sentando-se na cama.

- Já é de tarde.- Riu.- 15:30, amor.- Disse sorrindo ao ver a face de assustado do outro.

- JÁ?- Falou mais alto.- Cadê o Tom?

- Saiu. Foi limpar o azilo, hoje é o último dia dele lá. E parece que foi fazer mais algumas coisas.

- E por que a dona Simone não nos acordou?

- Ela me acordou, e eu achei melhor deixar você descansar mais.

- Ahh, devia ter me acordado.- Disse agarrando o mais velho.

- Faz isso não, assim a gente não sai da cama.- Fez biquinho.

- Vamos aproveitar enquanto ele nõ está, lembra que na frente dele não podemos fazer nada disso, senão pode machucá-lo.

- Só um pouco então, senão a dona Simone pode ver a gente.

- Tá.- Riu. Começou dando beijinhos no pescoço do mais velho para, logo depois, beijar sua boca que já estava aberta.

Ficaram pouco tempo namorando, tempo até ouvirem a mãe dos Kaulitz
chamando-os para lancharem, já que a hora do almoço havia passado
faziam algumas horas.

- Queridos, quero pedir à vocês um favor.- Simone falava enquanto tomava seu suco.

- Pode dizer, faremos o possível, não é amor?- Mike sorria pro outro.

- Claro. Qualquer coisa em que pudermos ajudar...- Sorriu também.

- Eu queria que vocês tomassem conta desta casa. Tom e eu vamos vajar.- Disse com um pouco de nervosismo.

- Vão? Mas ele nem nos avisou...- Georg estava confuso.

- Eu sei. É que decidimos isso hoje de manhã. Não deu tempo do meu
filho comunicar à vocês, por isso ele pediu-me para dizer. Então, será
que podem?

- Por mim não tem problema.- O mais velho respondeu.

- Por mim também não...- Mike disse seguido do outro.

- Vocês são uns amores.- Simone sorria.

- Mas...pra onde irão? - O loiro estava interessado.

- Buscar o Bill...não sei quanto tempo iremos ficar lá até trazê-lo novamente...

Os dois se olharam assustados.

- Isso é arriscado demais.- O moreno estava preocupado.

- Eu sei...mas ele é meu filho, o amo demais, e Tom também. Vocês me entendem, não é?

Os namorados apenas acenaram positivamente com a cabeça, dizendo
para não se preocupar, que entendiam perfeitamente e que iriam tomar
conta de tudo o que acontecesse.

[Tom]

-Prontinho.- O cabelereiro disse, fazendo uma voz um tanto que...gay.

Tenho que confessar que senti um pouco de medo ao ouvir isso. Eu já não teria mais meus dreads, meus lindos dreads louros.

Estava com medo de me olhar no espelho e ver meu cabelo preto. Mas, tinha que ser assim.

- Deixe-me ver...- Disse nervoso. Ele percebeu e riu disso. Virou a
cadeira onde eu estava, fazendo eu ficar de frente ao espelho.

- Meu Deus...- Disse um tanto que assustado.- Estou idêntico à
ele...- Sim, estava igual à Bill, lógico, somos gêmeos, mas nunca
usamos o mesmo visual, isso nos diferenciava, agora pude perceber o
quanto era e sempre serei igualzinho ao meu irmão quando ele não usa
maquiagem. Simplesmente estava vendo ele em minha frente.

- Ficou perfeito...- Elogiei ele. O cara podia ser estranho mas, era
um dos melhores cabelereiros. Ele sorriu, parece que gostou do que eu
disse.

- Tome...- Me entregou um saquinho com alguns apliques de mechas louros claros.

- Não teria como eu desfazer os dreads e ainda por cima descolorir e
depois passar tinta por cima. Iria acabar com seu cabelo. Então, como
eu vi na foto que garoto tinha algumas mechinhas, isso fica por minha
conta.

Além de ser ótimo cabelereiro, era gente boa.

Agradeci e paguei ele pelo primeiro trabalho.

Saí com um sorriso no rosto. Se tudo desse certo, essa semana mesmo veria meu irmão. Estava radiante.

- Mãe, cheguei.- Disse gritando enquanto entrava pela porta de casa.

- Querido...que bom que...- Ela parou e me olhou assustada.- Bi..Tom?- Estava confusa. Eu ri disso.

- Tom, mãe. Isso faz parte do plano.- Eu ainda não tinha contado
todo plano para minha mãe, ela apenas tinha deixado tudo por minha
conta.

Ela não me perguntou mais nada, apenas me abraçou.

- Tudo bem. Já comprei as passagens. Vamos hoje à noite.- Dei o meu maior sorriso quando ouvi ela dizendo isso.

- O Tom já chegou?- A voz de Mike ficava cada vez mais forte até
que, em pouco tempo, ele já estava na entrada de casa me
olhando...estranho.

- Tô confuso...GEORG.- Berrou. Georg veio rapidamente e também me olhou estranho e passou um tempo assim.

- Se o Bill não tivesse a pinta embaixo da boca, e o Tom na bochecha, diria que era o Bill.- Disse rindo.

- Eu não entendo mais nada.- Mike passava a mão pelos seus cabelos.

- Nem precisa. Só torçam pra tudo dar certo. Mesmo que demore meses, eu trago ele de volta.

Eles acenaram com a cabeça.

Logo começamos a conversar sobre qualquer assunto mas, minha cabeça
ainda pensava no dia de amanhã. O dia em que viajaria, e em pouco tempo
veria meu irmão.

[/Tom]

[Bill]

Apostamos corrida de quem chegaria mais rápido.
Ele ganhou.

Era bem mais forte e mais rápido que eu. Já estava perdendo o fôlego de tanto que riamos enquanto entravamos no nosso quarto.

- Você é muito magro.- Disse bebochando.

- Não enche.- Mostrei a língua.- Logo estavamos rindo novamente.

- Então...- Disse me sentando na cama de cima, ele apenas se sentou
na cadeira que tinha numa das paredes do quarto.- Posso te fazer uma
pergunta?

- Claro.- Respondeu-me feliz.

- Por que está aqui?- Vi ele ficar pensativo.

- Eu respondo, mas...- Esperei a continuação.- Você também tem que
me dizer.- Foi a minha vez de ficar em dúvida. Será que conto ou não?
Talvez ele deixe de ser meu amigo por me achar... nojento.

- Promete não deixar de ser meu amigo?- Fiquei preocupado. Ele era a
única pessoa que falava comigo, me fazia me sentir um pouco melhor
enquanto eu não estava perto de Tom.

- Claro...não importa o que seja.- Ele prometeu.

- Ok...eu conto, mas primeiro você.

- Ok...- Tomou fôlego.- É simples...meus pais morreram quando era
pequeno, bem pequeno. Eu tinha apenas um tio que queria ficar comigo, o
resto da minha família não queria uma criança para os aborrecer. Fiquei
cinco anos com meu tio. Já o tinha considerado praticamente um pai.
Saíamos todo o dia, tomávamos sorvete, conversavamos, ele comprava
coisas para mim. Tudo o que um pai faria.- Ele sorriu. Então, por que
ele estava alí? Logo minhas dúvidas foram tiradas quando ele
continuou.- Mas...nem tudo foi perfeito. Quando eu tinha catorze anos,
ele abusou de mim. Tinha ficado comigo apenas para esperar eu chegar na
adolescência para fazer isso. Ele ficava me jogando na cara que ele era
o único que queria uma criança mimada como eu. Dizia que era para mim
pagar por tudo o que ele tinha me dado. Não aguentei, eu mesmo
entreguei ele à polícia. Eles me tiraram daquele monstro. Ás vezes
gosto muito de estar aqui.

Fiquei realmente chocado com a história do Gust.

- Que horror...- Disse triste.

- Agora...- Ele sorriu. Muito melhor quando sorri do que quando está triste.- É sua vez.

Respirei fundo.

- Ok...- Comecei a contar. Falei tudo sobre meu gêmeo. Desde o
momento em que me apaixonei por ele, o colégio, o Georg, sobre minha
mãe ter me ajudado, e como lutei pra fazer Tom perceber que também me
amava. Notei que ele ficou um pouco assustado.

- Então...vocês dois...irmãos gêmeos...se amavam?

- Sim...demais.- Disse feliz. Estava preparado para ele me achar nojento, mas não foi o que aconteceu.

- Se isso fosse forçado eu teria achado muito estranho...mas não é.
Vocês dois simplesmente se amavam, e aceitavam isso. Não deviam, nem
tinham o direito de separar vocês dois. Por mais que estejam longe um
do outro, esse sentimento sempre ficará únido. Essa merda de sociedade
não entende que não adianta nada separá-los.- Eu estava realmente feliz
por ele ter me dito isso. Era a única pessoa, tirando os meus amigos,
que me entendia.

Abracei-o fortemente.

- Obrigado por ser meu amigo.

- De nada...ei, aquela foto que eu vi você segurando...era você e seu irmão? É que eu não consegui ver direito.
- Ahh, sim.- Pego a foto que está no meu bolso.- Aqui.- Mostro à ele.

- Uooo. Estilos totalmenteeeeeee diferentes heinn, hehe.- Eu ri um
pouco.- Mas, dá pra perceber que são gêmeos...se não usassem roupas,
maquiagem, e cabelo diferente, seriam irreconhecíveis.

Ficamos falando sobre mais um monte de coisas. Ele parecia gostar de ver a minha foto. Achava legal o fato de sermos gêmeos.

Realmente, se não fosse ele, eu já teria desmoronado totalmente aqui nesse internato.

Obrigado, Gustav.


[/Bill]
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Out 05, 2009 11:08 pm

O Bill nem sonha o que o Tom vai fazer por ele *-*
O Gustav é mesmo um bom amigo Very Happy
Posta mais rapidinho pliese! *----*
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Ter Out 06, 2009 4:48 am

Menina lindas *-*
fiz um novo msn só para falar com vocês daqui do forum
me add...

flowervision2@hotmail.com

kiss =**
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Ter Out 06, 2009 7:11 pm

Adicionei Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Out 12, 2009 12:20 am

[Tom]

Não estava acreditando. Finalmente, finalmente. Embarcamos no avião
que nos levaria até a Inglaterra e, junto à isso, levaria-nos até MEU
irmão.

Balançava meu pé loucamente, enquanto estava sentado na poltrona do
avião, em sinal de ansiedade e, ao mesmo tempo, um certo medo. Medo de
não o conseguir tirar de lá. Afinal, como o tiraria de lá? É muito
arriscado, e eu ainda nem pensei num plano direito. Só pensei na
possibilidade de, já que agora estamos idênticos, de trocarmos de lugar
de vez enquando para que ele possa sair um pouco com a mamãe. Será que
teriamos que ficar fazendo isso até completar os dois anos? Bom, se eu
puder ver ele todo o dia, não me importo.

Fui tirado de meus pensamentos quando senti a mamãe tocar em meu braço.

- Hey, querido. Não precisa ficar tão nervoso.- Tentou me acalmar.

- Não dá, mãe. Vou ver ele de novo. Nunca fiquei tão longe dele, mãe...nunca.- Senti uma lágrima escorrer.

- Oh, meu filho.- Abraçou-me. Acho que também estava chorando ou,
pelo menos, tentando se controlar.- Dorme um pouco. Ainda vai demorar
para chegarmos.

Obedeci. Ela tinha razão. Demoraria muito tempo ainda. Fechei meus
olhos e deitei minha cabeça na poltrona. Fiquei olhando um pouco para
fora da janela do avião até que, em pouco tempo, já estava dormindo.


[/Tom]

[Miley]

Não, não é possível.

Como assim deram alta pra minha irmã?

Isso significa que ela saiu do azilo, ou seja, está totalmente recuperada.

Não que eu esteja triste por ela ter saído, muito pelo contrário,
que bom pra ela. Mas é que fiquei em choque ao pensar em reencontrar
ela, cara à cara.

Bom, não quero pensar nisso. Só quero pensar em coisas boas.

Hoje é meu aniversário. Faço dezoito anos.

Meu pai morreu à muito tempo. Deixou-me uma herança, uma boa quantia
em dinheiro. Algo em torno de não precisar trabalhar pelo resto da
minha vida. Coisa boa, hein?

- Estou aqui.- Entrei no escritório, onde assinaria a papelada para receber o dinheiro.

- O que está fazendo aqui?- O senhor de idade me perguntou.

- Ué? Vim receber o que é meu por direito.- O dinheiro era meu, não era? Claro que era.

- Sinto muito, nada aqui é seu por direito.

- Como assim?- Fiquei nervosa.

- O seu pai deixou a herança para a filha mais velha.- Agora tinha
entendido tudo. Até assim ela me atormenta. Mas ela não pode receber o
dinheiro. Minha irmã está no azilo.

- Realmente, toda herança é minha, maninha.- Ouvi uma voz feminina.
Olhei para o lado e vi Millena. Merda, lembrei agora que ela tinha
saído do azilo.

Ok, deixe eu me acalmar. Isso significa que eu estou nas mãos dela.
Nada aqui é meu, nem mesmo a casa. Então, eu dependo dela pra viver, se
ela quiser me expular da casa, ela pode. DROGA!

- É melhor ir se conformando.- Ela sorriu sínico. Isso me dava medo.
Até dias atrás, quando ela estava internada, ela tinha medo de mim. Mas
agora, tinha uma postura superior, ela que mandava...e eu que devo
ficar com medo.
Não queria mais ficar alí e continuar ouvindo aquela idiotisse.

Fui pra casa.

Bati a porta com força. Só moraria eu e ela alí.

Estava com medo. Millena poderia me mandar embora. Eu não teria lugar pra morar.

Não sei quanto tempo fiquei pensando, talvez por horas. Só sei que ouvi a porta ser aberta e depois fechada. Era ela.

- Ora, ora.- Ria loucamente. De repente, ficou séria.- O que ainda
faz aqui? Acha que merece esse lugar depois de tudo que me fez.-
Sentou-se ao meu lado no sofá.

- Eu...e-eu...- Merda. Eu estava gaguejando.

- Gaguejar nunca foi de você, maninha.- Passou a mão em meu rosto.- Você não tem outro lugar pra morar, não é?- Voltou a rir.

- N-não.- Disse fechando os olhos com força.

- Muito bem.- Senti ela se levantar. Abri os olhos lentamente.- Você
pode ficar aqui, com uma condição:- Ela sentou no meu colo, Estava me
assustando.- Terá que pagar por tudo que fez.- Não consegui nem pensar,
apenas senti seus lábios contra o meu, pedindo passagem com sua língua.

Ódio, ódio.

Merda de irmã...merda por ela ser mais forte que eu...e merda de viada que beija bem


[/Miley]

Agumas horas se passaram. Uma voz robótica dentro do avião avisou à
todos os passageiros que já haviam chegado, fazendo assim, acordar
todos que estavam dormindo.

Tom não conseguia se controlar. Às vezes chegava a dar pulinhos de ansiedade.

- Como você está igual ao Bill.- Simone o olhava de cima à baixo.

- Realmente, nem eu mesmo sabia que podiamos ser tão...idênticos,
apesar de sermos gêmeos.- Tom olhava para si mesmo. Estava vestindo as
roupas justas do mais novo.

- Vamos à um hotel para descansar.- A mãe chamava uma táxi.

- Hotel? Vamos para o internato agora mesmo.- Tom disse seguro.

- Mas já?- Perguntou um pouco assustada.

- Sim. Está cedo, e eu não quero mais perder um segundo.

Simone apenas concordou. Pegou um táxi e foram para o internato.


[Bill]

- Estou pronto.- Disse saindo do banheiro, vendo que Gustav estava me esperando.

- Aleluia, que demora, hein.- Ele brincou.

- Eu nem demoro tanto.- Fingi que estava emburrado.

- Não, nem um pouquinho. Consegui passar da fase do meu jogo.- Apontava para um jogo no computador.

- Bom...deixa pra lá.

- Sim. Vamos indo, senão o melhor cabelereiro daqui vai fechar.- Vi ela indo abrir a porta.

- Ok.- Saímos do quarto e conseguimos a licença para sair do
colégio. Gustav me convenceu a mudar o penteado. Eu gostei de ideia, já
estava com o cabelo liso e negros com mechas a bastante tempo. Estava
pensando em fazer dreads negros com brancos. Gustav tinha gostado da
ideia.

Não demorou muito e, em pouco tempo, estavamos nós dois na frente de um dos melhores cabelereiros daquela cidade.

Em pouco tempo fomos atendidos, e logo fui direcionado à uma
cadeira. Levaria em torno de cinco horas para fazer os dreads. Eu
queria eles bem pequenos, por isso demoraria mais. Não me importei
muito. Peguei uma revista e comecei a ler.

Parece que o Gust iria pintar o cabelo de preto, pra mudar um pouco o visual. Iria ficar...engraçado.

Que coisa estranha. Num certo momento eu...senti que não deveria trocar de visual.
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Out 12, 2009 1:03 am

OH MEU DEUS!
BILL! TU SAI-ME IMEDIATAMENTE DESSE CABELEIREIRO O.O
Ai minha nossa senhora das pevides que o Bill vai fazer asneira ><
Billy, volta para o internato JÁ! Antes que eu me passe ><
Posta mais please! ».«
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Seg Out 12, 2009 8:07 pm

Oh meu deus Bill Kaulitz Kaulitz , tu sai.me daí já ! O:
Ele vai estragar tudo ><
Quero mais amor Very Happy
Rapidinhoo .

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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Sab Out 17, 2009 10:32 pm

- Pronto, tá lindo.- O cabelereiro rodava a cadeira, fazendo Bill se ver no espelho logo à frente.

Bill passou a mão em seus dreads negros e brancos. Tinha pedido que
a parte de cima do cabelo ficasse lisa, então apenas fez os dreads
embaixo.

- Uau, ficou ótimo.- Balançava seus cabelos.

- Ficou mesmo.- Gustav olhava o novo visual do moreno pelo espelho.- Feliz?- Riu um pouco.

- Sim. E você? Até que não ficou nada mal de cabelos pretos.

- Eu fico bem de qualquer jeito.- Riu, fazendo Bill rir, também.

Pagaram e saíram.

- Quer tomar sorvete?- Gust perguntava.

- Só ser for de morango.- Respondeu.

- Bora, apostar corrida?- Falou o menor. Bill não respondeu, apenas
começou a correr.- Ei, você tá roubando.- Corria atrás do moreno.


______________________________________


- Já voltou, Bill?- Perguntava a recepcionista. Tom não estava
prestando atenção. Seus olhos se focavam na quantidade de cor verde que
aquele lugar tinha. A partir desse dia, iria odiar verde.- Bill?-
Chamou ele novamente.
Acabou se lembrando que estava como o irmão agora.

- Ah! Sim?- Respondeu sem jeito.

- Você não foi no cabelereiro? Você disse que ia ir...

- Bom...resolvi deixar ele assim , por enquanto...

- Ok. Agora, vá para seu quarto ou vá jogar com alguém.

- Vou pro quarto.- Disse subindo uma escada. Ficou em dúvida. No
final dela, tinha mais duas escadas, uma pra direita e outra para a
esquerda.

" Qual será? Esquerda ou direita?"- Pensava , agora, o moreno.

Tentou a direita.

- Bill. Não acredito que depois de tanto tempo aqui, você ainda não
tá acostumado que seu quarto é pra esquerda.- Terminou de falar e sumiu
ao entrar em uma porta verde escuro.

" Ufa! Pelo menos sei onde é."

Subiu as escadas do lado esquerdo. Chegou ao fim e viu um imenso
corredor. Começou a olhar as portas e os nomes que tinham do lado dela,
pra saber onde era o quarto do irmão.

- Achei...- Falou para si mesmo.- 483.- Rodou a maçaneta.- Deixou
aberta, típico do Bill.- Entrou e fechou a porta.- Não tem ninguém.-
Suspirou.- Melhor esperar.

Sentou na cadeira e olhou para a mesa à sua frente. Algo lhe chamou
a atenção. Pegou no porta-retrato e deixou uma lágrima cair. Era ele e
Bill abraçados.

- Eu vou te tirar daqui...


__________________________________


- O sorvete estava ótimo.- Comentava o moreno enquanto abria a porta
do internato. Não sabia dizer, mas era a primeira vez que se sentia bem
em entrar naquele lugar.

- É, mas eu que tive que pagar. Na hora da corrida você roubou.- Começaram a rir.

- Bill??

- Oi, Fernanda.- Bill cumprimentava a recepcionista.

- Mas...você não tinha deixado seu cabelo normal?- Estava um pouco assustada.

- Não. Eu mudei.- Riu um pouco da cara dela.

- Mas...jurava que tinha falado com você, agora à pouco.- Você tava
com o cabelo normal e tinha subido pro quarto. Aiiii, esse trabalho ta
me deixando louca.- Dizia ela tentando achar seu remédio dentro da
bolsa.

Bill sentiu algo estranho.

- Gustav, vamos subir.

- Ué? Mas você não queria ir jogar...

- VAMOS.- Pegou a mão do mais velho e correu para cima.

- Que pressa é essa?

- Tom...- Sussurrou.

Chegaram em frente a porta e notaram que não estava trancada.

- Eu falei pra você trancar a porta, né, Bill.- Gustav abria.-
Alguém podia ter entrado aqui e...- Parou de falar quando viu "Bill" à
sua frente.- Ué? Como entrou primeiro que eu?- Olhou para trás.- Como
que você tá atrás de mim?- Olhou para frente novamente.- Como que você
tá aí atrás e na frente, ao mesmo tempo?- Olhou os dois.- Você pôs algo
no meu sorvete.- Gustav sentou na cama.

- Tom...- Bill susurrava ao ver o irmão.- TOM.- Gritou e foi em sua direção.

- Bill...BILL.- Abraçou o irmão fortemente, tão sorte, que parecia
que queriam se fundir.- Meu amor...minha vida.- Não controlava mais as
lágrimas.

- Tomy...- Bill chorava.- Como...como você veio? Por que veio?

- Vim por você, vida.- Disse ao seu ouvido.- Você não sabe a tortura
que foi ficar longe de ti.- Juntou as testas. Iriam se beijar, mas...

- Cof, cof.- Tossiu falsamente.- Alguém me explica o que está acontecendo?- Olhava para os dois.

- Gustav, esse é meu irmão.- Sorria de um jeito que Gustav nunca viu.- Tom.

- Ué? Mas ele não usava dreads?

- Usava.- Respondeu o mais velho.- Mas só tinha um jeito de entrar aqui sem ser percebido, me passando pelo Bill. E você é...?

- Eu sou Gustav.- Levantou a apertou sua mão.- Companheiro de quarto do Bill.- Tom olhou para o mais novo desconfiado.

- Ciumento. Só companheiro de quarto e um grande amigo, Tom. Não precisa sentir ciúmes.
- Oras, não precisa mesmo.- Sorriu.- Mas isso que você fez foi arrisacado. Como pode perceber, Bill mudou o cabelo. Vão notar.

Tom ainda não tinha percebido. Estava feliz demais para prestar
atenção em cabelos. Olhou para o mais novo. Viu que este tinha o cabelo
mais comprido e usava dreads muito finos.

- Mas...Oh! Céus! e agora?- Bill estava lindo. Muito mais lindo, se
é que era possível. Mas, e agora? E o plano de trocarem de lugar às
vezes?- Como que vou trocar de lugar com você, Bill?

- Era essa sua ideia?- Perguntou suspreso.- Eu não devia ter mudado...- Ficou triste.- E agora?

- Bill, lembra quando nós estavamos jogando futebol?- Perguntou Gustav.

- Que que tem?

- Lembra que encontramos um lugar afastado por lá. Onde ninguém vai.
Podemos fazer uma pequena abertura na cerca. Então o Tom só precisa
pular o muro, e depois atravessar a cerca.

- Se você podia pensar nisso, por que é que ainda não fugiu?- Perguntou olhando Bill.

- Eu não tenho dinheiro, nada. Para onde é que eu iria ir?- Disse como se fosse óbvio.

- Ah! É mesmo. Desculpa.- Deu um selinho no mais novo.- Pode ser desse jeito que você falou.- Olhou para Gustav.

- Bom, estou feliz de tê-los ajudados. Mas...- Olhou para os dois.-
Vocês querem ficar sozinhos. né? Vou para o quarto do Michael. O
companheiro dele já completou maior idade e já se foi. Aproveitem.-
Disse com malícia e saiu.

- Ele parece ser legal.- Comentou.

- E é. Vai gostar dele.- Beijou o mais velho.

- Senti tanta falta sua.- Apertou-lhe a bunda.

- Minha ou do meu corpo?- Perguntou rindo.

- Dos dois.- Empurrou-o para cama. Ficou por cima do mais novo enquanto este lhe acariciava os cabelos.

- Você tá igual à mim.- Disse, enquanto mexia nos cabelos e olhava
os olhos pintados de Tom. Estavam mal pintados. Notava-se que não sabia
usar maquiagem.

- E você gosta?- Acariciou-lhe o peito.

- Na verdade, não.- Sorriu.

- Por quê?

- Porque sempre tivemos estilos diferentes e...parece que estou vendo um espelho.

Beijou-lhe.

- Posso fazer uma coisa antes de...continuarmos?

- O que você quiser, amor.- Respondeu o mais velho. Viu Bill sair
debaixo de si e andar até a mesa, abrindo a gaveta. Viu-o tirar algumas
coisas.

- Pra que isso?

- Vou arrumar seu cabelo. Senta aqui.- Ficou um pouco pensativo, mas acabou sedendo.

- Bill...você sabe fazer isso?- Ficou com medo.

- Não fica assim. Só não quero você tão parecido comigo.

- Ok...

- Então, você quer algo parecido com dreads que você tinha?

- Aham. O que pode ser?

- Rastafari?- Sorriu.

- você sabe fazer isso?- Estava receoso.

- Aí, já disse. Não precisa se preocupar. Vai ficar tude bem, ok? Confia em mim.

- Claro, amor. Só queria confirmar...-

Não disseram mais nada. Apenas deixou que o irmão fizesse o que
quisesse no seu cabelo. Teve algumas reclamações sobre estar doendo,
que estava puxando demais e etc. Demorou algumas horas e já estava
pronto.

- Tá pronto!- Bill deu um pulo por ter terminado. O mais velho não
disse nada. Apenas se levantou e correu em direção ao banheiro que
tinha no quarto.

- Gostou?

- Bill...AMEI!- Pegou o irmão e o ergueu para cima, logo depois,
dando-lhe um beijo. O mais novo enrolou suas pernas na cintura do
outro, para não correr o risco de cair.

- Agora...eu quero algo em troca.- Sorriu malicioso.

- O que poderia ser?- Deu-lhe um selinho.

- Você. Você todinho em mim. Não sabe o quanto estou louco por isso.- Apertou o membro do mais velho por cima da calça.

- Oh! Bill...- Gemeu. Andou até a cama e jogou o irmão com certa força nela.

- Ahh! Tom...- O mais velho beijava-lhe o pescoço. Tirou a camisa do
mais novo e concentrou em um dos seus mamilos.- Ahhhh!- Gemeu ao sentir
o irmão morder-lhe naquele lugar tão sensível.

- Geme meu nome, vai Bill.- Mordeu com mais força.

-Oh!! Tomy...

- Isso, é isso que eu quero ouvir...- Desceu beijos até o umbigo,
colocando sua língua naquele buraquinho, fazendo Bill se arrepiar.

- Tomy...eu estou ficando...- Sentiu vergonha de dizer.

- Diga...eu quero ver como você fica quando eu te toco.- Começava a abrir o zíper da calça do outro.

- Estou ficando...duro, Tom.- Virou o rosto.

- Ei, não se esconda. Quero ver você ficar vermelhinho por mim.-
Tirou toda a calça e a jogou em algum lugar daquele quarto. Viu que a
boxer preta de Bill estava...levantada. Mordeu aquele membro por cima
do pedaço de pano, sentindo que estava tão duro quanto o seu que
estava, ainda, embaixo das calças.

- Quero te fazer gozar mais de uma vez, Bill.- Não esperou resposta.
Tirou a boxer do irmão. Este gemeu ao sentir sua ereção em contato com
o ar. Gemeu mais alto ainda quando o irmão a colocou na boca.

- Ohhhh!! Ahhhh! Gott...Tomyyyyy!.- Gemia cada vez que ele ia mais
rápido. Chupou com vontade o seu membro duro.- Tomy...eu vou...-
Ouvindo isso, Tom segura o membro com força e chupa fortemente apenas a
glande, fazendo Bill gemer alto. Sentiu aquele líquido quente e bom em
sua boca. Não pensou duas vezes, engoliu tudo.

- Quer me tocar, Bill?- O mais velho olhava para todo o corpo nú do irmão à sua frente.

- Que...quero.- Sorriu tímido. Tirou a grande camiseta do irmão.
Ergueu um pouco a cabeça e chupou com vontade um dos seus mamilos, até
ficar totalmente duro. Revezava de um para o outro.

- Oh!! Bill!.- Fez Bill parar o que estava fazendo. O mais novo,
então, começou a tirar a calça com a ajuda do irmão. Jogou-a junto à
sua que estava no chão. Constatou que ele estava grande dentro daquela
boxer que parecia agora tão apertada. Abaixou-a rapidamente. Tom subiu
um pouco mais e parou com seu membro na boca do outro.
Bill pegou com vontade e com a ajuda de sua mão, começou a fazer
movimentos rápidos. Tom também se mexia, ajudando a fazer o serviço
junto com o outro.

- Oh!! Gott! Não perdeu a prática com a sua boquinha, hein, Bill.-
Afirmava quando estava quase gozando. Bill foi mais rápido e logo
sentiu o gosto do irmão na sua boca. E como o outro tinha feito,
engoliu também.

- Abra as pernas, Bill.- Ordenou. Viu o moreno timidamente abri-las. Isso apenas aumentava ainda mais o seu tesão.
Beijou-o enquanto enfia um dedo em sua entrada. Este gemeu, mas foi
abafado com o beijo. Enfiou mais um dedo e começou a rodar e enfiar
rapidamente no moreno.

- OHHH!! TOMYYYY.- Bill gemia ao sentir aquela sensação tão boa que à tempos não sentia.- Enfia, Tom...

- Enfiar, o quê?- Perguntava maliciosamente. Gostava de torturar o irmão.- Pede que eu obedeço, Billy. É só pedir.

- Enfia, Tom...seu...seu tesão dentro de mim...por favor.- Não
demorou ne um segundo a mais. Tom tinha entrado no mais novo.-
AHHHHHHHHHHHHHHH!

- OHH! GOSH! Tanto tempo sem mim e...- suspirava.- E ficou tão
apertadinho de novo.- Entrou totalmente. Esperou o irmão se acostumar e
começou os movimentos lentamente.

- Mais rápido...mais fundo, Tomy...aquele lugar...- Tom começou as
investida mais rapidamente, fazendo seu pênis encostar na próstata de
Bill.- AÍ, bem aí...NÃO PARA...- Gemia loucamente.

- Oh! Está cada vez melhor, Billy.- Ia mais rápido. Atingia, seguidamente, a próstata do irmão, fazendo-o ir a loucura.

- Estou vindo...- Diz Bill ofegante enquanto era masturbado por Tom.

- Vamos juntos.- Foram mais algums investidas e os dois gozaram ao
mesmo tempo. Tom deixou seu líquido preencher o interior do irmão. E
Bill gozou um pouco no abdômen e na cara do irmão, pela força que tinha
ido. O moreno começou a lamber o rosto do mais velho, para lhe tirar a
sujeira.

- Foi ótimo, Bill.- Deitou ao seu lado.

- Tudo com você é ótimo, Tomy.- Beijou-lhe a testa.- Vou tomar um banho.

- Vai lá.- Respondeu o mais velho. Viu-o, nú, levantar da cama e se
dirigir ao guarda-roupa. Este abaixou para pegar alguma coisa e deixou
seu bum bum empinado.

- Bill...-

- Que foi, Tomy?- Perguntava ainda abaixado.

- Eu estou...de novo...- O moreno levantou e olhou para trás.

- Tomy...- Viu o membro do irmão levantado para cima.- Co...como? Tão rápido?

- Você me deixa assim...- Levantou e pegou Bill no colo, levando-o para dentro do banheiro.

Aquela noite seria longa...

eu sei que vcs estão enjoando desta fic xD por isso estou terminando ela o mais rapido possivel *-*
kissão =**
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Jana Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Sab Out 17, 2009 10:58 pm

O QUE ??????
Eu não estou a enjoar , eu estou a amar isto +.+
Por favor , nao acabes ):
Eles encontraram.se finalmente *.*
Oh , quero mais rapidinho amor ^^'
E não acabes por favor *___________*

Kuss «3
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Dom Out 18, 2009 1:50 am

Quê!?
Enjoar? Eu? NUNCA!
A fic tá espectacular *.*
Por mim podias nunca acabá-la 8D
Continua-la sempre... até eles serem velhinhos jarretas e baterem as botas XD
A parte de baterem as botas, dispenso. Podiam-se tornar vampiros e viviam para a eternidade 8'D *Melanie sonha*
XD
Quero mais sim? ^^
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qua Nov 11, 2009 3:29 am

Os dias, alguns meses se passaram e o cuidado era o mesmo para o plano nunca ser descoberto.
Bill
e Tom ficavam juntos no quarto. Quando o mais velho precisava sair,
apenas pulava a janela com com cuidado, seguia até o local mais
afastado onde combinavam de se encontrar e pulava o muro com uma escada
que deixaram lá.

- Vamos, mãe. O Bill deve estar no esperando.-
Tom a apressava. Vontade de ver seu irmão era sempre grande, apesar de
o ver todos os dias.

- Calma, filho.- Disse a mulher, um pouco cansada. Não demorou nem cinco minutos, e lá estavam eles em frente ao muro.

-
Mano, passa a escada pra cá.- Gritou, Tom. Bill, que estava com Gustav,
ficou feliz ao ouvir a voz do irmão e logo fez o que lhe pediu. Com a
ajuda de Gustav, pois a escada era pesada, conseguiu, com algum
esforço, passar a escada para o outro lado. A mãe subiu primeiro,
descendo rapidamente e abraçando o filho. Logo veio Tom, que sentou no
muro para poder puxar a escada de volta para descer depois e abraçar o
irmão.

- Qua bom ver você de novo, meu filho.- Simone o abraçava.

- Mas a senhora está me vendo todos os dias.- Riu um pouco.

- Mas não é a mesma coisa. Quero você toda hora, correndo pela casa toda.

- Hey, tem eu, também.- Tom disse, emburrado. Simone entendeu e soltou o filho, este foi logo para os braços do outro.

- Espero que esteja cuidando bem deles, Gustav.- Simone abraçou o jovem.

- Como se fossem meus irmãos mais novos.- Sorriu, retribuindo o abraço.

- Que saudades, Bill.- Abraçou com força.

-
Mas me viu ontem.- Brincou.- Hei.- Soltou-se um pouco do abraço do
irmão.- Tenho uma notícia super boa pra dar à vocês. O Gustav já sabe,
pra ele não vai ser novidade.- Disse, enquanto se encostava no muro.
Viu todos prestarem atenção em si.- Ontem a Márcia, a recepcionista,
mandou uma mensagem para mim.- Sorriu abertamente.- Como em setembro é
meu aniversário, e eu completo dezoito anos, não precisarei ficar aqui
durante dois anos, apenas mais alguns meses até setembro.- Terminou de
falar e viu os olhos dos seus familiares brilharem.

- Sé...sério, Bill?- Perguntou Tom.

- Aham.- Riu.

-
AHH! Meu filho.- Simone o abraçou com força.- Finalmente vai voltar pra
casa. Estou tão contente.- Deixava algumas lágrimas escapar. Logo veio
Tom, para abraçar as duas pessoas que mais amavam.

- Amo muito vocês.- Dizia Bill, contente.

- Mas...e o Gustav?- Perguntou Tom, preocupado.

-
Não se preocupem. Eu já poderia sair daqui se quisesse, mas quis ficar
aqui ajudando. Mas quando o Bill sair, logo depois, vou para a casa dum
amigo meu.- Corou um pouco.- Andreas.- Sorriu, feliz.

- Não vamos perder contato com você, não é?- Perguntou Simone, contente.

- Não, nunca. Bill tem meu telefone, e-mail, skype, tudo.

- Sim, tenho tudo!- Sorriu.

- Gente, tá na hora de ir.- Gustav disse.- Vão checar aqui fora daqui a pouco.

- Mas eu queria ficar mais um tempo com meu filho.- Simone diz, triste.

-
Eu também.- Bill abraçou-a.- Mas amanhã a senhora volta, né?- Beijou
sua testa.- Té mais, mãe.- Disse Bill, vendo o irmão ajudar a mãe a
subir e depois voltar.- Ué? Não vai com ela?

- E perder tempo de
ficar com você? Não!- Sorriu e o abraçou pela cintura, juntando os
corpos, aproximando os lábios.- Bill...- Susurrou, fazendo seu hálito
bater contra o do moreno.

- Tomi...- Acabou com a distância. Um
beijo que no começo era calmo, carinhoso. Mas logo foi se tornando
selvagem, fazendo com que suas línguas travassem uma imensa batalha
onde, até aquele momento, não se tinha decedido o vencedor. O beijo
estava acompanhado por carícias, gemidos...mãos bobas, concerteza.
Gustav sabia que, se continua assim, eles poderiam "fazer" alí mesmo.

-
Cof, cof.- Tossiu, falsamente. Os dois entenderam o recado e se
separaram. Ambos estavam corados por ter deixado Gustav alí, como vela,
vendo os dois.

- Desculpe, Gust.- Pediu Bill, um pouco corado. Tom apenas acenou com a cabeça

-
Então, vamos?- Todos concordaram. Arrumaram o que tinham que arrumar,
para ninguém perceber. Esconderam a escada mais para o fundo, perto do
mato. Em menos de cinco minutos, estavam de volta ao internato. Bill e
Gustav subiram para seus quartos, esperando Tom com a janela aberta.

- Subir isso aqui não é fácil, não!- Dizia cansado, enquanto era puxado pelo irmão.

- Não reclama e entra logo, tô mandando .- Riu.

-
Hum...vamos ver quem manda em quem, depois!- Sorriu malicioso. Bill
corou com o comentário e deu um soco de leve no braço do irmão. Tom
sentou na cama, trazendo Bill para fazer o mesmo, só que em seu colo.

-
Então, Gust, você vai mesmo pra casa de algum amigo?- Perguntava Tom,
enquanto dava vários selinhos no pescoço do irmão. O moreno inclinou a
cabeça para trás, deixando mais espaço para ser beijado. Fechou os
olhos para sentir o carinho vindo do mais velho.

- Sim. Ele é
muito legal. Acho que vocês gostariam de o conhecer, também. Ele é meu
amigo de infância, fazia tudo comigo. Sempre tive o contato dele, estou
louco para revê-lo e...e...e...- Gust olhava as carícias de Tom e os
leves suspiros que Bill soltava.- E...e eu acho que vocês querem ficar
sozinhos, de novo, né?- Riu. Tom corou um pouco.- Não tem problema.- Se
dirigiu para a porta.- Hum, acho que vou para o quarto do Kristian,
dessa vez. Ele disse que tinha uns jogos pra mostrar. Bom, boa noite
pra vocês...se essa noite vocês dormirem.- Acenou e saiu.

- Gust já tá se acostumando a sair.- Bill riu.

-
Sim. Então...- Empurrou o irmão para a cama, caindo em cima dele.- Quem
que manda em quem, hein?- Bill ia responder, mas sentiu algo entrar
dentro de sua camisa e belicar seu mamílo.

- Ahh...hummm...-
Gemeu com o toque íntimo. Virou seu rosto corado para o lado, enquanto
mordia o lábio inferior. Aquela cena quase fez com que Tom perdesse o
controle.

- Adoro ver você corado.- Beijou seu pescoço.- Vira o
rosto pra mim.- Bill obedeceu. Devagar virou o rosto, mostrando o
quanto aquele toque o deixava assim. Tom o beijou, enfiando sua língua
direto na boca do outro, brigando uma com a outra. Beliscava os dois
mamílos do mais novo, fazendo-o soltar pequenos gemidos enquanto o
beijava. Alfo entre suas pernas já ganhava vida.

Talvez, naquela noite, não dormissem. Tinham algo muito melhor para fazer.

_________________________________


- Amor, acorda.- Mike deu um selinho no namorado.

-
Hum...- Georg gemeu ao ser acordado.- Que belo jeito de acordar.- Sorri
e puxa o namorado, que antes estava sentado na beirada da cama, para um
beijo mais demorado.

- Hei, melhor parar por aqui, senão eu não
consigo contar o que eu quero.- Diz Mike, rindo. Fez o namorado também
sentar na cama.

- Hum, diga.- Bocejou.

- Dona Simone ligou.

- Sério? Por que não me acordou?- Perguntou, um pouco chateado.

- Oh! Desculpa, amor! Mas é que você parecia tão cansado da noite anterior.- Sorriu, malicioso.

- Você me cansa, Mike, muito.- Encostou-se na cabeceira da cama.- Mas, continue.

- Ok. Ela tem uma notícia ótima.- Sorri.- Bill sai daqui à dois meses.

- Sério? Graças a Deus.- Agradece.- Mas, por que não vai completar os dois anos?

- Porque ele, daqui a dois meses, já será maior de idade. Não precisará continuar.

- Hum, em pensar que estamos a quase um ano nessa casa, cuidando pra eles.- Georg relembra.

-
Sim. Faz onze meses que o Bill foi pego. Ele ficará mais dois meses,
então fará mais de um ano. Pelo menos não é dois, não é?- Abraça o
namorado.

- Ainda bem. Não gostava de ver eles tristes. Parece que está tudo se acertando, meu amor.

- Aham.- Beija-o.- Vou lá fazer o café.- Disse, enquanto se lavantava. Sentiu uma mão o segurar.

- Nem mais um beijinhos e também, quem sabe...

-
Não. Vou fazer o café e vou fazer greve de sexo pra você, também.- Riu,
indo em direção a porta. Olhou para trás e desviou de uma almofada que
vinha direto em sua cara.

- Fala isso de novo e eu faço você não conseguir sentar nunca mais.- Disse, malicioso.

- Ui, eu não me importo de ficar de pé.- Riu um pouco.

- Mike, está brincando com fogo!

- Não sei, não. Esse fogo anda tão...apagado!- Fingiu tristeza. Começou a correr ao ver que Georg vinha atrás de si.

-
Volta aqui, Mike. Eu vou te pegar!.- Correu atrás do namorado que
corria em volta da mesa. Foi mais rápido. Pegou em seu braço, o fazendo
virar para trás, perdendo o equilibrio. Caiu em cima do mais novo.

- Quem é que tá com fogo apagado, hein?- Mordeu sua orelha.

- Você!- Riu.

- Quer morrer, é?

- Aham.- Mordeu o lábio inferior.

- Estou dizendo...você não vai conseguir nem levantar da cama depois.

-
Acho que você não consegue me fazer ficar tão cansado.- Provocou o
maior. Georg o levantou com força e o jogou em cima da mesa da cozinha,
sem se importar com algumas coisas que caíam.

- Isso é o que vamos ver.- Disse, convicto.

_____________________________________

[Miley]

Eu não aguento mais essa vida. Maldita irmã.

Ela
expulsou os empregados. E adivinhem? Eu fiquei no lugar deles. Agora eu
que faço os serviços domésticos. Ela diz que é obrigação.

Além de tentar me beijar quando estou destraída, ontem mesmo ela queria que nossa relação se aprofundasse, acredita?

E
eu estou com medo. Ela pode me por pra fora quando bem entender. Mas eu
não quero...fazer aquilo. Quer dizer, curiosidade eu tenho mas...NÃO!
Não tenho curiosidade. Não com a minha irmã. Acho que ela está me
afetando.

Beijos eu até aceito mas, por favor, como que eu e ela fariamos aquilo? Ela deve estar louca como sempre foi.

- Miley.- Millena a chamou com uma voz sedutora.- Quero-te aqui no quarto em dez minutos.

- Ok.- Respondi secamente.

Oh! Céus! De novo, não! Ela vai tentar de novo.

Vaca que não desiste.

[/Miley]
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MensagemAssunto: Re: Se é amor, não importa com quem for   Qua Nov 11, 2009 4:32 pm

O Bill vai sair em dois meses 8D
*Melanie faz festa* 8'D
Que fixe *-*
E já ninguém vai poder dizer que eles não sabem o que fazem Very Happy
Ahahah, já táva com saudades do Mike e do Georg *-* xD
Ahah, a Miley tá encrencada mesmo XD
Quero mais fic sim? ^^
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Se é amor, não importa com quem for
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