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 The Vampire Diaries

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Miss_Blood
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 12:58 am

As primeiras luzes do amanhecer estavam riscando o céu nocturno com um rosa e um verde pálido . Bill assistia ao espectáculo da janela do seu quarto, na casa de madeira. Ele tinha alugado especificamente esse quarto, porque o alçapão ficava no tecto, um alçapão que se abria para uma janela onde tu poderias andar sobre o telhado. Agora a porta estava aberta e um vento frio e húmido derrubou a escada do alçapão. Bill estava totalmente vestido, mas não era por que ele tinha levantado cedo. Ele não nunca dormia. Ele apenas voltou para a floresta, onde as poucas folhas húmidas agarravam-se do lado da sua bota. Ele as retirou exigente mente. Os comentários dos estudantes ontem não escaparam dele e ele sabia que eles estavam reparando nas roupas dele. Ele sempre vestia o melhor, não por simples vaidade, mas por que era coisa certa a se fazer. Seu tutor sempre dizia: Um aristocrata deve vestir-se fazendo juízo a sua posição. Se ele não fizer isso, mostrara desprezo pelos outros. Qualquer pessoa tinha um lugar no mundo e o dele era entre a nobreza. Por que ele estava insistindo nessas coisas? Claro, ele devia imitar o modelo dos estudantes, já que ele mesmo voltou a ser um, dias atrás. Agora as lembranças vinham grossas e rápidas, como se ele tivesse nadando pelas paginas de um jornal, seus olhos pegaram as entradas. Um lampejo vivamente veio a ele agora: O rosto de seu pai quando Caleb anunciou que ele tinha deixado à universidade. Ele nunca iria esquecer isso. Ele nunca tinha visto seu pai tão irritado...

- O que tu queres dizer com que não vai mais voltar? - Giuseppe era normalmente um homem imparcial, mas tinha um temperamento rigoroso e os eu filho mais velho trouxe violentas emoções a ele. Agora que seu filho tocou levemente nos lábios com um lenço de seda cor de carmim.
- Eu estou a pensar, será que tu não pode entender uma simples frase, pai. Então eu devo repeti-la em Latim para o Senhor?”
- Caleb - Gritou Bill rigorosamente, estarrecido com a falta de respeito. Mas seu pai interrompeu.
- Tu estas a dizer-me que eu, Giuseppe, conde de Salvatore, vou ter que olhar para os meus amigos sabendo que o meu filho é um preguiçoso que não contribui em nada para Berlim?” Os serviçais aproximavam-se receosos, já que Giuseppe trabalhava consigo mesmo um modo de direccionar a sua raiva.
Caleb nem mesmo piscou.
- Porco parasita! Isto já não é mau o suficiente quando tu estavas na escola, desperdiçando o teu tempo e o meu dinheiro? Oh sim Senhor eu sei tudo de apostas, dinheiro e mulheres. E eu sei que se não fosse pelos teus secretários e teus tutores, tu terias fracassado em todos os cursos. Mas agora tu dizes isso para desonrar-me completamente. Por quê? Por quê?” As largas mãos dele agarraram o queixo de Caleb. “Então tu vais voltar a caçar igual a um predador?”
Bill tinha que dar créditos ao seu irmão; Caleb não estremeceu. Ele manteve sua postura, quase desprezando o aperto de seu pai. Os Seus lábios estavam curvados numa linha de pura arrogância.

Tu foste longe de mais, pensou Bill, assistindo os dois homens encarando-se juntos. Diferenciando-se pelo charme que cada um esbanjava. Mas então ouve um barulho no escritório e a porta do corredor abriu-se. Virando, Bill ficou deslumbrado com os olhos cor de mel como pedras preciosas, moldurados por rastas. Este era Dawson. O pai dele, o barão de Swartzschild, tinha trazido-o, esperando poder ajudá-lo a recuperar-se da sua doença. E desde o dia que ele voltou tudo tinha mudado para Bill.

- Eu peço o seu perdão. Eu não quis ser intrometido”. A voz de Dawson era macia e clara. Ela movimentava-se graciosamente como se fosse uma pena.
- Não, não vá. Fique- disse Bill rapidamente. Ele queria dizer a pegar a mão dele – mas ele desafiou-se, não com os seu pai ali. Tudo que ele poderia fazer era contemplar as jóias de cor castanha dos olhos dele, que estavam no mesmo nível que os olhos de Bill.
- Sim, fique”. Disse Giuseppe. E Bill viu a expressão severa de seu pai suavizar-se e ele soltar Caleb. Ele andou para frente, endireitando seu longo e
pesado casaco de pele. - O Seu pai deve retornar dos negócios na cidade hoje, ele ficara feliz em te ver. Mas as tuas bochechas estão pálidas, Dawson.Tu não estás doente de novo, eu espero?”
- O Senhor sabe que eu sempre fui pálido. Quer que use blush alteza? Perguntou Dawson num tom engraxado.”
- Tu não precisas disso- disse Bill antes que pudesse deter-se e Dawson sorriu para ele. Ele era tão lindo. O Seu pai continuou - E eu o vi tão pouco durante o dia. Você raramente nos dar o prazer da sua companhia durante o crepúsculo”.
- Eu tenho os meus estudos e minhas obrigações no meu quarto, Senhor”.disse Dawson calmamente. Bill sabia que isto não era verdade, mas ele não diria nada; Ele nunca revelaria o segredo de Dawson. Ele olhou para o pai dele de novo “Mas estou aqui agora, Senhor”.

-Sim, sim, isso é verdade. E eu tenho que providenciar um jantar especial pelo retorno do seu pai. Caleb... nos conversamos mais tarde”. Giuseppe moveu-se até os servos, que o seguiram. Bill virou-se para Dawson com prazer. Era raro eles poderem conversar um com o outro sem a presença do pai dele ou de Gudrem, a impassível dama de companhia alemão de Dawson.

Mas então o que Bill viu fez um vento soprar no seu estômago. Dawson estava a sorrir – Um pequeno e secreto sorriso, como se ele estivesse procurando por ele. Mas ele não estava a olhar para ele. Ele estava a olhar para Caleb. Bill odiava o seu irmão agora, odiava Caleb o bonito e gracioso e sensual que tinha todas as mulheres aos seus pés como borboletas em chamas. Eram gémeos mais cada um possuía a sua sensualidade. Bill queria, agora, derrubar Caleb essa beleza em pedaços. Instantaneamente ele teve que esperar e assistir Dawson mover-se lentamente na direcção do seu irmão, passo a passo. E ele tinha que assistir Caleb a segurar na mão de Dawson e sorrir cruelmente um sorriso de triunfo...

...

Bill virou-se para a janela. Por que ele estava remoendo os velhos tempos? Mas ele parou de pensar nisso e pegou na sua camisa, que estava em cima da uma cadeira preta e vestiu-a. Ele passou o dedo indicador e o polegar, acariciando o anel que estava na palma de sua mão, então ele o ergueu contra a luz. Tinha um pequeno circulo trabalhado em ouro. Cinco séculos não tinham diminuído o seu brilho. Ele tinha uma pedra azul do tamanho da sua unha do dedo mindinho, Bill olhou para o pesado anel de prata na sua mão, também com uma pedra azul. E no seu peito tinha um familiar desconforto.
Ele não poderia esquecer o passado, e ele realmente não desejava isso. Apesar de tudo que havia acontecido, ele preservava as lembranças de Dawson. Mas havia uma única lembrança que ele realmente não queria desenterrar uma página de jornal que ele não abriu. Se ele tivesse que reviver esse horror, essa... Abominação, ele ficaria maluco. Como no dia, no ultimo dia, quando ele deixou seu controle. Bill debruço-se na janela. Seu tutor tinha outro dizer: Um monstro nunca encontra a paz. Ele pode ter um triunfo, mas ele nunca encontra a paz. Por que ele tinha que ter vindo para Fell’s Church? Ele tinha esperança de encontrar a paz aqui, mas isto estava a ser impossível. Ele nunca seria aceito, ele nunca teria descanso. Por que ele era um monstro. Ele não tinha como mudar o que ele era.
... Question
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 1:13 am

ounnn *____*
não é um monstro nao, nao pense assim Ç.Ç
por favorrr continuaaaa
mais um ap hoje
estou amando a fic
cada vez ta melhor
eu te imploro, mais hojeeee 8D
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 1:20 am

O Bill não é monstro coisissima nenhuma! Evil or Very Mad
Ele não tem culpa de ser o que é! --'
Pliese! Posta mais +.+
Hoje? *-*
Kiss...
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 1:50 am

Não Bill!
Monstros são aqueles que fazem maldades a torto e a direito só para seu divertimento! E muito mais!'--
O Bill não é nenhum monstro! *-*
Vai lá para a escola encontrar o teu 'princepe' *-*

Quero mais hoje também :c
^^
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 3:10 am

Tom levantou-se mais cedo que o normal. Ele poderia ouvir a sua tia encerando o quarto, preparando-se para o banho. Gustav continuava dormindo, enrolado como um ratinho na sua cama. Tom passou por seu irmão mais novo entreabrindo a porta ruidosamente e continuou descendo para o hall, para sair de casa.
A brisa estava fresca e limpa esta manhã, a árvore estava inabitada a não ser pelos pardais. Tom, que tinha ido par a cama com a cabeça latejando de dor, olhou para o céu azul e respirou profundamente. Ele sentia-se bem melhor que ontem. Ele prometeu encontrar Susan entes da escola.
Susan morava à dois quarteirões da escola. Era uma casa simples, como as outras da rua, excepto talvez pela piscina na varanda, que estava um pouco surrada, a pintura estava descascando um pouco. Susan já estava na frente da casa e por um momento o coração dela palpitou em vê-lo.
Ela estava bonita. Não havia dúvidas sobre isso. Susan era a queridinha de toda a América. . O Seu cabelo loiro a sua pele estava bronzeada. Os Seus olhos azuis eram doces e honestos. E hoje, quando ele
a abraçou gentilmente. Eles estavam um pouco tristes.

- Tu não gostarias de entrar?”
- Não. Vamos indo. Disse Tom. Eles foram lado a lado sem se tocar, pelo lado escuro da rua, onde estavam às nogueiras e o ar dessa manhã tinha ficado silencioso. Tom olhava para os seus pés na calçada molhada, sentindo-se de repente incerto. Ele não sabia como começar agora, depois de tudo.
- Então tu vais contar-me sobre a Alemanha. Disse Susan para quebrar o silêncio.
- Oh, lá é maravilhoso”. Disse Tom. Tom olhou rapidamente para ela. Ela olhava para a calçada também. -Tudo lá é maravilhoso”. Ele continuou
tentando por algum entusiasmo na voz. “As pessoas, a comida, tudo é simplesmente...” A voz dele parou e Tom sentiu-se nervoso.
- Sim, eu sei. Maravilhoso”. Ela terminou para ele. - Tom tens alguma coisa para me dizer? Ela aproximou-se dele e ele sorriu, um sorriso torto e doce. Então ela a envolveu em seus braços
novamente.
- Oh Tom” Ela disse, abraçando-o fortemente. Ela recuou olhando para o rosto dele.
- Susan, tu és a melhor pessoa que eu já conheci. Eu não te mereço”.
- Oh, então é por isso que tu estás a desprezar-me”. Disse Susan quando eles começaram a andar de novo.
- Porque eu sou demasiado boa para ti. Eu deveria ter percebido isso antes”. Tom beliscou o braço dela.
-Não, não é está a razão e eu não estou a desprezar-te. Nos vamos ser amigos, certo?”
- Oh claro. Absolutamente”.
- Porque é isso que eu deveria ter notado que nos somos”. Ele parou e encarou-a novamente. Bons amigos. Seja honesta, agora, Susan não é só isso que tu realmente sentes por mim?”

Ela olhou para ele e então rolou os olhos dramaticamente.

-Eu posso ter a metade ou isso?” ela disse. “Isso não tem nada haver com o novo rapaz, não é?”.
-NAO. Tom disse depois de hesitar um minuto e então adicionou rapidamente, Eu ainda não conheço ele. Não sei quem é ele”.
- Mas tu queres ele não é. Eu percebo. TOM KAULITZ nunca foi ignorado e tu foste eu vi.
- Não, não diga isso”. Ele colocou os braços envolta dela e gentilmente a virou. “Vamos, temos que ir para a escola. Se tivermos tempo eu compro um donut para ti”.

Quando eles começaram a andar, algo passou pela nogueira acima deles. Susan assobiou e apontou. “Olha isso! É a maior corvo que eu já vi”. Tom olhou, mas ele já tinha ido. A escola hoje era um lugar conveniente para Tom rever seu plano. Ele acordou essa manhã sabendo o que tinha que fazer. E hoje ele recolheu mais informações sobre as matérias de Bill Salvatore Collen. O que não foi difícil, porque todo mundo no Robert E. Lee estava a falar dele. Era de conhecimento de todos que ele teve um pouco de sorte nas inscrições com a secretaria de administração ontem. E hoje ele tinha que falar com o director. Algo sobre a papelada dele. Mas o director o mandaria de volta para as aulas (depois, tinha um rumor, sobre a uma ligação à longa distancia para Roma – ou era Washington?), e tudo parecia estar resolvido agora. Oficialmente, pelo menos.
Quando Tom chegou à aula de história europeia à tarde, ele foi saudado com um assobio baixo do hall. Dick Carter e Tyler Smallwood estavam lá. Um belo casal de idiotas, as raparigas correram para tom e ele gentilmente comprimento todas elas com um sorriso. Ele tinha contado a Natasha a introdução especial e o plano que ele colocaria em acção assim que Bill o visse. O espelho de Natasha compacto dava a ele uma visão privilegiada do hall atrás dele.

Bill apareceu. Tom queria para-lo, mas algo aconteceu antes que ele pudesse fazê-lo. Bill tencionou-se – ou pelo menos, tinha algo nele que parecia desconfiado. E Então Dick e Tyler pararam na frente dele na porta de sala de aula. Bloqueando o caminho. Os maiores idiotas do mundo. Pensou Tom. Fulminando, ele os encarou por cima do ombro de Bill. Eles estavam adorando o jogo, desleixados na passagem da porta, fingindo que eles eram completamente cegos ao facto de Bill estar ali.

- Com licença”. disse Bill. Era o mesmo o mesmo tom que ele usara com o professor de história, sossegado e solto. Dick e Tyler olharam um para o outro, então olharam em volta, como se escutassem vozes de espíritos.
“Scoozi
*?” Tyler disse falsamente. “Scoozi me*? Me scoozi*? Jacuzzi*?” Os dois riram.

*Isso seria uma imitação da fala do Bill em inglês:" Excuse me"

Tom viu músculos apertarem-se sobre a camisa na frente dele. Isso era completamente desleal; Eles eram duas vezes mais altos que Bill e Tyler era
duas vezes mais largo. Tom levantou-se.

- Algum problema aqui?”. Perguntou.
- Não não. Estávamos só a dar as boas vindas ao novo aluno.

No momento em que Tom ia virar-se para Bill,
Matt entrava na sala ao lado de Bill e ele estava atrás deles. Quando eles sentaram, Tom deslizou para a mesa atrás de Bill, onde ele poderia vê-lo sem ver a si mesmo. Seu plano teria que esperar para depois da aula. Matt mexia algo ruidosamente nos eu bolso, que significava dizer que ele queria dizer algo.

- Uh hei”. Ele começou, desconfortavelmente. “Esses rapazes são tu sabes...”

Bill riu. Era um som baixo. “Quem sou eu para julgar?”Tinha mais emoção na voz dele do que Tom tinha ouvido antes, quando ele tinha falado com o Sr.Tanner. E essa emoção era cruamente infeliz. “De qualquer forma, por que eu deveria ser bem-vindo aqui?”Ele terminou, quase que para si mesmo.

- Por que não deveria ser?” Matt estava quase berrando com Bill; Agora a mandíbula dele estava trincada com a decisão. “Escuta”, ele disse. “Tu estavas a falar sobre futebol ontem. Bem, a nossa estrela maior rompeu em lágrimas ontem a tarde, e nos precisamos de um substituto. As eliminatórias são está tarde. O que tu achas?”

-Eu?”. Bill soou como se tivesse sido pego de guarda baixa. “Ah… Eu não sei se posso”.
- Tu podes correr?”
- Posso -?” Bill virou-se pela metade para Matt, e Tom pode ver indícios de um sorriso nos lábios dele.
-Yes”.
-Tu podes aceitar?”
- Sim”
- Isso é tudo que podemos fazer. Eu estarei no quarto tempo. Se tu puderes aceitar o que te propus e correr com eles, tu podes jogar.”
- Eu vou ver.”Bill na verdade estava quase sorrindo, e a boca de Matt estava seria mas seus olhos azuis estavam dançando.

Espanto dominou Tom, ele percebeu que estava com ciumes. A cordialidade entre os dois rapazes o calou completamente. Mas no outro instante o sorriso de Bill desapareceu. Ele disse distante “Obrigado… Mas não. Eu tenho outros compromissos.” Nesta hora, Natasha e Caroline chegaram e a aula começou.

Tanner deu uma palestra completa sobre a Europa, Tom repetiu para si mesmo, “Oi. Eu sou Tom Kaulitz. Eu sou chefe do Comité de Boas-vindas, e eu tenho a responsabilidade de lhe mostrar a escola. Agora, eu não queria aborrecer-te, mas é o meu trabalho, tu não gostarias de me deixar sem trabalho, não é?”
Está era a única saída ampla, olhar saudosa mente nos olhos- Mas só se ele olhar como se quisesse ir embora. Esta era uma técnica infalível. Ele era um aproveitador de mulheres que precisava ser resgatado. Do meio da sala uma rapariga esticou-se e passou um bilhete para Tom. Tom abriu-o e reconheceu a letra redonda, infantil caligrafia de Natasha. Leu o então: “Eu mantive C. afastada pelo maior tempo que consegui. O que aconteceu?
Funcionou?????”
Tom olhou para cima para ver Natasha retorcendo-se na primeira fila, onde ela sentava. Tom apontou para o papel e sacudiu a cabeça, mexendo a boca. “Depois da aula.” Parceria um século até Tanner deixar alguns minutos finais instruções sobre a apresentação oral e dispensar eles. Então todo mundo levantou-se, um por um. É agora, pensou Tom, e com o coração palpitando, ele andou até o caminho de Bill. Ele olhou para cima e encontrou seus lábios no mesmo nível que a boca dele. A Sua mente ficou em branco. O que ele deveria dizer mesmo? Ele abriu a boca , e algumas palavras que ele tinha praticado vieram a tona. “Oi. Eu sou To… Tom. Não.. sim. Quer dizer. Ola. O meu nome é Kaulitz. Tom Kaulitz, e eu sou chefe do comité de boas-vindas e eu tenho que…

- Desculpa; Eu não tenho tempo.” Disse Bill

Por um minuto, ele não acreditou que ele estava falando, que ele não tinha lhe dado a chance de terminar. A boca de Bill terminou o que ele tinha praticado.

- Lhe mostrar a escola- acabou tom-
-Desculpa a serio; Eu não posso. Eu tenho que-que fazer os testes para o futebol.”Bill virou-se para Matt, que estava olhando espantado. Tu disse-te que eles eram depois da escola, não disses-te?”
- Sim.”Matt disse lentamente. “Mas-“

- Então é melhor irmos. Talvez tu possas me mostrar o caminho.” Matt olhou assustado para Tom, então disse. “Bem… Claro. Vamos.” Ele olhou de relance para trás quando eles foram. Bill não. Tom pegou-se olhando ao redor para a roda de observadores curiosos, incluindo Jason, que abriu um sorriso. Tom sentiu seu corpo entorpecer e plenamente sua garganta. Ele não poderia ficar ali nem mais um segundo. Ele virou-se e andou rapidamente para poder sair da sala. Manteve a cabeça erguida como se nada tivesse acontecido mais por dentro algo o destruía.


... Idea
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 3:39 am

euheuheue eu levo isso como se o tom tivesse levado um fora haha xD
quem manda o tom parecer o dawson xD~
uiuiuiiuiu essa fic ta muito boa, perfeita
esses dois xD hahaha
por favor mais sim *___* preciso de mais 8D rapidinho
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 4:29 am

Aiiii!
O Bill ignora-o compleatamente! Isto é tão desesperante o.o
Asseriu!
OMDf xD

Queria ver o Bill a jogar futebol *-* Sem camisola e sem piercing! -.-
Vai Tom cabeça erguida, sempre!!!

Posta mais *-*
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 5:15 pm

Ya! Eu também acho que isso foi como um fora que o Tom acabou de levar XD
Tadinho! Quem manda mesmo ele parecer igual a uma pessoa que o Bill conhecia? XD
O Bill está a ser um pouco rude, mas tenho a sensação de que isso vai mudar x)
Posta mais sim? ^^
Rapidinho!
Kiss...
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 15, 2009 7:28 pm

t AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO..
postas-te isso tdo ontemm.. OMG AMOR::
Tou a dixer-t vais ser escritora.. e eu vou compar tds os livros..
DIGNO..
amei esta parte:
Citação :
- Com licença”. disse Bill.
Era o mesmo o mesmo tom que ele usara com o professor de história,
sossegado e solto. Dick e Tyler olharam um para o outro, então olharam
em volta, como se escutassem vozes de espíritos.
“Scoozi
*?” Tyler disse falsamente. “Scoozi me*? Me scoozi*? Jacuzzi*?” Os dois riram.


e esta:
Citação :
Ele olhou para cima e
encontrou seus lábios no mesmo nível que a boca dele. A Sua mente ficou
em branco. O que ele deveria dizer mesmo? Ele abriu a boca , e algumas
palavras que ele tinha praticado vieram a tona. “Oi. Eu sou To… Tom.
Não.. sim. Quer dizer. Ola. O meu nome é Kaulitz. Tom Kaulitz, e eu sou
chefe do comité de boas-vindas e eu tenho que…

hahaha My name is Kaulitz, Tom Kaulitz.. muahahahaha
MAIS
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 12:04 am

affraid AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH..
LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.
tipo LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 1:47 am

Opah voces sao uma queridas Embarassed . Bigada.. aqui ta a recompensa.....................xDDDDDDDDDD um big big episode. Nao se preokupem k o Bill e o tom ja vao ter momentos muitos intimos no baile de inverno.. Nao posso adiantar mais nada..xp

Na hora que Tom alcançou o seu cacifo, o entorpecimento estava passando e o caroço em sua garganta estava tentando se dissolver em lágrimas. Mas ele não choraria na escola, ele disse à si mesmo, ele não iria. Quando Tom chegou em casa, o carro de sua tia Judith não estava na garagem; ela e Gustav devem ter ido ao supermercado. A casa ainda estava quieta e pacífica enquanto Tom entrava. Ele estava grato por essa quietude; ele queria ficar sozinho agora. Mas, por outro alado, ele não sabia exactamente o que fazer consigo mesmo. Agora que ele finalmente podia chorar, ele descobriu que as lágrimas não vinham. Ele deixou a sua mochila afundar-se no chão do corredor da frente e andou lentamente na sala de estar.
A sensação de algo em sua garganta estava de volta, mas ainda assim as lágrimas não vinham. Tudo dentro dele era contraditório. Ele não queria companhia, e ainda assim ele estava dolorosamente solitário. Ele queria pensar, mas agora que ele estava a tentar,os seus pensamentos a evitavam como um rato correndo de uma coruja branca. Coruja branca... ave de caça… comedora de carne… corvo, ele pensou. “O maior corvo que eu já vi,” Susan tinha dito. Os Seus olhos doeram novamente. Pobre Susan. Ele a tinha magoado muito. “Bill”, pensou Tom. O Seu coração fez um baque, forte, espremendo duas lágrimas quentes em seus olhos. Pronto, finalmente ele estava a chorar. Ele estava a chorar de raiva e humilhação e frustração – e o que mais? O que ele tinha realmente perdido hoje? O que ele realmente sentia por esse estranho, esse Bill Salvatore? Ele era um desafio, sim, e isso o deixava diferente, interessante. Bill era exótico… excitante. Engraçado, isso era o que algumas vezes as pessoas tinham dito à Tom que ele
era. E mais tarde ele ouvia deles, ou dos seus amigos ou namoradas, o quão nervosos eles estavam antes de sair com ele, como suas palmas ficaram suadas e seus estômago estavam cheios de borboletas. Tom sempre achou tais histórias divertidas. Nenhum rapariga que ele conhecera já o fez ficar nervoso. Mas quando ele falara com Bill hoje, o seu pulso estivera acelerado, os seus joelhos bambos. as Suas palmas estiveram molhadas. E não havia tido borboletas em seu estômago – havia tido morcegos. Ele estava interessado no rapaz porque ele o deixava nervoso? Não é uma razão muito boa, Tom, ele disse à si mesmo. De facto, uma razão muito má.
Mas também tinha aquela boca. Aquela boca esculpida que fez os seus joelhos ficarem bambos com algo totalmente diferente do que nervosismo. E aquele cabelo escuro como a noite – os seus dedos coçavam para se entrelaçar naquela suavidez. Aquele corpo flexível, aquelas pernas longas... e aquela voz. Fora a voz dele que a fizera se decidir ontem, deixando-o absolutamente determinado a tê-lo. A Sua voz era fria e desdenhosa quando estivera a falar com o Sr. Tanner, mas estranhamente convincente para tudo aquilo. Tom perguntou-se se poderia ficar escura como a noite também, e como soaria dizendo o seu nome, sussurrando o seu nome...
-Tom!"
Tom pulou, seu devaneio destruído. Mas não era Bill Salvatore chamando-o, era a tia Judith tagarelando na porta da frente aberta.
- Tom?" Tom!" E esse era Gustav, a sua voz sibilante. Sofrimento fluíu por Tom novamente, e ele deu uma olhada na cozinha. Ele não
podia encarar as perguntas preocupadas da sua tia ou a inocente animação de Gustav agora. Não com seus cílios molhados e novas lágrimas ameaçando a qualquer minuto. Ele tomou uma decisão rápida e silenciosamente deslizou pela porta de trás enquanto a porta da frente batia ao fechar.
Ele não queria encontrar ninguém que ele conhecia. Mas aonde ele podia ir para ficar sozinho? A resposta veio quase instantaneamente. É claro. Ele iria ver a sua mãe e o seu pai.
Era uma caminhada razoavelmente longa, quase na beira da cidade, mas nos últimos três anos se tornara familiar para Tom. Ele cruzou a Ponte Wickery e subiu a colina, para além da Igreja arruinada, então desceu para o pequeno vale adiante. Esta parte do cemitério era bem-cuidada; era a parte antiga que permitiam ficar levemente selvagem. Aqui, a grama estava primorosamente aparada, e buquês de flores salpicavam cores brilhantes. Tom sentou-se na grande lápide de mármore com “Gordon” entalhado na frente.

-Ola, mãe. Ola, pai,” ele sussurrou. Ele inclinou-se para colocar flores que ele havia comprado à caminho em frente ao mercado. Então ele enroscou sua pernas debaixo de si e simplesmente sentou. Ele vinha aqui regularmente após o acidente. Gustav tinha somente um ano quando o acidente de carro aconteceu; ele não lembrava-se bem deles. Mas Tom lembrava. Agora ele deixava sua mente folhear pelas memórias, e o caroço em sua garganta inchou, e as lágrimas vieram mais facilmente. Ele sentia tanto a falta deles, ainda. Ele tinha sorte de ter a tia Judith, é claro. Não era toda tia que se
despediria do trabalho e se mudaria para uma cidadezinha para tomar conta de dois sobrinhos órfãos. E Robert, o noivo de tia Judith, era mais como um padrasto para Gustav do que um futuro tio-por-casamento. Mas Tom lembrava-se dos seus pais. As vezes, logo depois do funeral, ele tinha
vindo aqui para gritar com eles, com raiva deles por terem sido tão estúpidos a ponto de morrerem. Isso foi quando ele não conhecia muito bem a tia Judith, e tinha sentido que não havia mais lugar na Terra aonde ele pertencesse. Aonde ele pertencia agora? Tom perguntou-se. A resposta fácil era, aqui, em Fell’s Church, aonde ela havia vivido sua vida toda. Mas ultimamente a resposta fácil parecia errada. Ultimamente ele sentia que devia ter alguma outra coisa lá fora para ele, algum lugar que ele reconheceria de primeira e chamaria de lar.
Uma sombra caiu sobre Tom, e ele olhou para cima, assustado. Por um instante, as 3 figuras paradas sobre ele eram alienígena, estranhos, vagamente ameaçadores. Ele encarou, congelado.

- Tom,” disse a menor figura agitada mente, as mãos nos quadris,- às vezes eu preocupo-me contigo, realmente me preocupo.” Tom piscou e então riu brevemente. Eram Georg, Caroline, Caleb e Natasha.

-O que uma pessoa tem que fazer para conseguir um pouco de privacidade por aqui?” Tom disse enquanto eles sentavam-se.
-Diga-nos para ir embora,” sugeriu Natasha, mas Tom só deu de ombros. Tom sentiu-se feliz pela presença dos seus amigos e por saber o quanto se preocupavam. Ele não se importava se eles soubessem que ele estivera a chorar, e ele aceitou os lencinhos amassados que Natasha. Os 5 sentaram-se juntos em silêncio por um tempo, observando o vento agitar o grupo de árvores de carvalho na beira do cemitério.

- Eu sinto muito sobre o que aconteceu,” disse Georg por fim, com uma voz suave. “Aquilo foi realmente terrível.”
- E o seu nome do meio é ‘Salvatore,’” disse Caroline. “Não poderia ter sido tão mau, Tom.”
- Tu não estavas lá.” Tom sentiu-se ficar quente novamente com a memória. “Foi terrível. Mas eu não ligo mais,” ele acrescentou categoricamente, com despeito. “Eu estou farto dele. Eu não o quero mais.”
- Tom! disse Natasha num Tom de preocupação
- Eu não quero, Natasha. Ele obviamente se acha bom demais para – para alemães. Então ele pode simplesmente pegar aqueles óculos de sol de designer e..."

Houve risada das outras raparigas. Tom assou o nariz e balançou a sua cabeça.

-Então,” ele disse à Natasha, determinado a mudar o assunto,
- pelo menos Kaulitz pareceu estar com um humor melhor hoje.” Disse Caroline.
Caleb pareceu atormentado e disse. - Tu sabes que ele fez eu me recrutar para ser a primeira a fazer meu relatório oral? Eu não me importo, de qualquer forma; eu vou fazer o meu sobre os druidas, e –”
- Sobre o quê?”
- Druí-das. Os velhos esquisitos que construíram Stonehenge e faziam mágica e coisa e tal na antiga Inglaterra. Eu descendo deles, e é por isso que eu sou vidente.” disse Caleb

Natasha desatou a rir, mas Tom franziu a testa para o talo de grama que ela estava girando entre seus dedos.

– Caleb, tu realmente vis-te alguma coisa ontem na palma da minha mão?” ele perguntou abruptamente.

Caleb hesitou. - Eu não sei,” ele disse por fim. “Eu – eu pensei que tinha naquela hora. Mas às vezes minha imaginação me escapa.”

- Ele sabia que tu estavas aqui,” disse Natasha inesperadamente. -Eu pensei em procurar na cafetaria, mas Caleb disse, ‘Ele está no cemitério.’"
- Disse?” Caleb pareceu pouco surpreso mas impressionado. “Bem, veja só. A Minha avó em Edimburgo tem a segunda visão e eu também. Sempre pula uma geração.”
- E tu descendes dos druidas,” Caroline disse solenemente.
- Bem é verdade! Na Escócia eles mantêm as antigas tradições. A minha avó Ela tem um jeito de descobrir com quem tu te vais casar e quando tu vais morrer. Ela disse-me que eu vou morrer cedo.”
- Caleb ! disse Natasha quase como um grito
- Ela disse. Eu vou estar jovem e bonito no meu caixão. Não achas que isso é fixe?”
- Não, não acho. Eu acho que é nojento,” disse Tom. As sombras estavam ficando mais longas, e o vento estava frio agora.
- Então com quem te vais casar, Caleb?” Caroline disse com jeito.
- Eu não sei. A Minha avó disse-me o ritual para descobrir, mas eu nunca tentei. É claro”

Caroline disse para quebrar o clima fazendo uma pose sofisticada – o meu marido ele tem que ser escandalosamente rico e totalmente lindo. Como o Tom ou Como o nosso misterioso estranho moreno, por exemplo. Especialmente se ninguém mais o quiser.” Ela lançou um olhar travesso para Tom.
Tom recusou a isca. “E quanto à Tyler Smallwood?” ele murmurou inocentemente. “ O Seu pai é certamente rico o bastante.” “E ele não é feio,” concordou Natasha solenemente, “Isso é, é claro, se tu fores uma amante de animais. Aqueles enormes dentes brancos.”
O grupinho olharam uns para os outros e então simultaneamente caíram na risada. Tom percebeu que ele ia ficar bem. Ele era ele mesmo novamente, não perdido, não um estranho, mas Tom Kaulitz, o rei da Robert E. Lee.

- Eu decidi o que fazer no meu relatório oral,” Tom disse, observando com olhos estreitos enquanto Natasha tirava com os dedos grama de seus cachos.
- O quê?” disse Natasha.

Tom inclinou o seu queixo e olhou para o céu vermelho e roxo acima da colina. Ele tomou um ponderado fôlego e deixou o suspense crescer por um momento. Então ele disse friamente, “A Renascença da Alemanha “The Collen family”.”
Georg ficou boquiaberto e Natasha e Caroline o encararam, então olharam uma para outra e explodiram em berros e gargalhadas novamente.

- Aha,” disse Natasha quando se recuperaram. “Então o tigre regressou.” Tom mostrou-lhe um sorriso ferino. A Sua confiança abalada havia retornado à ele. E ainda que ele sabia de uma coisa: ele não ia deixar Bill Salvatore escapar vivo.
- Tudo bem,” ele disse rapidamente. “Agora, escutem, vocês os quatro. Ninguém mais pode saber disso, ou vou ser motivo de riso na escola. E Jason iria amar qualquer desculpa para me fazer parecer ridículo. Mas eu ainda quero ele, e eu vou tê-lo. Eu não sei como ainda, mas eu vou. Até que eu elabore um plano, contudo, nós vamos tratá-lo com indiferença.”

- Oh, nós vamos? Disse Caroline ”
- Sim, nós vamos. Tu não podes tê-lo, Caroline; ele é meu. E eu tenho que ser capaz de confiar em ti completamente.”

CONTINUA^^
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 2:32 am

Ah! Pois é, o Billy é do Tommy e pronto u.u
E o Bill vai cair redondinho aos pés do Tom Twisted Evil
Mal posso esperar por esse tal baile *.*
Posta mais sim? ^^
Kiss...
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 2:37 am

ooohhh myyy godddddd o tom quer "ter" ele pra si...hum tommy, ter pra que? oq tu vai fazer quando ele for teu xD?
ohh my goddd
ta muito pérfeita a fic 8D
continuaaa rapidooooo....mais hoje plisssssss *__*
kisssssssss =*****************
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 3:18 am

Twisted Evil ammmmmmmmmmmeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.*.*
MAAIISSSSSSSSSSSSSSSSSS
OMG
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 3:33 am

OMDF!
Tens que postar hoje!
HOJE!
Não nos deixes assim! Eu quero saber do baile Twisted Evil
8D
Vá láaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa *-*
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Dom Ago 16, 2009 7:37 pm

baileeee \___________o__________/eu queroooooo o proximo cap logo *__* mais mais
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 17, 2009 5:26 am

Sad clé passou um dia e nao postaste.. isto ta contra as leis naturais da FISICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.. pale
CLEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE... MAISSSSSSSS
e sem mais demoras
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 17, 2009 5:50 am

Bigada a todas.. vocês são AS MELHORES..^^
E tal como a racquel eu tbm vou me ausentar.. mais não por 3 dias, mais sim por uma semanita e meia..*.*
Vou para londres com a family *.....................*
BJinhssssssssssss a todas.. e até daki a uma semanita e meia..

KISS
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 17, 2009 4:00 pm

Olha outra )':
Eu não acredito que agora estão indo todas embora Crying or Very sad
Fogo! Mal posso esperar para que voltes >.<
Kiss...
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sex Ago 21, 2009 7:32 pm

VOLTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Shocked
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Sab Ago 22, 2009 10:25 pm

tenho que esperar vc voltar Ç.Ç maissssss >,<
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 24, 2009 4:19 pm

tens de voltar !!!!
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 24, 2009 10:31 pm

Ola meninas.. obrigada.*__* voltei entao td gbem cm todas..xD bem ca vai mais um cap.. bjinhs a todas

- Espere um minuto! disse Natasha, um brilho em seu olhar. Ela soltou o alfinete da sua blusa, então, levantando o seu dedo, deu uma rápida picada. “Caroline, da-me a tua mão.”
-Por quê?” disse Caroline, olhando o alfinete com suspeita.
- Porque eu quero casar-me contigo. Por que você acha, idiota?”
-Mas – mas – Ah, tudo bem. Ai!”
- Agora és tu, Tom.” Natasha picou o dedo de Tom eficientemente, e então espremeu-o para conseguir uma gota de sangue. “Agora,” ela continuou, olhando para os outros com brilhantes olhos negros, “todos pressionamos os nossos dedos juntos e juramos. Especialmente tu Caroline. Jure manter esse segredo e fazer o que quer que seja para que Tom conquiste Bill. Mesmo que seja muito estranho”
- Olha, jurar com sangue é perigoso,” Caroline protestou seriamente.
-Quer dizer que tu tens que ser fiel ao teu juramento não importa o que acontecer. Mesmo que isso te leve a morte. Disse Caleb com ar assustador.”
- Eu sei,” disse Caroline assustada.
-É por isso que eu estou dizendo para você fazer isso.
- Eu juro manter esse segredo e fazer qualquer coisa que Tom peça em relação à Bill. Disse Caroline”

Todos repetiram o mesmo juramento selando ali o pacto de sangue. E Tom, encarando as pálidas sombras dos dedos juntos na reunião do anoitecer, tomou um longo fôlego e disse suavemente,- E eu juro não descansar até que ele pertença a mim.”
Uma rajada fria de vento soprou pelo cemitério, ventilando o cabelo de todos e fazendo com que folhas secas se agitassem no chão ouviu-se um forte trovão. Caroline arfou e recuou, e todos olharam ao redor, então riram nervosamente.

- Está escuro,” disse Tom, surpreso.
- É melhor irmos para casa,” Disse Natasha, fixando seu alfinete enquanto ficava de pé. Caroline levantou-se, também, colocando a ponta de seu dedo em sua boca.
- Adeus,” disse Tom suavemente, encarando a lápide. A flor roxa era um borrão no chão. Ele virou-se, e acenou para Caroline e Caleb. “Vamos.”

Silenciosamente, eles se dirigiram à colina em direcção à Igreja arruinada. O juramento feito com sangue deu-lhes uma sensação solene, e enquanto eles passavam pela Igreja arruinada Caroline estremeceu. Com o Sol se pondo, a temperatura tinha baixado abruptamente, e o vento estava cada vez mais forte. Cada rajada mandava sussuros pela grama e fazia com que as antigas árvores de carvalho agitassem suas folhas suspensas.

- Estou a congelar,” disse Tom parando por um momento no buraco negro que uma vez fora a porta da Igreja e olhando para baixo para a paisagem.
A Lua ainda não tinha se erguido, e ele apenas podia perceber o antigo cemitério e a Ponte Wickery além dele. O antigo cemitério datava dos dias da
Guerra da Secessão, e muitas das lápides tinham nomes de soldados. Parecia selvagem; arbustos e grandes ervas daninhas cresciam nas sepulturas, e
heras americanas abundavam granitos decadentes.
- Parece diferente, não? Na escuridão, quero dizer,” ele disse instavelmente. Ele não sabia como dizer o que ele realmente quisera dizer, que não era um
lugar para os vivos.
- Nós podíamos ir pelo caminho longo,” disse Caleb. “Mas isso significaria outros vinte minutos de caminhada.”
- Eu não me importo ir por este caminho,” disse Caroline, engolindo em seco. -Eu sempre disse que queria ser enterrada no antigo.”
- Dá pra parar de falar sobre querer ser enterrada?” Tom repreendeu, e começou a descer a colina. Mas quanto mais ele descia pelo estreito caminho, mais desconfortável ele se sentia. Ele diminuiu até que Caroline e Caleb o alcançaram. A medida que eles se aproximavam da primeira lápide, seu coração começou a bater mais forte. Ele tentou ignorá-lo, mas toda sua pele estava formigando com percepção e os pelinhos em seus braços estavam levantados. Entre as rajadas de vento, todo som parecia horrivelmente magnífico; o esmagamento de seus pés contra o caminho de folhas espalhadas era ensurdecedor.

A Igreja arruinada era uma silhueta preta atrás delas agora. O caminho estreito conduzia-se entre as lápides incrustadas com líquen, muitas das quais eram maiores que Caroline. Grandes o bastante para algo se esconder atrás, Tom pensou desconfortavelmente. Algumas das próprias lápides eram amedrontadoras, como a com o querubim que parecia um bebê de verdade, excepto que sua cabeça tinha caído e tinha sido cuidadosamente colocada
sob seu corpo. Os grandes olhos da cabeça de granito estavam vazios. Tom não conseguia desviar seu olhar dele, e seu coração começou a golpear.

- Por que nós estamos a parar?” perguntou Caroline assustada.
- Eu só... sinto muito,” Tom murmurou, mas quando se forçou a virar ele imediatamente endureceu.Caleb?” ele disse. Caleb, qual é o problema?”
Caleb estava encarando directamente o cemitério, seus lábios separados, seus olhos tão arregalados e vazios quanto os do querubim de pedra. O Medo passou pelo estômago de Tom. Caleb, pare com isso. Pare! Não é engraçado.” Caleb não respondeu.
-Caleb!” disse Caroline. Ela e Tom olharam um para outro, e de repente Tom sabia que tinha que escapar. Ele girou para começar a descer o caminho, mas uma voz estranha falou atrás dele, e ele virou-se rapidamente.
- Tom,” a voz disse. Não era a voz de Caleb, mas vinha da boca de Caleb. Pálido na escuridão, Caleb ainda estava encarando o cemitério. Não havia expressão em seu rosto de jeito nenhum.
- Tom,” a voz disse de novo, e acrescentou, a medida que a cabeça de Caleb virava em direcção à ele, “há alguém a tua espera.” No momento que pronuncia aquelas frases os olhos de Caleb caiem numa cor negra profunda. O olho direito dele começa a jorrar sangue, e uma expressão triste cria-se no seu rosto.
Tom nunca soube bem o que aconteceu nos próximos minutos. Algo pareceu se movimentar entre as escuras sombras curvadas da lápide, mudando e se elevando entre eles. Tom berrou, Caroline assustado com o que estava a ver no impulso espeta um estalo bem forte na cara de Caleb despertando-o, Tom congelou e Caroline gritou por ajuda, e então começaram a correr, e Caleb corria atrás deles.
Tom percorreu o estreito caminho, tropeçando em pedras e protuberâncias de raiz de grama. Caleb estava soluçando por ar atrás deles.Houve uma repentina batida e um som agudo em uma árvore de carvalho acima deles, e Tom descobriu que ele podia correr mais rápido.
- Há algo atrás de nós,” Caroline chorou estridentemente. “Ah, Deus, o que está acontecendo?”
- Vão para a ponte,” arfou Tom através do fogo em seus pulmões. Ele não sabia porque, mas ela sentia que eles tinham que chegar lá. “Não pares, Caroline! Caleb Não olhes para trás!" Ele agarrou a manga de Caleb.
- Eu não consigo,” Caleb choramingou, agarrando com força seu lado, seu ritmo hesitando.
- Sim, tu consegues,” disse Tom, agarrando a manga de Caleb novamente e o forçando a continuar se movendo. “Vamos. Vamos!”
Ele viu o brilho prateado de água perante eles. E ali estava a clareira entre as árvores de carvalho, e a ponte mais à frente. As pernas de Tom estavam
tremendo e seu fôlego estava sibilando em sua garganta, mas ele não ia se deixar retardar. Agora ele podia ver as tábuas de madeira da ponte para pedestres. A ponte estava há seis metros deles, três metros, um e meio.
-Nós conseguimos,” ofegou Caroline, os pés trovejando na madeira.
-Não parem! Cheguem ao outro lado!” A ponte rangeu a medida que eles corriam vacilantemente por ele, seus passos ecoando pela água. Quando ele pulou na terra comprimida na margem distante, Tom por fim soltou a manga de Caleb, e permitiu que suas pernas cambaleassem e parassem.
Caleb estava curvado, as mãos na cintura, respirando profundamente. Caroline estava chorando.
- O que foi isso? Ah, o que foi isso?” disse Caleb. “Ainda está vindo?”
- Eu pensei que tu fosses o expert,” Caroline disse instavelmente. “Pelo amor de Deus, Tom vamos sair daqui.”
- Não, está tudo bem agora,” Tom sussurrou.

Havia lágrimas em seus próprios olhos e ele estava tremendo, mas o hálito quente na parte de trás de seu pescoço tinha sumido. O rio se esticava entre ele e aquilo, as águas um tumulto escuro. “Aquilo não pode nos seguir aqui,” ele disse. Caroline encarou, então a outra margem com suas árvores de carvalho agrupadas. Então caleb, Ele molhou seus lábios e riu brevemente.
-Claro. Não pode nos seguir. Mas vamos para casa de qualquer jeito, está bem? A não ser que você queira passar a noite aqui.” Algumas sensações inomeáveis estremeceram por Tom.
-Não hoje, obrigado,” disse tom. Ele colocou um braço ao redor de caleb, que ainda estava fungando.
“Está tudo bem, caleb. Nós estamos a salvo agora. Vamos.” Caroline estava olhando através do rio novamente. “Sabe, eu não vejo nada lá
trás,” ela disse, sua voz mais calma. “Talvez não houvesse nada atrás de nós de modo algum; talvez nós simplesmente entramos em pânico e nos assustamos. Com uma ajudinha do nosso sacerdotisa druída aqui o nosso amigo caleb.” Tom não disse nada a medida que eles começaram a caminhar, mantendo-se muito juntos pelo caminho de terra. Mas ele queria saber. Ela queria muito saber o que tivera possuído caleb. o quê?.
Continua:::... lol!
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Seg Ago 24, 2009 10:50 pm

OMG! O.O
Até eu me assustei Oo
O que se passou ali afinal? Shocked
Meu Deus, tu posta mais rapariga, eu não aguento esperar muito tempo! ___________
Kiss...
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MensagemAssunto: Re: The Vampire Diaries   Qui Ago 27, 2009 1:48 am

morri. O.o
OMG.. ta lindooooooooooooooooooooooo. tipuh lindooooooooooooooooooooooooooo Shocked
MAISSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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