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 Eu te amo, seu desgraçado!

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racquel
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MensagemAssunto: Eu te amo, seu desgraçado!   Dom Nov 29, 2009 10:02 pm

gente olha eu aqui de novo hahahha xD~ vim lhes trazer mais uma fic *-----*

Título: Eu te amo, seu desgraçado!
Autora: Kell ( eu *-* )
Par: Tom/Bill
Gênero: Twincest, comédia, romance.
Disclaimer:
Não me pertencem, nada disto é real, tokio Hotel não existe como banda.
Classificação: + 18
Completa: Não.
Introdução:
"Silêncio"

- Eu te amo, seu desgraçado!

- Eu também, seu idiota.

- Então me beija logo, retardado!


Bom, querem que eu poste? comentem sim *--*

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Miss KayLee
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 12:00 am

Ai DEUS!
Que introdução *.*
Posta hoje se possivel *.*
Vou amar de certeza *.*
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vickfeller
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 2:27 am

o que vc acha? POSTA

adoro as suas fics *-*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 2:49 am

APFAPSDAPFPAOSFPS O que tu achas???????????
BAAAAAAAAH postaaaa mew!
Eu quero muito que postar *--*
=*
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 4:33 pm

O que achas?
Posta logo +.+
Rapidinho please! *---*
Deixaste-me estremamente curiosa ><
Posta, posta *.*
Bjo. <3
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racquel
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 5:38 pm

Prólogo!

- SEU DESGRAÇADO- O mais velho gritava enquanto se esquivava de uma cadeira vindo em sua direção.

- EU TE ODEIO, COISA FEIA.- Era o mais novo, agora, que se esquivava, só que era de um vaso.

- VAI TE FODER, SEU GAY.- Tom corria para cima do irmão.

- GAY? AHHH! SUA ESFREGONA MALDITA!- Bill preparava o punho para acertar o irmão caso ele se aproximasse mais.

- Há! Acha que seu soquinho de mulher dói?- Este já não gritava mais, apenas carregava um tom sínico em sua voz.

- Quer esperimenta, é?- O moreno riu.

- Não. Vai que a sua viadisse me contagia? Melhor não arriscar.
Gosto muito de mulher, sabe? Ao contrário de certas pessoas...- Disse o
mais velho para irmão.

- Seu...seu retardado. TE ODEIO.- Avançou para cima.

- Pelo menos isso em comum. TAMBÉM TE ODEIO.- Avançou , também, para
cima do mais novo. Sentiu o soco do moreno atingir seu estômago. Tinha
que admitir, ele até que tinha força.

- É o máximo que consegue?- Riu. Não deixou o mais novo responder.
Dirigiu-lhe um chute na barriga do mais novo, fazendo este dar vários
passos para trás, para logo depois cair.

- Ai...- Gemeu de dor ao tentar se levantar.

- Parece que a bichinha não aguenta nem um chutinho, pobrezinho.-
Zombou. Sentiu uma forte dor em seu rosto. Colocou sua mãos sobre sua
face tentando fazer passar a dor. Olhou um pouco para o lado, vendo que
o que tinha lhe acertado era um tênis.

- Maldito...- O mais velho gemia de dor. Seu nariz sangrava.

O moreno, que já estava em pé, apenas ria descontroladamente de seu gêmeo.

Eles se odiavam. Não era um simples ódio de irmão, que apenas sentia
de vez enquando quando se estava irritado.
Era ódio desde que nasceram.

Não se suportavam.

Odiavam o fato de serem irmão, principalmente gêmeos.

Faziam de tudo para não se parecerem nada um com o outro. Tanto que
seus estilos eram completamente diferentes, fazendo assim, não serem
tão parecidos. Assim, as pessoas não achariam que eram gêmeos, vendo
eles de primeira.

Estavam preparados para " matarem-se " novamente, mas a mãe chega e os impede.

- MAS O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?- Perguntou Simone, irritada.

- Ele que começou.- Disseram em coro. Mas ao invés de rirem pela coincidência, apenas ficavam mais irritados.

- Olha aqui...eu não quero mais ouvir um barulho vindo deste
quarto.- Sim, além de se odiarem, dividiam o mesmo quarto. A mãe
parecia que queria ver os filhos mortos, deixando-os no mesmo quarto.

- OUVIRAM BEM?- Gritou a mãe.

Os meninos apenas concordaram e voltaram a se deitar em suas camas
enquando a mãe saía do quarto. Sabiam que deixar Simone irritada não
era algo muito..." saudável ".

Agora, apenas se fuzilavam com o olhar.

- Céus...meu casamento está por um fio e esses garotos não ajudam
nada.- Dizia Simone enquanto descia as escadas para ir falar com Jorg
sobre não querer o divórcio.
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 7:55 pm

nossa, eles se odeiam D:
não sei porque, mais tenho a impressão de que isso vai ficar legal [/ huhu 66'

continua logo. Que angustia D:
eu quero mais ><
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 10:36 pm

OMG! Eles odeiam-se XD
Mas tenho a sensação de que não é por muito tempo, não :b
XD
Quero mais rapidinho sim? +.+
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 10:38 pm

Ohhh Oo é a primeira fic que leio e eles se odeiam assim dessa maneira mas estou simplesmente já dependente dela ADDICTED ( vou te processar loool)

Tens jeito demais ( da-me um bocadinho) eu adoro as tuas fic's


rapido bitte^^

Beijinho =)
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racquel
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Nov 30, 2009 11:19 pm

Capítulo 1!

[Bill]


" Quem é o gostosão daqui, sou eu, sou eu, sou eu!" - Essa maldita música do despertador do celular do Tom.

Por que ele se acha tanto?

Sentei-me na cama, enquanto via Tom se espreguiçar. Peguei no celular dele e
arremecei na sua cara. AHHH! Ó-T-I-M-A maneira de acordar: vendo a cara
de dor dele.

- O que você pensa que fez, sua desgraça
ambulante?- Ele colocou as mãos sobre a testa, enquanto se levantava da
cama. Ele vinha na minha direção, era melhor me apressar. Corri para o
banheiro e me tranquei lá.

- Eu ia primeiro. SAI DAÍ!- Ele gritava, achando que eu iria obedecer. Idiota!

- Quem mandou ser tão lerdo? - Eu dizia, rindo, enquanto ligava o chuveiro.

- Eu? Lerdo? Bill...sai daí. É melhor sair...AGORA!.- Ele esmurrava a porta.

- Quebre a porta, idiota. Você vai ficar sem mesada pro resto da vida.-
Ele parou. Ouvi alguns chingamentos e logo tudo ficou quieto. Pelo
menos na hora do banho eu podia me ver livre dele.

Tomei um banho rápido, o que era realmente milagroso. Não estava com ânimo para
ficar ouvindo reclamações dele por eu demorar demais. Desliguei o
chuveiro, enrolei a toalha na minha cintura e sai.

- Já pode ir tomar ba...- Não consegui terminar de falar, ele me jogou na parede,
com uma mão em cada lado. Ficamos olhando um nos olhos do outro. " De onde vinha tanto ódio?"
Era a pergunta que nosso olhos faziam, mudamente. Nós dois rimos
irônicamente. Sabiamos a resposta. Nunca fomos compátiveis. Nós somos
TOTALMENTE opostos.

- Eu te odeio, sabia...- Ele me disse, enquanto ria e ia se afastanto.

- Igualmente, mano.- Disse, cínicamente. Ele me jogou na parede de novo.

- Você tem que saber seu lugar, Bill...- Colocou uma mão em meu pescoço. Estava começando a machucar.

- Você que não sabe o seu...tenho tanto direito aqui como você.- Empurrei
ele, fazendo-o desequilibrar. O idiota, antes de cair, tentou se
segurar em algo. E adivinha no que foi? Na minha toalha. Burro! Me
ajoelhei no chão me tampando, enquanto ele se lavantava e segurava
minha toalha.

- Não precisa se tampar. Eu não conseguiria
enchergar nada mesmo.- Ok. Ele está dizendo que...que o meu...vocês
sabem...é pequeno. EU MATO!

- Olha aqui, sua esfregona!.- Peguei
ele pela camisa e o empurrei na cama. Ele era mais forte que eu, por
isso tive que fazer um jeito dele não conseguir se mover muito. Fiquei
por cima dele, enquanto começa a destribuir tapas na cara dele.

- Você...bateu no meu rosto?- Eu fiquei paralizado. Ele nunca me olhou de um jeito tão...assustador.

- Eu...eu...- Eu estava gaguejando. Peguei minha toalha e enrolei na
minha cintura, novamente. Fui até o guarda-roupa, pra tentar me afastar
dele, e comecei a escolher o que normalmente uso.

- Você acha que vai ficar por isso mesmo?- Ele ficou do meu lado, me encarando.-
Você vai se arrepender de ter nascido dez minutos depois de mim, Bill.-
Empurrou-me mas logo foi para o banheiro. Ele podia ter feito coisa
pior. Ufa! Eu estava salvo...pelo menos, por enquanto.

Coloquei uma calça jeans rasgada, uma camisa vermelha e um pouco de laquê no meu
cabelo, deixando ele um pouco para cima. Me olhei no espelho. Era assim
que eu gostava de me vestir, apesar das roupas serem alguns números
menor, eu ficava bem. Ao contrário daquela esfregona que usa roupas que
abrigam uma família inteira.Arrumei meus materiais na mochila, me certificando de que tudo estaria lá. Não queria ter que voltar para o quarto, caso eu esquecesse alguma coisa, e me deparasse com aquela cara
de bunda, novamente.

Desci as escadas rapidamente, quase tropeçando.


- Bom dia, mãe.- Beijei sua testa.

- Bom dia, filho. E o Tom?- Quase cuspi o café que eu tinha preparado.

- A esfregona? Deve tá se arrumando.- Comecei a comer meu pão com geléia, enquanto tomava café.

- Não fale assim do seu irmão...- Ela fez uma pausa..- Espere o Tom,
Bill. Para vocês irem juntos.- Mamãe sempre fazia de tudo para que nós dois
fôssemos amigos.

- Mãe...- Suspirei.- Você sabe que a gente não se bica.- Dei um beijo melado de geléia na sua bochecha.

- Vocês são irmãos...deveriam, pelo menos, tentar se entender.

- Quem sabe, mãe, quem sabe.- Disse, só para confortá-la. Sabia que nunca iríamos nos dar bem.- Bom, acho que vou indo.

- Tudo bem, filho!

Estava prestes a sair, quando ouço aquela voz. Aquela maldita voz mais grave que a minha.

- Não espera o mano?- Disse, cínicamente, mas só eu percebi.

- Não enche, Tom...- Disse, enquanto abria a porta.

- Viu como ele me trata, mãe? E eu faço de tudo pra gente se dar bem.-
Fez uma cara falsamente magoada. Claro que a mamãe não acredi...MERDA!
Ela acreditou.

- Bill...- Ela disse meu nome em tom irritado.
Que merda de irmão! - É você que não quer dar uma chance ao seu irmão
de virarem amigos.

- Não, mãe. Ele nem tenta ser meu...

- Quieto... Agora vão os dois, juntos, pro colégio. Vão.- Vi Tom pegar uma maça e se despedir da mamãe.

- Viu, maninho, eu tenho vários jogos pra te mostrar. Mais tarde podemos
jogar video game.- Dizia Tom, somente enquanto a mamãe via e ouvia a
gente. Ele se faz de Santo! Saco.

- Idiota...- Disse, enquanto começava a andar mais rápido.

- Idiota é você, gamba eletrocutado.- Ok. Do que ele me chamou? Parei e olhei na sua direção.

- Não tente se fazer de bonzinho na frente da mamãe. Ela um dia vai
descobrir seus joguinhos. E EU prefiro ser uma gamba eletrocutado do
que ter um cabelo de bucha cor de vômito.- Ergui uma sobrancelha em
sinal de vitória. Ele não gostou nada, mas eu amei. Já disse que o Tom
mete medo quando está bravo? Bom, eu também meto medo. Só que o
problema é que ele está MUITO bravo.

- Bill?- Ouvi uma SANTA voz chamar meu nome. Ufa! Salvo pelo gongo.

- Theresa?- Olhei para trás e a vi. Era minha melhor amiga, desde a
primeira série.- O que faz aqui?- Ainda estávamos longe do colégio.

- Achei melhor vir te buscar e...- Ela olhou para o Tom.- E acho que fiz
certo, não é?- Ela sabia quando meu irmão estava zangado. Theresa deve
ser meu anjo da guarda.

- E como fez. Vamos.- Peguei em sua mão e começamos a andar. Percebi que Tom ainda estava parado, nos olhando.
Olhei para trás, de relance, e ele fitava nossas mãos. Vi um pequeno
sorriso surgir na face dele. Merda! Ele estava aprontando.

[/Bill]
__________________________________

- O que eu faço?- Simone chorava, enquanto via uma foto da família toda
reunida. Foi a única foto que conseguiu tirar com o Bill e Tom sorrindo, juntos. Deveria ser porque era aniversário deles.- Terei que contar para eles.- Suspirou.

Flashback

- Simone, não dá mais!

- Mas Jorg...- Simone tentava reverter a stuação.

- Você sabe que esse casamento não tá mais dando certo. Nossos filhos só
brigam. Temos que toda hora cuidar deles. A gente não tem mais tempo só
para nós.

- Mas você me ama, não é? Eles são adolescentes ainda. Em pouco tempo eles podem virar amigos.

- Você diz isso desde o primeiro dia em que eles aprenderam a andar e já brigavam.

- Você quer se separar por cauda deles?

- Não por cauda deles, e sim pela consequeência das brigas dele. Não
tivemos mais tempo para nós. E eu realmente não sei se te amo.

- Então...está tudo acabado.

- Você é jovem, Simone. Vai encontrar alguém e irá se apaixonar de novo.

- Não é fácil, Jorg, não é fácil.

- Eu sei...mas eu vou tentar fazer o mesmo.

Não podiam negar. Os dois estavam muito triste com essa decisão, mas era o certo. Os dois sabiam disso.

- Eu...- Simone suspirava.- E eles?

- Bom...não sei. O Tom sempre foi mais próximo de mim do que de você, e o Bill ao contrário.

- Então, eu fico com o Bill. Você vai embora com o Tom. Por favor, traga-o para me visitar. Ele é meu filho, também.

- Claro...Todo o fim de semana nós viremos ver vocês. Aliás, Bill também
é meu filho e eu o amo muito, também quero vê-lo. Nós iremo morar numa
cadadezinha bem próxima daqui, não se preocupe.- Jorg lhe deu um
sorriso. Os dois se olharam por alguns segundos.

Naquele olhar, dos dois seres alí presente, só existia carinho.

Simone sorriu. Finalmente percebeu que ele tinha razão.

- Não nos amávamos como antes , não é?

- É...

- Mas continuaremos sendo amigos, sim?

- Com certeza. Qualquer coisa que precisar é só me chamar, eu venho voando,se necessário.


__________________


- Não vai ser nada fácil para eles....
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 01, 2009 12:29 am

O Tom vai tramar alguma coisa --'
Vamos lá ver no que ele está a pensar fazer -.-
VÃO SEPARÁ-LOS? O.O
Sinceramente, nunca pensei em dizer isto: mas talvez seja melhor assim.
Quem sabe se eles não vão perceber que não conseguem viver um sem o outro?
É. Acho que é mesmo isso que vai acontecer u.u
Só espero estar certa...
Quero mais sim? *---*
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 01, 2009 2:40 am

concordo com a Melanie !
eles tem que se dar conta que são feitos um pro outro
continua logo
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 01, 2009 9:01 pm

uau outra fic pefeita ;)

ohh tenho a certeza que quando se separarem, vão ver que sentem outro tipo de coisa, e nao ódio... ou pelo menos eu espero

posta rapidinho sim?
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 12:42 am

[Bill]

Eu e a Theresa praticamente corremos para não chegar atrasados na primeira aula. Nem quis olhar para trás para saber se Tom estava nos acompanhando ou não. Entramos pelo portão do colégio, ouvindo o porteiro resmugar algo como estar atrasados. Novidade.

- Que aula é agora, Tete?- Perguntei, enquanto sentava na minha cadeira e me escorava na parede.

- Matemática, querido.- Nóis dois nos olhamos e bufamos. Primeira aula e já teria que lidar com números e regras. Além de lidar com aquele chato do meu irmão ainda teria essa merda de matéria. Eu realmente não gosto de matemática. Na verdade, acho que a única matéria que eu gosto é inglês. É.

- Parece que vocês brigaram de novo, não é?- Ela se virou para trás, enquanto perguntava.

- Quer mesmo que eu responda?- Disse, mau-humorado. Era sempre o Tom que me deixava péssimo logo de manhã. Ele tinha "O" dom. A única pessoa que consegue me irritar é dez minutos mais velha que eu.

- Vocês brigam desde que aprenderam a andar.- Eu ri.- É sério, Bill. Vocês são irmãos, não deviam ser assim.

- Eu sei.- Suspirei- Mas a gente não consegue. Somos muito diferentes. A gente se repele. Não aguento ele, sério!.- Apertei firme a caneta que estava em minha mãos.

- Eu sei. E é por isso que vocês tem estilos diferentes para...- Interrompi, terminando a sua frase.

- Não se parecer nada um com o outro. Eu sei.- Fiquei pensativo. Seria realmente bom ter um irmão que fosse meu amigo, mas não o Tom. Definitivamente não o vejo como meu irmão, e ele o mesmo.

- Queria que a minha Rachel estivesse na mesma sala que nós.- Disse, tentando mudar de assunto. Ela sabia que eu não gostava de falar dele.

- Vocês duas são umas pestes dentro da sala de aula, por isso mudaram vocês duas de turmas.- Ela fez bico.- Mas também a queria aqui. Ela nos diverte.

- Sim e...- Fomos interrompido pelo professor que tinha acabado de entrar. Hora de ficar quieto. Aquele professor poderia fazer um aluno virar pedra só com um olhar.

O que será que o Tom está fazendo? Provavelmente andando com aquela gang de merda! Ele só anda em grupo para botar medo, mas ele nem faz nada.- Pensava, enquanto aqueles torturosos cinquenta minutos não passavam.

- Amém, aleluia, Deus é pai.- Theresa quase gritava de alegria.

- Não sei como você passa de ano.- Disse brincando, soltando leves risadas.

- Você é que me passa de ano.- Riu.- Você é inteligente demais. Sabe todas as matérias mesmo quando não está prestando atenção na aula.- Suspirou. Eu corei. Sempre me sentia envergonhado quando me elogiavam.

- Bom dia, crianças.- Era a professora de artes. Adorava ela, menos quando ela nos chama de crianças. Ela diz isso só porque sempre vai ser mais velha que a gente.- Hoje vocês vão fazer um retrato da sua dupla.- Eu e a Theresa nos olhamos.- Sentem-se um de frente para o outro, por favor.- Fizemos o que ela pediu, enquanto pegávamos nossos cadernos de desenhos, lápis e borracha.

- Oh! Céus.- Ela suspirou.- Como vou desenhar seu cabelo? Vo fazer risco pra tudo quanto é lado e seja o que Deus quiser.- Olhei para era, fuzilando-a com o olhar. Ela não soube fazer mais nada além de rir.

- Poxa.- Disse, com uma voz falsamente triste.- Assim você me magoa, Tete. E eu pensando que você adorava meu cabelo. Estou me sentindo tão insignificante.- Fiz bico.

- Bill, pára. Sua viadisse tá aumentando a cada dia.- Dei um soco em seu braço.- Ai! Osso dói, sabia?- Mostrou a língua. Era melhor nós paramos por aí. Pegamos nossos materias e começamos a fazer o retrato um do outro. Ela virava aquele caderno de desenho para todos os lados possíveis, enquanto mordia sua língua.

- O que você tá fazendo?- Ergui uma sobrancelha.

- Fazendo teu cabelo, ué!- Credo! Meu cabelo nem era tão espetado.

- O tempo acabou, meus bebês.- Dizia a professora, enquanto passava de carteira em carteira olhando os desenhos.

- Bom, deixa-me ver como que ficou.- Disse a professora, pegando logo em seguida o desenho da Therera. Ela riu.- Ficou...Bom...- Eu não entendi o motivo do riso. Peguei o caderno e olhei. Tinha uma tomada atrás de mim, onde ligava um fio elétrico e se enrolava no meu pescoço soltando faíscas e o meu cabelo arrepiado. Olhei para ela e ri. Ela vai "amar" o meu desenho, assim como "amei" o seu.

- Bom, Bill, deixa-me ver o seu.- Ela pegou meu caderno e riu. Theresa me olhou desconfiada.- Bom...tem muita criatividade.- Anotou nossas notas em seu pequeno caderno e saiu.

- Deixa eu ver...- Pegou o caderno da minha mão e olhou.- Sua bicha!- Ela quase gritou.- Você fez uma cara de peixe com cabelo. Isso sou eu?- Acenei positivamente.- Quando eu for pro inferno eu te levo junto, Kaulitz!.- Ameaçou. Antes mesmo de responder o sinal tocou, indicando que era interválo.

- Vamos.- Peguei sua mão, enquanto saíamos.- Tô cheio de fome.

- Aonde vai tanta comida?- Perguntou-me.- Come mais que esperança de pobre e não engorda, filho da mãe.

- É que eu faço muitas "atividades", por isso não engordo.- Disse, com certa malícia.

- Bill Kaulitz! O que você anda fazendo, hein?

- Nem te conto.- Pisquei um olho.

- Céus! Depois dizem...- Fomos interrompidos pela Rachel.

- Amores da minha vida.- Ela nos abraçou em conjunto.- Aquela aula tava um porre sem vocês.

- Aposto que ficou se agarrando com qualquer uma e se esqueceu de mim.- Theresa provocou, recebendo um sorriso malicioso de Rachel.

- Claro que fiquei! Mas só pensava em você, amor!- Disse ela, brincando. As duas se deram um selinhos rápido e fomos nós três para um lugar mais afastado do colégio, para podermos lanchar em paz.

- Então, Billa, quando vai confessar seu amor para o Tomzinho?- Rachel provocou. Ela sabe que nós nos odiamos mais que tudo.

- Quando nós dois estivermos sozinhos em casa eu confesso que o amo. Então, mais tarde, nós vamos pro quarto e eu vo dar pra ele, pode ser?- Disse, com total sarcasmo.

- Beleza. Só não se esqueça de filmar. Eu e a Tete queremos muito ver isso, né, amor?- Nós três rimos. Mas a felicidade nunca dura muito, pelo menos não pra mim. Ele tinha que chegar.

- O que você quer, Tom?

[/Bill]

[Tom]

Vi meu irmão e aquela menina andarem de mãos dados, sorrindo um para o outro. Será namorada? Sorri para mim mesmo. Iria acabar com a diversão dele.

Cheguei no colégio bem mais tarde que eles. O porteiro me parou, enquanto dizia que eu só poderia entrar na segunda aula. Ótimo. Teria mais tempo para pensar no que poderia fazer.

Nem percebi o tempo passar. Me levantei e andei bem devagar pelos corredores. Entrei na sala de aula, e, como sempre, escolhi a última carteira, que estava vazia. O povo sabe que eu sou dono dela. Sentei enquanto fui comprimentado pelos meus amigos.

- E aí, cara?- Disse Georg.

- Tudo bem, Tom?- Perguntou Gustav.

- Tudo ótimo.- Sorri.

- Esse sorriso não me engana.- Georg riu.- Vai sacanear seu irmão, né?- Como eles poderia me conhecer tão bem? Bom, nao importa, era isso mesmo.

- Perfeitamente.

- Você devia deixar seu irmão em paz.- Gustav me olhou. Ele era realmente bonzinho demais.

- Deixa disso, Gust. Eu tenho que me diverti. O Bill é a minha única diversão.

- Posso brincar também?- Perguntou Georg.

- Não.- Disse calmente.- Só eu brinco com ele. Você sabe disso, Ge.- O sorriso dele se desmanchou, mas logo voltou ao normal.

- Tá bom. O único jeito é ficar enchendo o saco dos novatos mesmo.

Depois disso, o professor entrou e todo mundo ficou quieto. Eu confesso que estava ancioso para que chegasse a hora do inteválo. Para minha sorte, não demorou muito. Deixei Gustav e Georg conversando sozinhos, enquanto me dirigia para o lugar em que eu saberia onde eles estariam. Ouvi algumas risadas, duas femininas e a outra era a dele. Ele me viu e seu sorriso de poucos minutos atrás se apagou. Adorava quando era EU quem o deixava assim.

- O que você quer, Tom?- Perguntou-me, já com sua voz irritada.

- Não posso mais ver como meu irmão está?- Ele bufou e ignorou minha pergunta. As duas meninas apenas me olhava. Conhecia apenas uma, que era a que meu irmão tinha andado de mãos dadas, a outra já não conhecia.

- Na verdade...- Sorri.- Vim buscar ela.- Peguei na mão da amiga do Bill e a fiz levantar.

- Theresa?- A outra morena disse, um pouco confusa. Pelo menos sabia que seu nome era esse.

- Então, Theresa?- Sorri, colocando uma mão em sua cintura. Eu sempre conseguia todas as meninas do colégio assim.- Quer deixar esse viado do meu irmão pra trás e dar uma saída comigo? Prometo que não vai se arrepender.- Ela não sabia o que dizer. Sorri. Olhei para o lado e vi Bill quase caindo de tanto dar risada. Fiquei confuso com isso. Não era para ser assim. Vi a garota morena se levantar e vir na minha direção com um sorriso malicioso. Retribui tal ato. Ela ficou do meu outro lado e chegou com sua boca perto do meu ouvido. Bill continuava rindo.

- Tom...Encoste mais um dedo na MINHA namorada e eu juro...- Suspirou, enquanto os dedos da sua mão estavam no começo da minha calça.- Eu juro que seu brinquedinho nunca mais vai funcionar, entendeu? E não haverá nada, NADA, que o possa concertar. Está me ouvindo?- Ela saiu de perto de mim e agarrou a Theresa pela cintura. As duas riram e se beijaram. Então era isso? As duas eram namoradas? Por isso que o Bill estava rindo tanto. Olhei para ele, fuzilando com o olhar, mas ele não percebeu. Estava estirado no chão, rindo como nunca, quase fazendo com que sua maquiagem se borre. Sai dalí correndo. Ele ia ver só. Nunca passei por tal humilhação.

- Que merda!- Entrei na sala de aula e me sentei. Georg e Gustav apenas me olhavam, mas não perguntaram nada. Eles sabiam que quando eu estava assim era melhor nem perguntar.- Eu te odeio, Bill Kaulitz...- Disse, para mim mesmo.

[/Tom]

- Você viu a cara dele?- Perguntou Bill, rindo.

- Rachel...- Theresa fez uma pausa.- Ainda não acredito no que você disse.

- Eu tenho que defender o que é meu, não é?- Deu um selinho na namorada.

- Vocês são as melhores!- Bill quase as venerou.- E também as melhores amigas que eu poderia ter. Vocês são as únicas que não ligam pro que ele diz.

- Bom, é a primeira vez que eu falei com o Tom, e, pelo que vi, ele não gostou de mim.- Rachel riu.- Mas eu não fui com a cara dele.- Disse séria.- Ele parece que quer ver você sempre inferior à ele.

- É exatamente isso. Mas eu não me deixou abater. Eu sou um inimigo a altura dele.

- Mas tem que tomar cuidado.- Avisou, Theresa.

- Eu sei, eu vou...- As duas trocaram lanches entre si, enquanto brincavam com a comida.- Eu te odeio, Tom Kaulitz...- Disse Bill, para si mesmo. Voltou a comer e logo o sinal bateu, avidando que estava na hora de voltar para as salas de aula.

Bom gente, a Rachel sou eu xD soh que eu mudei a escrita do nome pra, sei lah, quis mudar xD mas ela sou eu e a tete eh minha nmo o/ nós duas na fic uheueheuheueh xD~
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 1:41 am

Esses dois... eu nem consigo imaginar o que vai acontecer para eles entenderem que se amam e não se odeiam como dizem uu'
Quero mais please *---*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 1:46 am

Ahaahhhahhh KKKKKKKKKKK agora eu tambem quase me estendi no chao de tanto rir bem feito tom!
posta rapido mais kuss
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 3:53 am

KKKKKKKK o Tom se fu***
[/mijei litros

to anciosa pra ler o proximo *-*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 3:37 pm

shashahshashashashashashashashashashashashashhashasashsh se fudeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu Tom!
Aiin, tu e a Theresa tão o máximo *--*
uashaush eurilitros!
Quero mais fanfic flor =D
sem noção o quanto eu ainda tou rindo!
=*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 05, 2009 5:59 pm

Hallo! Very Happy
Bem, tenho que te dizer que tenho lido todinho o que já escreveste e que gosto, por isso vais ter mais uma a chatear-te :b
O que aconteceu ao Tom foi muito mau, mas ele também merecia --'
Como será que vão reagir quando souberem que vão separar-se? :/
Mais um capítulo *-*

Beijinho xxx


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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 08, 2009 10:49 pm

Já tenho saudades desta fic... bem que podias postar um capitulo hoje... ou amanha... ou o mais depressa possivel



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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 14, 2009 8:17 pm

[Bill]

- Bom, está na hora de voltar para casa.- Disse Theresa, abraçada na Rachel.

- NÃOOO!- Dramatizei, enquanto elas riam de mim.

- Calma , vai ficar tudo bem. Só tem que voltar pra casa com ele.- Disse Rachel.

- SÓ?- Exclamei, mal-humorado.- Às vezes odeio minha mãe por ela ter posto essa maldita regra!- Mamãe disse que nós dois tinhamos que voltar juntos, senão ninguém almoçava ou jantava. Vida cruel. Não sou eu que quero passar fome. Se ele ficasse com aquela boca fechada durante o caminho, dava até pra aguentar, não é? Sim. Mas só SE ele ficasse com a boca fechada. Mas não. Ele tem que ficar enchendo meu saco. Já não basta ele fazer a minha caveira no colégio, onde todo mundo me olha estranho, mesmo eu sendo irmão do "pegador do colégio", ninguém nos compara. Ele é o maiorial e eu sou o fracassado. É vida. Fazer o quê?

- Até amanhã, Bill.- Disseram Rachel e Theresa juntas, antes de saírem e me deixarem sozinho para mais um dia de "amigável" com meu lindo irmão.

- Vai demorar muito, é?- Ouvi uma voz grave e totalmente debochada atrás de mim. Revirei meu olhos e ageitei minha mochila em minhas costas. Passei por ele sem nem ao menos olhar na sua cara de cachorro. Começamos a andar juntos sem nada acontecer. Estranho.

- Então, como foi o dia com as suas amigas lésbicas, gamba eletrocutado?- Estava demorando pra ele começar. Ele disse "lésbicas" em um tom debochado. Isso em irritava, até porque, elas eram melhores amigas do que muitas pessoas que tinham no colégio. Elas eram verdadeiras, ao contrário dos amiguinhos falsos que o Tom tem, que só querem estar perto dele por causa de sua reputação.

- Vão muito bem.- Ignorei seu tom de voz.

- Então, tenho um amigo meu, bem musculoso e macho, do tipo que você gosta, e ele quer ficar com você.- Ok. Ele estava me chamando novamente de gay. Eu juro que um dia eu mato ele. Me virei para ele, revoltado.

- Cala essa tua boca, Tom. Daí só sai merda, pirralho. Cresce um pouco
antes de falar comigo, mané. Prefiro não ter ninguém do que pegar uma
mulher por dia. AH!- Disse, sarcástico.- Bom, você pega uma por dia
porque você é ruim mesmo, já que elas fogem de você para não ter que
passar pelo mesmo sacrificio duas vezes. Aí você pega uma por dia, já
que as mesmas não querem você de volta.- Sim, eu mexi com a
masculinidade do Tom. Foi ele quem provocou primeiro. O inocente aqui
sou eu. Que ódio, como eu amaria me separar dele e viver anos longe
dessa criatura. Eu joguei pedra na cruz pra merecer isso nessa vida. O
que eu fiz de tão mau, meu Pai? É castigo, só pode. É macumba, é
galinha preta. Só agora que eu percebi o jeito que ele me olhava. Se
isso matasse eu já estaria estirado e totalmente duro no chão.

-
Bill...- Lá vem bomba. Nessas horas que eu agradeço ser magro e
conseguir correr rápido, quase voando junto com o vento. - Você sabe no
que se meteu? Você tem ideia do que você disse?- Ele apertava os punhos
com força. Alerta vermelho! Ele vinha na minha direção. É agora.
Preparar, apontar...CORRER! Saí correndo. O que mais eu poderia fazer.?
Ele ia me mandar pro cachão na certa. Eu corria cada vez mais rápido,
olhando pra trás de vez em quanto, me certificando de que ele não
estava me alcançando. Ele estava perto, mas não me alcançava. Suas
roupas largas não permitiam isso. Era bizzarro. Ele era ridículo
correndo. Não em contive, comecei a rir.


- Tomi, se você quiser eu te empresto minhas roupas.- Bati no meu traseiro, provocando-o, enquanto corria. Já conseguia ver a nossa casa dalí.

- Desgraçado, pare agora!- Ele só pode ter batido a cabeça se acha que eu iria parar. Entrei em casa ofegante, procurando a mamãe com os olhos.

- Filhos, chegaram?- Ouvi sua voz vindo da cozinha. Olhei para trás e vi que Tom estava perto.- Sim, mãe, chegamos.- Disse, enquanto parava em frente a porta da cozinha. Tom chega ofegante atrás de mim. Estava salvo, ele não poderia fazer nada na frente dela. Na frente dela.

- Ótimo. O almoço está pronto. Subam e troquem de roupa.

- Mamãe, posso almoçar primeiro? Não estou afim de me trocar agora.- Olhei com certo medo para o Tom. Ele sorriu vitorioso. Lá em cima ele podoa fazer o que quisesse e isso me assustava.

- Não. Sou eu quem lavo suas roupas, não quero que fiquem sujas logo no começo da semana.- Valeu, mamãe.

[/Bill]

Bill subiu as escadas correndo, enquanto ouvia passos do seu irmãos vindo logo atrás. Abriu a porta com força e jogou sua mochila na sua cama, enquanto esperava saber o que seu irmão iria fazer.

- Bill...- Estremeceu quando ouviu sua voz.

- O que é, Tom? - Disse, sentando-se na cama.- Se for sobre aquilo de antes, eu...

- Não é isso.- Tom estava assustadoramente calmo.

- Então o que é? - Bill ficou curioso. Eles nunca tiveram uma conversa que durasse mais do que...três minutos.

- Você notou como ultimamente a mamãe e o papai estão um pouco...- Suspirou.- Afastados?- Sentou em sua cama, de frente para o moreno.

- Eu...notei sim.- Abaixou a cabeça.- Será por nossa causa? Por brigarmos demais? - Estava começando a se alterar. Viu Tom acenar positivamente com a cabeça.

- Os pais do meu amigo, Andreas, se separaram porque ele e a irmã brigavam demais.- O medo se apoderou dos dois.

- O que você sugere, Tom?- Bill quase implorava por uma resposta.

- Que, pelo menos na frente deles, a gente pode fingir que nos damos bem, ok? Sei lá, fazer coisas de irmãos, apesar de que eu não te considero um. Você também não deve me considerar um, não é?- Riu.

- É.- Sorriu. Realmente não conseguiam se ver como irmãos.

- Estou com vontade de te bater nesse exato momento.- Tom fechou suas mãos em formato de soco.

- Nossa.- Ironizou.- Eu também.- Riu.

- Um último soco antes de virarmos "irmãos"?- Tom se levantou.

- Com certeza.- Levantou-se e ficou na frente do mais velho. Tom levantou sua mão e deu um soco forte no peito do mais novo, fazendo-o gemer.

- Minha vez...- Colocou a mão esquerda em cima do peito machucado e dirigiu a mão direita bem no estômago do outro.

- Até que você é fortinho...- Tom gemeu.

- Crianças, venham almoçar.- Gritou Simone. Os dois desceram correndo e, para o espanto dos pais, sentaram-se lado a lado. Jorg e Simone olharam desconfiado, mas nada disseram.

- Tomi...- Bill pediu, manhoso.- Alcança-me o queijo ralado, por favor?- Por favor? Desde quando Bill dizia "por favor" ao seu irmão? E desde quando o chamava de Tomi?

Bom, essa era a pergunta que se passava na cabeças dos pais.

- Claro, Billi.- Sorriu para o moreno.- Desde quando Tom obedecia o irmão? E desde quando o chamava de Billi?

Sim, mais perguntas para a cabeça de Simone e Jorg.

- Obrigado, maninho.- Desde quando Bill agradecia?

- Te adoro, Bill.

- Também te adoro, Tom.- OPA! Parou!

- Ok, o que está acontecendo?- Simone jogou os talheres sobre seu prato e perguntou, assustada.

- Vocês tramaram alguma coisa?- Perguntou Jorg.

- Chingaram o diretor do colégio, ou algo assim?- Simone se alterou.

- Bateram em alguém e estão fazendo isso para nós não desconfiarmos?

- O que vocês fizeram?- Perguntou a mãe.

- Não fizemos nada.- Disseram em coro.

- Apenas estamos tentando ser irmãos.- Tom pegou na mão de Bill.

- É tão difícil de acreditar que queremos ser amigos?- Disse Bill, enquanto acariciava a o rosto do irmão. Os dois estremeceram mesmo sem saber o porque.

Jorg e Simone entreolharam.

- Sim, é.- Disseram os pais, em coro.

- Aliás, digo impossível.- Disse o pai.

- Bill? Tom?- Simone os olhava interrogativa. Os dois irmãos se olharam.

- Droga, não tá funcionando.- Tom largou a mão de Bill com força.

- Estava quase funcionando, idiota. Era só termos aguentado mais um pouco, seu burro.

- Não enche o saco, Bill.

Jorg supirou.

- Ufa. Vocês não sabem o susto que me deram.

- Filhos, por que estavam tentando fingir que eram amigos?- Simone estava mais calma.

- É que...- Bill suspirou.- A senhora e o papai estavam meio...distante um do outro.- Tom apenas acentiu em concordância.

- É melhor contarmos de uma vez, Jorg.- O pai ficou calado por um tempo, mas concordou.

- Escutem, crianças.- Jorg pegou na mão dos dois.- Eu e sua mãe já não somos o mesmo casal jovem de antigamente. Já não sentimos todas aquelas borboletas na barriga quando nos tocamos.- Simone apenas concordava.- Nós já não sentimos vontade de estar perto como marido e mulher, e...

- Vocês vão se divorciar, não vão?- Tom perguntou, com medo. Os pais apenas acenaram positivamente.

- Como? Vocês não podem fazer isso com a gente.- Bill estava quase chorando.

- Eu não acredito...é por causa das nossas brigas, não é?

- Claro que não, meus bebês...- Simone tentava acalmar os dois.

- Não mintam. Não piorem a situação.- Tom quase gritava.

- Isso significa...- Bill tentava falar, enquanto soluçava.- Que um de vocês vai embora?

- Eu já aluguei uma casa numa cidadezinha aqui perto, Bill.- Disse Jorg.- Eu vo vir visitar vocês todo o fim de semana.

- Mas eu não quero ficar longe de você, pai.- Disse Tom.

- Você vem comigo, Tom.- O mais velho arregalou os olhos.- Você verá sua mãe e seu irmão todo o fim de semana, como eu tinha dito.

- Não se preocupem. Tudo irá ocorrer bem.- Simone passava a mão na cabeça dos filhos.

- Bem? Como bem? Bem é vocês dois estarem juntos.- Bill segurou forte a mão de sua mãe.

- Eu não aceito isso...

- Nem eu...

- Por favor, Bill, Tom...- Simone tentava ser calma com eles.

- Olhem aqui, garotos...- O pai tinha que ser duro.- Subam os dois pro quarto. Eu e sua mãe temos que resolver uns últimos assuntos. Não quero discutir com vocês. Tom, a gente vai nesse sábado. Agoram SUBAM!- Gritou a última palavra.

Os dois subiram correndo e trancaram-se no quarto.

Mesmo Bill sabendo que o irmão o podia humilhar depois disse, ele não aguentou, sentou-se na cama e chorou o quanto queria.

- Seja mais forte, Bill.- Disse Tom, como se fosse uma ordem.

- Tenha um pouco de consideração, idiota. Nossos pais vão se separar. Tenha algum sentimento nesse seu coração idiota e...- Bill chorou ainda mais.- Não acredito no que está acontecendo, merda.- Deitou na cama e afundou a cabeça no travesseiro. Tom copiou o irmão e, com total silêncio, deixou algumas lágrimas molharem o travesseiro, mas não iria deixar o mais novo saber disso.

É tudo culpa do Tom, idiota. Eu te odeio com todas as minhas forças. Isso é uma promessa: te odiar até a morte, Tom Kaulitz.- Pensou Bill.

É tudo culpa desse infeliz que eu tenho como irmão. Se ele não existisse, isso não estaria acontecendo. MERDA. Eu te odeio, Bill Kaulitz. Odeio-te até o fim. Isso é uma promnessa.

Por mais que se odiasse, eles iriam perder sua única diversão: humilhar um ao outro.
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 14, 2009 9:48 pm

pronto... a bomba rebentou!

ohh eu até tava a gostar deles se fingirem de amiguinhos

mas agora pronto...

acho que duas pessoas aqui nao vao cumprir as promessas... ou pelo menos eu espero que nao!! eles têm de ficar bem né?

claro que é!

esperando pelo próximo capitulo
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 14, 2009 11:23 pm

Hum... tenho a sensação de que há aqui umas promessaszinhas que não vão ser cumpridas XD
Eles mal sabem que vão sentir tanto a falta um do outro. Na escola poderam se ver e se "chingar" mas não é a mesma coisa e vão perceber isso
Eu também estava a gostar de eles a fingir que se estavam a dar bem :b
Até sentiram um arrepio quando se tocaram x)
Quero mais fic sim? ^^
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 15, 2009 5:15 pm

"enquanto acariciava a o rosto do irmão. Os dois estremeceram mesmo sem saber o porque."
huhuhuhu 66'
eu sei porque 8D
--
oooh god, eles não podem se separar D:
eles tem que se amar *-*
posta mais *-*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 15, 2009 9:05 pm

Gosto da maneira como eles se odeiam e como ao mesmo tempo parecem estar tão ligados um ao outro sem se aperceberem.
Talvez a distância lhes faça bem ,D e ambos deixem de ser cabeças duras xD
Mais +.+

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