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 Eu te amo, seu desgraçado!

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Lady S.
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 15, 2009 10:20 pm

aushaushuash que coisa feeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeia! Prometer algo e não cumprir!!
A partida do Tom vai ser boa! Como vai
Eles vão se ver escondidos (666
Posta rápido *--*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Ter Dez 15, 2009 10:27 pm

ai ai ai ai amor estou tao perdida, falta me ler esta ainda estou a meio
mas tudo o que li ate agora esta perfeito, fogo eles odeiam-se mesmo mas como todos sabem o amor esta ao lado do odio eles vao fuder forte e feio! wiiii ok mente perversa -.-'
va amor go go go continua que eu apanho o comboio
te amo
beijinhos
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racquel
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 17, 2009 7:34 pm

- Anda, Tom. Desça logo.- Jorg gritava do andar de baixo, enquanto
arrumava suas malas dentro do carro. Só faltava Tom descer com as suas
coisas.

- Estou aqui, pai.- Disse o filho mais velho, cabisbaixo.

- Onde está o Bill?- Perguntou o pai.

- Ficou lá em cima. Não quer descer.- Tom colocou no chão apenas duas mochilas com todas as suas coisas.

- BILL, DESÇA JÁ AQUI.- Disse Jorg, autoritário. Logo ouve-se um barulho
de chave, indicando que a porta foi destrancada. Bill desce lentamente,
enquanto fitava seus pés.

- Não queria se despedir do papai, é?- Brincou.

- Não é isso, pai...- Olhou para cima.- Só não quero que o senhor vá.- O
pai fica de joelhos e o abraça. O mais novo consegue ver, olhando por
cima do ombro do pai, Tom abraçando sua mãe. Os olhares se cruzaram por
breves segundos.

- Bom, está na hora de ir. Tom, dê adeus ao seu irmão, enquanto eu
ajudo a levar suas coisas para o carro.- Simone pega uma mochila e Jorg
a outra.- Eu estou de olho em vocês. Quero que seja uma despedida de
irmãos, pelo menos agora, já que vocês vão ficar longe um do outro.- Os
pais saiem, deixando os dois sozinhos.

Se olharam por alguns instantes, mas não se sentiam muito confortáveis. Nunca se sentiram
assim enquanto estavam na presença um do outro.

- Bom...parece que você só vem no outro sábado, não é?

- É...- Respondeu Tom, com a voz baixa.

- Então, acho que isso é um adeus.- Bill estendeu a mão, esperando que
seu irmão a apertasse. Tom exitou um pouco, mas logo cedeu ao ato. Os
dois, automaticamente, olharam para o lado, onde conseguiram ver Simone
olhando-os, o seu olhar dizia que ela queria algo mais. Os irmãos
suspiraram. Não era saudável contrariar a mãe.

- Bom, acho que um abraço não mata ninguém, não é?- Disse Tom, sem um pingo de vontade de o fazer.


- Pode ser...- Tom puxou a mão de Bill, fazendo o pequeno corpo de seu
irmão vir e se juntar ao seu. Bill enrolou os braços ao redor do
pescoço do mais velho e Tom apertou sua cintura. Os olhos se
arregalaram. Eles nunca se abraçaram em toda sua vida. Sentiram um
calor aconchegante nos braços do outro, uma sensação de conforto. Pela
primeira vez, sentiram vontade de ficar, pelo menos alguns minutos,
perto um do outro. Esse sentimento fez com que os corpos se separassem
tão rápido como quando se juntaram. Eles não iriam permitir que nada
mudasse entre eles. Ódio era o que eles tinham que sentir.

- É...bom, acho que é isso.- Diz Bill, sem jeito.

- Aham...está na hora...d'eu ir...eu acho...- Os dois estavam envergonhados.

Simone se despediu uma última vez de Tom, e Jorg fez o mesmo com o outro
filho. O mais velho entrou e sentou-se no banco do passageiro, enquanto
seu pai se dirigia ao banco do motorista. Jorg fazia algumas manobras
antes de sair pelo portão. Os olhos dos irmãos se cruzaram novamente.
Não havia ódio, apenas confusão.

________________________________________


"Rah Rah -ah-ah-ah-ah Rama Rama ma ma Ga Ga ooh la la Want your bad romance"

A música do despertador de Bill se fez ouvir por todo o quarto. O
moreno, ainda de olhos fechados, procurou seu celular até o desligar.
Sentou-se na cama e esfregou os olhos.

- Banheiro...- Murmurrou.- BANHEIRO.- Gritou.- Correu o máximo que pode e trancou a
porta quando finalmente entrou lá dentro.- Haha, Tom, eu que vo usar o
banheiro primeiro, outra vez, lero, lero.- Sorriu, vitorioso. Nenhum som
foi feito durante alguns minutos.- Ué?- Abriu a porta e encontrou a
cama ao seu lado vazia, totalmente arrumada. Um click se fez ouvir em
sua cabeça.- Ele não está mais aqui...- Fechou a porta novamente, mas
não a trancou. Sentia-se estranho, como se algo estivesse faltando, não
apenas o Tom, mas algo a mais. Ligou o chuveiro e ficou o tempo
necessário até estar satisfeito, e também para não se atrasar.

Aquela manhã não estava sendo tão divertida.

______________________________________________


" Quem é o gostosão daqui, sou eu, sou eu, sou eu. Vou te levar pra cama, vou te deixar toda nua..."
Era o despertador de Tom, avisando que ele deveria acordar e logo ir se
arrumar, senão iria se atrasar. Tom espreguiçou-se, fazendo com que
pequenos barulhos viessem de seu corpo, enquanto estralava os dedos. O
mais velho rapidamente pegou um travesseiro e colocou na frente de seu
rosto.

- HAHA!- Soltou uma risada vitoriosa.- Dessa vez você não
conseguiu acertar o celular na minha cara, Bill.- Notou que nenhum som
tinha sido feito. Retirou o travesseiro da sua face e olhou para o
lado. Ele não estava mais aqui. Não havia outra cama na casa nova.
Soltou um suspiro e se dirigiu ao banheiro. Normalmente os berros do
irmão menor o fariam acordar de vez, mas estava sendo diferente. Estava
silêncioso. Não era nada divertido.

- Que tédio...- Suspirou e entrou no banheiro. Aquela falta de barulho o estava fazendo perder a
cabeça. Começou a cantar para ver se relaxava. Estava sentindo falta,
alguma coisa lhe faltava.

Aquela manhã seria um tédio.


______________________________


- Bill, você tá bem?- Rachel perguntou, preocupada.

- Sim, por quê?- Respondeu, mordendo seu sanduíche.

- Bom, eu sei que você tá triste e tals, por causa da separação dos seus
pais, mas é que você não pára de fala no Tom.- Disse Rachel, fazendo
gestos com a mão.

É verdade. Desde que chegaram no colégio, Bill não pára de falar no seu irmão, em como estava supostamente feliz sem não tê-lo perto de si, como a sua vida tinha melhorado sem ele. Dizia
para si mesmo que tudo estava indo bem.

- Até parece que sente falta dele.- Disse Theresa.

- Eu?- Quase grita.- Nunca vo sentir falta daquela peste ambulante.- Toma
um grande gole do seu refrigerante. Mas não era de um todo verdade.
Bill se sentia desconfortável. Não era a mesma coisa sem o Tom. Ele
tinha se acostumado a ser maltratado por ele, só por ele.- Tipo, só é
meio estranho eu acordar e não ser encomodado. Eu era acostumado à isso
e...

- Bill Kaulitz sentindo falta do irmão? Theresa, meu amor,
eu não te disse que ele o amava?- Rachel sorria, como se tivesse feito
uma grande descoberta.

- Não é nada disso, suas topeiras. Era só costume, mas tudo está bem
agora. A vida sorriu para mim e fez esse favor de o deixar bem longe de
mim. É. Estou bem melhor agora.- Disse.- Tenho que estar melhor agora.- Pensou. Mudaram de assunto logo em seguida, começando a falar de um novo filme que iria ser lançado e que, provavelmente,os três iriam assistir ao filme juntos. Sorrisos e risadas altas eram
soltadas pelos três amigos. Mesmo assim, ainda lhe faltava algo naquela
tarde.. Mas ele não iria permitir que isso acontecesse.

Não iria permitir sentir esse sentimento chamado...saudade. Não, não mesmo.

___________________

- Estou indo, pai.- Grita Tom, enquanto pegava sua mochila e se dirigia até a porta.

- Até mais tarde, filho. Não se perca indo para o novo colégio, hein?- Brinca o pai.

O garoto mais velho caminhou lentamente, enquanto ouvia suas músicas e dançava no meio da rua. Em menos de dez minutos, Tom se encontrava em frente à um grande edifício, seu novo colégio. Suspirou fundo e entrou pelo portão já aberto. Sentiu os olhares de algumas pessoas caindo sobre si, era natural, aluno novo. Mas seu estilo não era nada parecido com os dos outros alunos.

Colégio novo, amigos novos, garotas gostosas novas. Pensou, para animar a si mesmo. Nunca foi difícil de fazer amigo, ele era extrovertido, isso o ajudava. Andou um pouco até encontrar sua sala. Entrou. Suspirou de alívio por ver que não tinha ninguém ainda, não gostava dos olhares sobre si, não quando não conhecia ninguém. Escolheu umas das carteiras bem ao fundo da sala, onde poderia ficar sossegado. Normalmente nessa hora do dia, seu irmão o estaria enchendo o saco. Era estranho ficar tanto tempo sem barulho. Era desconfortável. Não iria mais ter sua diversão,. que era encher o saco do mais novo.

Está com saudades do seu irmão. Uma voz ecoou em sua mente. Balançou a cabeça várias vezes antes de racioncinar.

- Falta dele? Não, nunca. Apenas não poderei mais me divertir usando ele. É, é isso.- Suspirou.- Saudades? Não! Só se for de o humilhar.

O sinal tocou. Observou os alunos entrando, entre eles havia várias garotas bonitas. Sim, podia-se dizer que estava um pouco mais feliz. Tudo estava se resolvendo. Sempre quis se separar do irmão, e agora que conseguiu, tudo está ótimo. A vida tinha sorrido para ele.




próximo cap:
6 anos depois...

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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 17, 2009 8:00 pm

A vida sorriu para eles? Oh, claro, e eu sou o Pai Natal disfarçado de Coelhinho da Páscoa, não? --'
Eles sentem saudades um do outro, mas não querem admitir 8D XD
Já? Seis anos depois? O.O
OMG! Quero ler +.+
Posta rapidinho please *-*
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 17, 2009 8:22 pm

ahahahah xD nao melii tu es a mama natal com caracois pretos <3 linda

eu juro que amo os nossos meninos jovens mas a idade tambem tras vantagens!! uhuuhu
mais u.u' please!
beijos flor <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 17, 2009 8:48 pm

OMG OMG OMG! Vida sorriu para eles? hsuhaushaushuh sei...
eu quero o próximo capítulo logo! Mas já? 6 anos depois =O
estou ansiosa!!!! Muito!!!!!
Kuss
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 17, 2009 10:46 pm

Oh sim, a vida sorri para eles... mas quando eles se juntarem e coise xD
Eles são mesmo cabeças duras --'
Mais +.+

Beijinho xxx


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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sab Dez 19, 2009 1:16 am

6 anos o.o ??
tanto tempo..
eu ja estou com abstinencia, posta essa fic logo, por favor *-*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 21, 2009 2:22 am

Cap 5!

Os dias foram passando rapidamente para os gêmeos. O final de semana chegou antes mesmo do que eles esperavam.
Nenhum dos dois queriam se encontrar. Passado essa semana, eles tinham
adquirido uma raiva tremenda um do outro. Falavam para si mesmo que a
culpa de toda essa separação era do irmão. Não queriam se ver. Os pais
aceitaram, um pouco relutante, o pedido dos meninos. Consideraram o
fato deles ainda estarem meio confusos com tudo isso. Naquele final de
semana, no sábado, Jorg teve que subir ao quarto do seu filho mais novo
para poder conversar e ver como ele estava. Bill se negava a descer, e
caso ele descesse, Tom saíria pela porta de casa rapidamente, para
evitar de se encontrarem e não se socarem alí mesmo.
Mais alguns finais de semana como este chegaram e os pais faziam de tudo pra eles
tentarem, pelo menos, falar um com o outro. Mas não adiantou. Assim
foram passando os dias, as semana, os meses...e os anos.


- Bill, acorda!- Simone balançava o filho que, mesmo com o despertador, não conseguiu acordar para o primeiro dia de aula.

- Mãe?- Bill perguntou, sonolento.- São seis e meia da manhã, mãe?- Voltou a se cobrir com o cobertor.

- É incrivel que um garoto de dezenove anos ainda tenha que ser acordado
pela mãe.- Simone brincou.- Você tem quarenta minutos pra chegar no
colégio.- Bill arregalou os olhos.

- O QUÊ?- Gritou, se levantando da cama.- Por que não me acordou antes?- Correu para dentro do banheiro.

- Achei que o despertador iria ser suficiente, mas não. Ele ficou tocando
durante uns vinte minutos e como você não levantou, tive que vir te
acordar, seu preguiçoso. Você podia ter se atrasado mais se não fosse
por mim.- Simone fez bico.

- Tá bom, mamãe, desculpa.- Começou a
tirar a roupa para o banho.- Mãe, conta cinco minutos pra mim? É que o
banho não pode ser demorado, senão eu atraso.

- Ok.- Disse a mãe. Simone começou a olhar o quarto do filho,só para passar o tempo.
Abriu as portas do armário, guarda-roupa e gavetas. Achou uma
fotografia soterrada por alguns papéis; era Bill e Tom, um mostrando a
língua pro outro.- Vocês nunca se deram bem, não é?- Riu. - Mas isso
tem que mudar. Não pode durar pra sempre.- Colocou a fotografia no
mesmo lugar que estava antes.


FLASHBACK


- Bill?- Simone sentou-se ao lado de seu filho.

- Sim, mãe?- Estava prestando atenção no filme que estava passando.

- Você disse que queria fazer o último ano em um novo colégio, não é?-
Sua atenção agora estava sem Simone.- Acho que não tem problema em te
colocar no Deutsche Schule.- Os olhos de Bill brilharam. Suas amigas
tinham ido para esse colégio, deixando-o sozinho no antigo.

- Não tem mesmo problema em me colocar lá, mãe? É meio longe daqui e eu
teria que dormir no colégio.- Bill estava preocupado com sua mãe.

- Tudo bem. Contanto que venha no fim de semana me ver.- Claro que não
tinha problema. O que Bill não sabia era que seu irmão estudava lá
fazia uns dois anos. Jorg também concordou com a ideia de que Bill
fosse estudar junto com Tom. Se eles não queriam se ver por bem,
veriam-se por mal.

- É claro.- Bill beijou seu rosto, enquanto cantarolava algo, alegremente.


Flashback end



Simone retirou seu celular do bolso e ligou para um número já bem conhecido.

- Alô? Jorg? É a Simone.

- OH! Sim, diga.

- Conseguiu resolver aquele pequeno probleminha?

- Claro! Fui no colégio e consegui fazer com que o Bill ficasse no quarto
ao lado do de Tom, e também fiz com que Bill fosse a dupla de estudo de
Tom o ano inteiro. Eles facilitaram pelo fato deles serem irmãos, então
foi tudo tranquilo. Só espero que não dê problema quando eles se
encontrarem e descobrirem.

- Ok. Tudo certo, então. Estou nervosa. Espero que eles compreendam

- Vai dar tudo certo, não se preocupe. Agora estou indo trabalhar. Mais tarde a gente se fala de novo. Tchau.

- Tchau, até mais.- Desligou o celular.- Espero que dê mesmo certo.-
Lembrou-se dos cinco minutos que Bill tinha lhe pedido para avisar.-
Filho, já se passou os cinco minutos.

- Quê? Tão rápido? Merda,
tenho que secar os dreads ainda.- Saíu as pressas, enrolando uma toalha
na cintura e procurando o secador.


- Aiai, às vezes me pergunto se era pra você nascer mulher, mas ouve algum erro na fabricação.- Riu.

- Mãe!- Bill jogou-lhe um par de meia na cara.

- Só brincando, criança.- Bill fez bico. Odiava ser chamado de criança.
Simone desceu para preparar o café da manhã, enquanto Bill ainda se
apressava com as roupas.

- Tô atrasado, tô atrasado!- Correu
descendo as escadas, com uma mala em cada mão. Deu um beijo na testa de
Gordon, seu padrasto, e sentou-se na mesa, tentando comer e tomar seu
café o mais rápido possível. Os pais apenas riram do modo infantil como
Bill apressava para fazer as coisas.- Anda, pai, vamos.- Bill apressava
Gordon, fazendo-o rir.

- Calma, criança. Eu estou de carro, em menos de meia hora chegaremos lá.

- Mas hoje é o primeiro dia, pai. Anda.- Puxou o padrasto, infantilmente, pela blusa.

- Ok. Simone, volto logo, assim que deixar esse bebê na créche.

- Será que tem como parar de me chamar de criança e seus derivados? Hoje
vocês tiraram o dia pra me encher, né?- Fez bico e cruzou os braços.

- OH! Coisinha fofa. Você sempre será meu bebê, por isso te trato assim,
e você gosta.- Bill sorriu. Ele gostava de ser paparicado, realmente.
Só não gostava quando os pais faziam isso em público, era humilhante.

Deu um beijo na bochecha de Simone e logo saiu, sentando no banco
passageiro do carro, esperando Gordon, que falava mais alguma coisa com
a esposa.

- Pronto?- Gordon sorriu. Bill deu um sorriso
afirmativo. Durante a pequena viagem, Bill não conseguia parar quieto,
sempre estava mechendo em algo. Gordon apenas ria do nervosismo do
garoto. Bill ficava cada vez mais impaciente. Só veria os pais nos finais de semana.

- Calma, Bill, chegamos.- O moreno grudou a
cara na janela do carro, para conseguir ver melhor a construção à sua
frente. Era enorme, realmente. Iria ser ótimo fazer o último ano num
colégio tão maravilhoso. Pelo menos por enquanto. Bill saiu do carro,
esperando o padrasto abrir o porta-mala para retirar suas coisas.
Quando tinha suas malas em mãos, Bill se despediu.

- Tchau, pai. Não se atrase no sábado, hein?- Gordon riu, beijando sua testa logo em
seguida. Bill se considerava um garoto de sorte, tinha dois pais.
Amava-os muito, mesmo que seu pai biológio só o visitá-se no final de
semana, e ele fazia questão de ver o pai no seu quarto, já que não
queria encontrar seu irmão, ele o amava demais. Jorg sempre fora muito
atencioso, mesmo que não estivesse presente todos os dias da sua
adolescência. Ele podia dizer que tinha sorte. Viu Gordon saindo com o
carro. Quando o pai estava longe, virou-se para trás, tendo uma grande
surpresa.


- Já estavam me esperando?- Sorriu.

- Claro!- Disseram Rachel e Theresa, ao mesmo tempo.

- Nossa, fico as férias sem ver o Bill e já acho que ele cresceu.- Disse
Rachel, ficando na pontas dos pés e mesmo assim sem ficar do mesmo
tamanho que o outro.

- Também senti sua falta.- Ignorou o comentário da outra e lhe deu um abraço.

- Também quero.- Theresa fez bico. Bill sorriu e abraçou as duas, juntas.

- Ainda bem que consegui vir para esse colégio. Vocês são as únicas
amigas que eu tenho.- Suspirou. As duas deram um beijo em cada uma de
suas bochechas, fazendo-o rir.

- Toma aqui.- Theresa se desfez do abraço e lhe entregou uma chave.

- O que é isso?- Ergueu a sobrancelha.

- A chave do seu dormitório.- Sorriu. Theresa mandou um olhar para
Rachel. A morena apenas acenou positivamente.- Bill, saiba que o T...

- Bill Kaulitz?- Uma voz grossa ecoou em seus ouvidos.

- Sim?- Bill direcionou sua atenção, que antes estava na amiga, para o homem que aparentava ser umas bocas décadas mais velho.

- Você era o único aluno que faltava.- Sorriu. O homem parecia ser
simpático.- Está quase na hora da sua primeira aula, sendo assim,
permita-me mostrar seu quarto, para não se atrasar.

- Diretor, nós podemos mostrar o quarto para o Bill e...- Theresa foi interrompida.

- Nada disso, senhorita. São proíbido mulheres no dormitório masculino, o
mesmo vale para os homens.- Bom, pelo menos Bill soube que aquele era o
diretor do colégio. Bill se despediu de suas amigas e seguiu o homem
mais velho.

- Depois a gente conta que o Tom também estuda aqui.- Disse Rachel, um pouco nervosa.

- Espero que o Bill não fique histérico.- As duas se olharam e suspiraram. Ele ficaria.

- Bom, aqui é o terceiro andar do corredor de dormitórios masculinos.-
Disse o diretor, olhando o seu relógio.- Bom, seu quarto é o 68, você
pode achar facilmente, só seguir reto. Cada corredor tem três
banheiros, é raro você ficar do lado de fora esperando. Seu quarto é o
penúltimo. Bom, até mais, estou meio apressado.- Bill apertou a mão do
diretor em sinal de agradecimento.

- Bom, vamos ver...- O moreno olhava as portas com os números, enquanto procurava a sua.- 71, Michael Nogueira...70, Robert Li....69, Tom Kaulitz...68, Bill Kaulitz...achei!- Bill exclamou, feliz, enquanto destrancava a porta de seu quarto. Fechou-a com o pé e jogou suas malas no chão, pulando na cama logo em seguida.- Agora só falta ver que aula tenho agora...- Pegou o papel em seu bolso.- Matemática.- Bufou. Odiava essa matéria.- Bom, acho melhor...- Um click se fez ouvir em sua mente. Ele tinha lido certo? Tom Kaulitz no quarto ao lado, 69. Arregalou os olhos e saiu,
batendo a porta com força. Parou em frente à porta do quarto ao lado. 69, Tom Kaulitz. Ele não tinha lido errado.

- Não...- Piscava os olhos rapidamente.- Mamãe...- Lembrou-se de Simone, era por isso que ela não tinha se recusado em o colocar nesse colégio. Ela sempre fazia de tudo para eles ficarem juntos.- Não...- Tinha que se lembrar de matar sua mãe mais tarde. Caiu de joelhos no chão.- NÃO. MERDA!- Levantou-se rapidamente e entrou em seu quarto, pegando seu material. Ele teria aula em alguns minutos, ele tinha que se destrair com algo. Correu o máximo que pode, quase caindo nas escadas. Não foi difícil achar sua sala, o desespero ajudou um pouco. Estaria tudo bem se ele não se cruzasse com o irmão. Estava com medo de reparar nas pessoas, achando que poderia encontrar-se com Tom em qualquer momento. Entrou na sala antes do sinal tocar. Olhou no papel e encontrou o número de sua mesa, viu que ela ficava no fundo da sala, encostada na parede. Sentou-se. Notou que a mesa era grande e possuía duas cadeiras. Raciocinou que era o tipo de colégio que fazia os alunos ficarem em duplas. Esperou o sinal tocar e logo viu os alunos entrando. Fechou os olhos e apoiou sua cabeça na parede, até que sentiu alguém sentar ao seu lado.
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 21, 2009 2:28 am

ASHAUSHAUHSUASHUASHASUH
Citação :
- Aiai, às vezes me pergunto se era pra você nascer mulher, mas ouve algum erro na fabricação.- Riu.
Teve Simone LOL
haha Bill passou pelo quarto do Tom e nem percebeu XP
Dona Simone é mesmo malvada LOL
adoro isso!
Maaaaaaais!!!
Kuss
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 21, 2009 2:49 am

aaaaa o Tom vai sentar perto do Bill *--------------*
q ninds *-*
mal posso esperar pro próximo capitulo, eu to AMANDO essa fanfic *-*
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Dez 21, 2009 5:03 am

God! Eu nem quero imaginar o escandalo XD
Ahahahahah! X'D
Morro de rir só de imaginar x)
Quero mais please *.*
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qua Dez 30, 2009 5:28 pm

Bill, que ainda estava com a cabeça escorada na parede, observou de canto de olho o
rapaz que estava ao lado. Ele não conseguia ver direito, o garoto
estava arrumando seus materiais em cima da mesa, mas isso era o de
menos. O rapaz possuia um boné, com um pano embaixo, e tinha a toca da
jaqueta por cima. Possuia tranças negras e um...piercing no lábio
inferior esquerdo. Esse perfil lhe era familiar. Bill virou a cabeça,
agora olhando atentamente o ser ao seu lado. O garoto de tranças, que
acabou de notar que tinha um novo companheiro de estudo, virou-se
também, o encarando. Bill arregalou os olhos.

[Tom]

Acho que preciso trocar a música do despertador, já está me dando nos nervos
sempre o mesmo som. Levantei exausto, era a primeira semana de aula.
Voltar a acordar as seis e meia não é pra qualquer um. Caminhei
lentamente até o banheiro, tomando um banho quente. Ainda bem que esse
era o último ano. Ufa. Arrumei minhas tranças que estavam um pouco
bagunçadas. É, eu sentia falta dos dreads, mas elas ficavam perfeitas
em mim. Me pergunto se alguma coisa não fica ótima em mim. Sorri.
Escolhi uma blusa preta e uma calça bege, tudo em números maiores,
claro. Peguei minha mochila com meus materiais dentro e a coloquei
sobre apenas um ombro, enquanto saía do quarto e o trancava, guardando
a chave em um dos meus bolsos enormes. Estava descendo as escadas do
dormitório masculino, quando uma garota passou correndo por mim, quase
me fazendo cair. Talvez tivesse se assustado por ver que aquele era o
andar masculino. Só tive tempo de ver ela correndo. Sorri ao conseguir
ver que ela possuia dreads de lã, era meu estilo também, talvez
fossemos parecidos em certas coisas.

Desci as escadas calmamente, enquanto tirava os fones do meu ouvido,
os professores não gostam muito. Virei para a esquerda, encontrando o
corredor onde estava minha sala de aula, entrei lentamente. Reparei que
só tinha algumas pessoas, como sempre no começo de ano. Peguei meu
papel onde estava registrado qual seria minha mesa e andei até lá, de
olhos fechados à pensar como fazer que o professor de educação física
me libere em sua aula, eu odeio.

Sentei e arrumei meus materiais em cima da mesa, sempre pensando em algo aleatório. Senti um par de olhos sobre mim. Olhei para o lado e vi o mesmo ser que estava correndo
pelas as escadas. Nossa, de longe jurei que era uma garota, que coisa.
Mas agora de perto, mesmo que continue parecendo um pouco, se olhar
bem, nota-se que é um garoto, bem vaidoso por sinal, credo. Ele usa um
reboque na cara, meu Deus! É maquiagem pra tudo quanto é póros do rosto
dele, mesmo que a maquiagem pareça ser leve e da cor da pele. Decidi
esquecer isso, ele seria meu companheiro de estudo, melhor nos darmos
bem...eu acho. Reparei que ele me olhava como se tivesse visto um fantasma; coisa estranha.

- Oi?- Tentei fazer com que a minha voz saísse normalmente. Ele arregalou ainda mais os olhos. O que há de errado com este garoto?


[/Tom]

[Bill]

Me virei de lado, podendo olhar melhor seu perfil. Esse rosto me era familiar.

Esse nariz.

Essa boca.

Essas sobrancelhas.

Essa orelha.

Esse...piercing.

Tudo isso eu conheço.

Oh! Céus! Diga que é mentira, por favor! Quem eu tentei evitar desde que
entrei aqui, meu irmão, está no meu lado agora. Puta merda! O que eu
fiz? Não, não pode ser! Deve ser alguém parecido, não é? Mas o único
que se parece com o Tom sou eu. Ok! Se acalma, Bill. Não é o Tom, ele
nunca deixaria seus dreads. Mas o tempo passou, ele pode ter mudado
assim como eu mudei. NÃO PODE SER ELE! Eu fui um bom filho o ano
passado inteiro. DROGA!


Enquanto eu batalhava com o meu subconsciente, ele se virou para mim,
fazendo com que eu pudesse ver seu rosto por completo. Não havia
dúvida, era o Tom. Parece que eu estava me vendo num espelho, só que
quando eu estou sem maquiagem, mesmo que ele tenha traços levementes
mais forte. O pânico estava se apoderando de mim. Eu estava em choque e
meus olhos pareciam que iriam pular pra fora a qualquer momento. Ele
virou-se para mim e a única coisa que ele disse foi "oi"? Ele não me
reconheceu? Bom, está certo que eu estou usando mais maquiagem, meu
cabelo está totalmente diferente, minhas roupas mais justas, estou
usando mais acessórias e...cala a boca, Bill! Nem eu mesmo me
reconheceria depois de anos. Ok! Calma. Você sempre foi calmo.

-
Oi...Tom.- Estava sentindo a raiva de anos atrás voltar. Eu o odeio
mais que tudo, que merda! Ele parou um pouco, me observando.

- Eu te conheço?- Ele estava confuso.- É que....- Ele parou.- Você me é familiar e...- Eu o interrompi.

- Mais do que você imagina, Tomi.- O chamei pelo apilido, talvez agora ele se toque.


- Tomi?- Ele ergueu as sobrancelhas.- Você....não pode ser!-
Yupiiii, acho que agora ele entendeu. Dei um sorriso cínico.- Nossa...-
Ele começou a olhar para as meninas da sala. Ele chegou perto do meu
ouvido para me dizer algo, fazendo-me estremecer.- Alguma garota dessa
sala te disse meu apilido nas horas íntimas? Bom, desculpe, mas é que
só me chamam assim no rola-rola, e eu não estou interessado em
homens...agora. Desculpe.- Ele virou novamente para frente, esperando o
professor chegar. Minha boca caiu lá no chão. Que idiota! Ele acha que
eu, EU, estava dando em cima dele. Ele sempre acha que todos querem
ele. É realmente o Tom, não tenho mais dúvidas. LESADO! Mas o que ele
quis dizer com não estar interessado em homens AGORA? Bom, deixa pra
lá. Me concentrei para tentar manter a calma. Lembrei que eu sempre
levava parte das minhas maquiagens dentro da mochila, isso me fez ter
uma ideia.

- Tom Kaulitz!- Disse, em tom mais alto. Ele me olhou
surpreso por eu "supostamente" saber o sobrenome dele. Revirei os
olhos. Levantei e peguei em seu braço.- Venha comigo por um momento.
Ele ficou confuso e me seguiu até saírmos da sala.

- Hey, o que você pensa que está fazendo?- Ele puxou o próprio braço, fazendo com que eu o solte. Suspirei.

- Venha comigo, Tom.- Como me custava manter a calma perto desse idiota.-
Só me siga, ok? Vou lhe mostrar algo que você não vai gostar.- Fiquei
na frente dele.

- Se eu não vou gostar então pra que eu vou ver?- Cara, vou matar um! Ele nunca pensou em toda sua vida, agora, que estamos com esse problema, ele deu pra fazer perguntas. Calma, Bill,
você está lidando com o Tom, lembra?


- Só me siga, caralho!- Perdi o controle e puxei ele pelo braço até o banheiro masculino. Tranquei a porta assim que entramos.

- Olha, se você acha que vai conseguir me estrupar, perdeu a viagem,
seria mais fácil o contrário.- Ele sorriu. Eu perdi até a fala. Eu
nunca pensei nisso, que retardado.- Bom, você é bem bonito, frágil,
delicado...- Ele se aproximava. OPA! O que é isso? O que ele pensa que
está pensando em fazer?- Posso abrir uma excessão com você!- Ele iria
tocar meu rosto, mas eu bati em sua mão.

- Sai de perto, idiota.- Ele ficou confuso.

- Por que você me chama assim? Deixa de se fazer de difícil, facilita
para nós dois.- Arregalei os olhos. Ele é um tapado, meu Deus! Acho que
ele teve tanta pressa em nascer que deixou a inteligência toda para
trás, fazendo-a vir para mim.

- Opa, opa, opa, parou aí, Tom.
Você tá o mesmo burro de sempre, né?- Bill olhou para o corpo musculoso
do irmão e suspirou.- Ou Deus dá cérebro ou corpo, né, os dois não
consegue.- Tom pensou, pensou...pensou.

- Hey, tá me chamando de
burro?- Bill colocou a língua pra fora. Revirou os olhos e foi para
frente do espelho.- O que vai fazer?

- Mostrar algo que você
mais odeia.- Bill retirou da sua mochila um pano e um óleo para remover
maquiagem. Tom apenas observou o movimento do garoto "desconhecido". Em
menos de cinco minutos, Bill removeu toda a maquiagem.

- Entendeu agora?- Bill virou-se e encarou o irmão. Tom ficou pálido.


- Você...é igual a mim!- Bill suspirou.

- Quem é a única pessoa igual à você, Tom?- O mais velho pensou, até que ficou sério.

- Hum...não sei.- Disse, fazendo Bill abrir a boca em estado de choque.

- Caralho, Tom, sou eu, seu irmão gêmeo.- A vontade de Bill era de pular
no pescoço do outro por não ter lembrado dele. Ele nunca o esqueceu,
não que ele não quisesse esquecer, mas Tom ficou marcado em sua vida,
mesmo que ele tentasse apagar o irmão, não dava.

- Bi...Bill...BILL.- Tom gritou. O moreno começou a bater palmas.

- Até que você não é tão lerdo, seu burro.- Ironizou. O mais novo começou
a retirar sua maquiagem da mochila para pintar-se novamente.- Então,
não vai dizer nada?- Perguntou Bill, enquanto terminava os últimos
retoques nos seus olhos.

- Eu mato o meu pai...- Tom fechou suas
mãos em formato de punho. Jorg também era culpado por isso, ele e
Simone.- E logo depois mato você.- Bill riu.

- Como se conseguisse.- Terminou de se maquiar e guardou todas as suas coisas na mochila.

- Não duvide de mim, Bill.- O loiro o encarou, sério.

- Eu acabo com você primeiro, Tomi.- O moreno riu, cínico.- Maldição, isso é tudo culpa dos nossos pais.

- Tanto faz. Você está no meu território, Billi, não pode me ganhar.

- Eu vo destruir você, Tom.- Dizendo isso, Bill sai do banheiro para ir para a sala de aula, sendo seguido por Tom.

- Só iremos falar o necessário sobre estudos aqui dentro.- Tom sentou-se ao lado do irmão.

- Nem precisava me lembrar.- Disse o mais novo, de um modo frio. O loiro soltou uma risada.- O que é tão engraçado?

- Parece que eu tenho o meu brinquedinho de volta. Não vou mais ficar tão
entendiado! Vai ser um prazer humilhar você...de novo.- Sussurrou,perto
do ouvido do outro, fazendo Bill ficar vermelho de raiva.


[Tom]

Não acredito que o papai e a mamãe puderam fazer isso comigo. A escolha de um não ver mais o outro nunca mais era dos dois. Nós dois queríamos isso. Que merda! Bom, pelo
menos esse ano pode ser mais divertido. Eu farei com que ele se sinta
mal, envergonhado, humilhado, rebaixado a cada instante.

Eu não acredito que eu não o reconheci, e mais, eu cantei meu próprio irmão, que nojo. Isso foi o pior! Eca!

Ele só pode ter problemas. Parece que ele gosta de ser confundido com
uma garota ou algo assim, se vestindo e maquiando-se desse jeito. Eu
posso ser bissexual, mas tenho certeza que ele é gay!

Agora ele está do meu lado e a minha vontade era de socar ele aqui e agora, sem
cerimônias, e ele quer isso também. Por sorte o sinal tocou, avisando
que temos quinze minutos antes da aula de educação física, para nos
exercitarmos. Só quero ver essa vareta que está ao meu lado jogar
vôlei. Talvez ele se machuque um pouco, se ele não tomar cuidado; eu
não vou ter dó dele no jogo.

Vi ele rapidamente se levantar e ir em direção ao corredor do dormitório feminino; que burro. Talvez ele queira conversar com alguma amiguinha, já que aquela Theresa e Rachel
também estudam aqui. Ele vai ser chutado pelo segurança, quero só ver.
Parei e me escorei na parede, enquanto via ele se aproximar da porta que dava
acesso ao corredor feminino. Meus olhos se arregalaram quando o
segurança apenas deu "oi" e deixou ele passar. Que idiota, ele achou
que meu irmão era mulher! Revirei os olhos e andei até o banheiro
masculino, trocando de roupa para a aula a seguir. O jogo iria ser quente.

[/Tom]


[Bill]

Corri o mais rápido possível pelo corredor, procurando desesperadamente o quarto número 25, que era o da Theresa e que, provavelmente, a Rachel também estaria lá, apesar dela
dormir no quarto ao lado, 24. Soltei um suspiro de alívio quando
encontrei, fazendo com que eu corresse mais rápido. Bati na porta
rapidamente por causa do nervosismo.

- Alerta vermelho, verde, rosa, roxo purpurina, mas abram essa porta, por favor! - Minha voz
soava desesperada; que se foda, eu estava mesmo. Bati o pé
impacientemente, enquanto ouvia alguma das minhas amigas se aproximando
da porta e a destrancando.

- Céus, Bill! O que aconteceu?- Rachel abriu a porta, um pouco assustada pelo meu estado. Eu tinha corrido muito, tá? Entrei e vi Theresa me olhando do mesmo jeito, só
que ela estava sentada na cama.

- Vou ser rápido, só tenho quinze minutos.- Sentei na cama e suspirei.- Eu encontrei...- Elas se
olharam.- O Tom!- Quase comecei a chorar, mas eu tinha que ser forte.
Ele é a desgraça da minha vida. A pedra no meu sapato; e derivados.
Para minha surpresa elas apenas supiraram e não fizeram nenhum
expressão de surpresa.


- Bem, Bill, a gente já sabia, mas a gente ia te contar. O diretor chego e arruinou tudo.- Disse Theresa, suspirando.

- Eu ainda não acredito que ele tá estudando aqui.- Coloquei as mãos no rosto, em sinal desespero.

- Calma, Bill. É só agir do mesmo jeito de quando vocês tinham treze anos.- Disse Rachel.

- Mas eu não tenho mais treze anos, não tem como fingir. Ele me irrita
até mais do que antes.- Suspirei, me lembrando de que tinha um jogo de
vôlei com ele.- E agora tenho que jogar vôlei com ele. Merda! Ele disse
que vai fazer de tudo para me rebaixar.

- Billa, relaxa, nós estamos aqui também, não é? Caso aconteça alguma coisa, é só vir aqui.
Parece que o segurança não desconfiou nada de você.- Rachel riu.

- Às vezes serve de alguma coisa parecer mulher. Bom, vou indo. Tenho um
jogo pra perder.- Disse, enquanto levantava e ia em direção à porta.

- Hey, sem baixo astral. Você vai ganhar.- Ri do comentário da Theresa.

- Ah, claro! Eu contra o armário do Tom. E o pior, eu nem sei jogar vôlei. Eu não sei jogar nada.

- Ainda bem que você é lindo, Bill, senão, não sei pra que você
serviria.- Joguei um travesseiro na cara da Rachel. Eu sirvo pra alguma
coisa, sim. Só não sei pra que ainda.

- Ignoro. Bom, vou indo. Tchau.- Fechei a porta antes de esperar alguma resposta. Corri em
direção à saída, não contendo uma pequena risada quando passei pelo
segurança. Fui em direção ao banheiro masculino, onde pude notar que
não tinha ninguém, ou seja, eu estava atrasado. Peguei minha roupa de
treino, uma regata azul com o número oito e um shorts branco. Como fui
eu quem mandou fazer a roupa, ela era justa ao meu corpo, ao contrário
das de todos os outros alunos, que mandaram fazer sempre números
maiores. Será que esses caras tem algum problema?


Abri a porta do ginásio com bastante calma, não queria que ninguém
me notasse. Foi em vão. Todos viraram na minha direção, talvez por ser
o último a chegar. Alguns sussurravam algo sobre o meu uniforme de jogo
ser um pouco mais justo que o normal e blá blá blá. A mesma coisa de
sempre. Por sorte o professor não estáva bravo comigo, apenas me mandou
ir para o lado da quadra que faltava uma pessoa, eu. Agora, por azar,
eu estava ao lado contrário de Tom. Me ferrei. Ele vai querer me
acerta, eu sinto isso, sou seu gêmeo, infelismente. O pior de tudo é
que eu não sei jogar, além de que isso vai arruinar minhas unhas. Se eu
achava que era alto, estava enganado; todos eram maiores que eu. Eu
imagino se algum deles tropeça e cai em cima de mim; pobre do Bill
aqui. Suspirei pesadamente. Meus olhos se encontraram com os de Tom,
ele sorria. Seja forte, Bill. Só tenho que me esquivar. O meu medo
aumentou quando o professor assoprou o apito. Um cara atrás de mim
jogou a bola de um jeito que eu pude perceber que o professor chamou de
" saque ". Vi o outro time com a bola, ninguém tocava duas vezes. Bom,
tô pegando o jeito das regras básicas...eu acho. Agora eu estou aqui me
perguntando o porque do Tom ter saltado e...AÍ, ele miro em mim. A bola
estava vindo na minha direção, enquanto ele deu uma leve risada. A
minha primeira reação foi fechar a mão em formato de soco e bater na
bola, e foi o que eu fiz; mas eu só fasso merda. Virei o rosto e soquei
a bola, fazendo com que ela batesse na cabeça do jogador que estava na
minha frente. Ele virou e me encarou de um jeito que eu pude perceber
que se eu fizesse isso novamente eu não saíria com vida, e o Tom nem
iria precisar me matar primeiro. Ok, eu não sei o que eu estou fazendo,
só sei que o professor me colocou pra sacar.


- Bom, lá vai...- Disse para mim mesmo. Seja o que Deus quiser.
Deu um pulo, abri a mão, e dei um tapa na bola, pensando que ela era o
rosto do Tom. Para meu espanto, e o de todos que estavam presentes, a
bola foi alta, passando pela rede, e com uma velocidade incrível no
chão do adversário, marcando ponto. Depois de alguns segundos, percebi
que o meu time sorriu para mim. Eu quase dei um grito de alegria, mas
não o faria aqui. O Tom me olhou, o desafio estampado em sua face. O
jogo estava apenas começando. Fiquei preparado para a próxima bola que
viria a seguir. O Tom iria cortar. Fiquei lhe encarando até que algo me
tirou a atenção.

- Nem parecem gêmeos, não é?- Um ruivo
comentava com um garoto louro. Revirei os olhos. É sempre assim. Eu
ainda fitava os dois garotos quando ouço um grito:

- Cuidado.- Notei que um moreno ao lado olhou para mim e disse isso. Virei para
frente no mesmo instante. Não pude fazer nada. A bola que foi cortada
pelo Tom me atingiu direto no peito, com toda a força possível. Caí
para trás, à uns três metros pelo impacto. A bola caiu ao meu lado,
enquanto eu tentava levantar, mas não conseguia. Toquei meu peito por
cima da minha camisa. Iria ficar um roxo enorme. Olhei para meu irmão,
ele tinha um sorriso macabro no rosto. Senti algo sair pela minha boca,
vendo também que o sorriso dele morreu, ficando agora com uma face
confusa. Toquei minha boca com os dedos, olhando para eles logo depois.
Sangue. Tom sempre foi agressivo comigo quando era criança, mas ele
tinhas limites, sabia a hora de parar quando via que algo grave podia
acontecer. Ele nunca me fez algo tão ruim. Sorri, triste. Eu estava
perdendo os sentidos. Antes de fechar os olhos, pude perceber que ele
dizia algo como " não era para ser assim". Idiota. Não sei se era pela
tontura, mas ele corria na minha direção. Não tive forças. Sempre fui
fraco. Desmaiei.
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Dahlie
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qua Dez 30, 2009 6:35 pm

OH GOTT! MAAAAAAAIIS!! HOJE! Oo
Acho que vou morrer dentro de minutos se não postares t-t
POR FAVOR *-*

Beijinho xxx


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vickfeller
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qua Dez 30, 2009 7:04 pm

aaaaaaaaaaaaa, vc voltou a postar aquiii *------*
mais o forum não tinha sido suspenso? x.x'estou confusa
q bom que o forum ainda ta vivo \o/
continuaa *-*
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qua Dez 30, 2009 11:11 pm

Oh Deus! Eu quero mais O.O
Posta mais por favor, eu morro se tu não postas mais rapidinho ><
Please TT
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qua Dez 30, 2009 11:38 pm

Só mais um t-t
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Dez 31, 2009 5:40 pm

Oi ^^
Eu amo esta fic! Coitadinho do bill o Tom foi mauzinho desta vez até a mim me doeu.
Posta um hoje sim? ^^
beijo
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Jan 07, 2010 2:00 am

- Me deixa em paz, sua peste!- Gritava um garotinho loiro, correndo entre as árvores. Cerca de oito anos.

- Devolve meu brinquedo, Bill.- Um outro garoto, também loiro e idêntico
ao que estava correndo, estava atrás do mais novo, Bill.

- Não devolvo. Quem mando você deixar ele sozinho em cima do balanço? Agora é
meu!- Virou para fitar o irmão, mostrando sua língua de fora enquanto
corria. Olhou para frente novamente, mas era tarde demais. Tropeçou
numa raiz de árvore; caindo de cara no chão.

- Ha, ha, ha! Peguei ele de volta! - Disse Tom, entusiasmado, pegando seu aviãozinho
de volta quando o outro caiu.- Até mais, idiota.- Tom deu dois passos
em direção ao caminho para fora da floresta. Ouviu dois soluços.-
Bill?- Perguntou enquanto se virava. O irmão estava sentado no chão,
acariciando seu tornozelo. O louro revirou os olhos.- Anda, levanta,
Bill!- O mais novo não respondeu. Limpou as lágrimas e tentou levantar. Foi em vão. Caiu novamente.

- Sai daqui, Tom!- Bill gritou. Estava irritado que seu irmão só estava alí, completamente parado,
enchendo mais sua paciência, enquanto ele estava machucado.

- Não posso voltar sem você, lembra? A mãe nos mata.- Vendo que o irmão não respondeu, Tom se abaixou e pegou em seu braço.

- O que você está fazendo?- Bill arregalou os olhos de medo.

- Não pense besteira. Só estou ajudando porque não posso voltar sem você,
besta. E da próxim vez, cuide por onde anda.- Pegou seu pequeno braço e
o colocou em volta do seu pescoço, fazendo o mais novo se apoiar em si.

- Obrigado, Tomi.- Foi a única vez que o agradeceu.

Bill acordou um pouco ofegante. Por que ele sonhou com essa
lembrança justo agora? Isso tinha acontecido há tantos anos. Não
deveria ser assim. Passou a mão pelos cabelos e depois pela área do
machucado, vendo que estava sem camisa e com uma faixa em volta do
peito, bem onde a bola o tinha acertado. Caiu com a cabeça no
travesseiro novamente, tentando perceber onde estava. Logo o cheiro de
remédio invadiu seu nariz, fazendo-o perceber que ele estava na
enfermaria. Ouviu uma voz feminina misturada com uma voz familiar: a do seu irmão.

- Como ele está?- Bill pegou na ponta da cortina de sua cama e afastou-a, podendo ver uma mulher de idade conversando com Tom.

- Você é o que de Bill Kaulitz?- Perguntou ela, fazendo algumas anotações em seu caderno.

- Irmão.- Disse. Bill estranhou o tom de voz do irmão. Notou que apesar
da má vontade de ter perguntado sobre ele, Tom estava, mesmo que não
admitisse, um pouco preocupado; aliás, foi ele quem causou o acidente.

- Bom, Kaulitz, ele está na cama vinte e quatro.- To assentiu e se
dirigiu até a cama. Bill deitou-se novamente, fingindo estar dormindo O
louro empurrou a cortina para o lado, tendo em vista toda a cama com
seu irmão em cima. Bill estava com um lençól branco cobrindo até a
cintura. O peito estava nú, com excessão da faixa que cobria o
machucado.


- Por que você tem que me causar tantos problemas?- Seu tom de voz
era cansado. Bill se controlou para não soltar nenhum som e não voar no
pescoço do irmão. Abriu um dos olhos bem devagar, podendo notar que o
olhar do mais velho estava em sua cintura, olhando com curiosidade. Era
sua tatuagem de estrela sendo observada. Sentiu os dedos do louro
contornando seu desenho no quadril. Bill se esforçou para não corar ao
sentir o contato da pele incrivelmente quente do irmão com a sua, que
era mais fria. O moreno tinha que parar com isso antes que corasse.
Fingiu estar acordando, soltando alguns gemidos de sono. O irmão logo o deixou de tocar.

- Tom?- Bill fingiu-se de desentendido. Tom não respondeu. Abriu seus olhos totalmente, podendo ver o mais velho olhando diretamente para seu peito. O pensamento de Bill voltou-se para
seu machucado, lembrando-o de que o causador disso estava à sua frente.
Mesmo que não quisesse, ficou com medo. Tom tinha mudado. O Tom de
antigamente, por mais que o odiasse, nunca o machucaria a ponto de o
fazer desmaiar, ao contrário do Tom de agora, que era o responsável por
ele estar em uma cama da enfermaria. Pegou o lençól e cobriu todo seu
corpo, enquanto seus olhos fitavam qualquer lugar da cama.- O que quer, Tom? Ver o estrago que você fez? E agora? Está feliz?- Bill mordeu o lábio inferior. Seu olhar se tornou confuso por não entender o por que de ter doído dizer isso.


- Eu...Não foi minha intenção.- Fechou as mãos em punhos.- Era pra
pegar em você, mas não era pra ser assim...- Um minuto de silêncio.-
Esqueci que você era frágil...- A última frase saiu como um sussurro,
fazendo com que apenas Tom entendesse ele mesmo.

- É melhor você sair, Tom.- Bill estava triste, e ele nem sabia o porquê.

- Ok. Certo. Nos vemos na sala de aula quando você sair.- Tom estava sem
jeito.- Certo..agora...ir. É, eu tenho que ir.- Abriu a cortinha número
vinte e quatro e saiu.

________________________________________________


- E eu nem sei por que eu me sinto assim.- Bill deitou na cama
de Theresa. O moreno contou toda a história, desde que ele tinha saído
do seu quarto até a parte da enfermaria.

- Mas você já está bem? Não seria melhor você passar o intervalo do almoço descansando em seu quarto?- Perguntou Rachel.

- Prefiro estar aqui com vocês.- Bill suspirou.- Eu não deveria estar tão
triste, não é? Ele sempre me tratou assim.- O moreno estava com um
olhar triste, confuso e cansado.

- Tô dizendo que isso é amor.- Theresa brincou, mas estava séria.

- Só ele e o Tom que não percebem isso.- Disse Rachel, sorrindo. Bill revirou os olhos.

- Vocês ainda continuam com essas brincadeiras?

- Toda brincadeira tem um fundo de verdade.- Rachel, a mais velha, sentou ao seu lado.


- Vocês podem parar com isso?- Bill choramingou.- Não! Não! Não!
Não! - Deitou-se na cama de bruço e começou a socá-la.- Parem com isso!
Eu não gosto do Tom! De tanto que você falam é capaz de acontecer.

- Já aconteceu.- Disseram uníssono.

- Eu odeio aquela mistura de Bob Marley com Pit Bull! Se eu pudesse, eu...eu...

- Corria pro quarto dele, principalmente para a cama, e fazia tchu balácu
bácu com ele, hein. Eu sei. Não adianta mentir.- Disse Rachel,
maliciosa.

- Vocês não devem estar bem. Trouxeram bebida
escondido, não é? Oh! Meu Deus!- Bill sentou-se e olhou assutado.- Acho
melhor eu ir. Vejo vocês mais tarde.- Levantou-se e correu para a porta.

- Tchu balácu bácu.- Theresa repetiu, sorrindo. Bill soltou uma pequena
risada e saiu, voltando para seu quarto, já que não teria mais aula
aquele dia; tinha ficado na enfermaria durante todas as aulas seguintes.

Chegou no corredor ao mesmo tempo que o irmão, que trazia mais dois amigos;
deveriam ser Gustav e Georg, os amigos de infância de Tom. Revirou os
olhos ao pensar que eles estudavam aqui só por causa do louro. Soltou
um "hum" ao passar por eles, dirigindo-se para o seu quarto, número 68,
logo depois. Tom bufou enquanto observava Bill entrar. O moreno deu um
olhar de " Você me paga " antes de fechar a porta.

- Meu Pai. Eu não sou gay, mas por aquele garoto que entrou aqui do lado eu virava.
Uma noite, duas noites, três...o que for.- Disse Georg, ainda olhando
para a outra porta.


- É meu irmão, idiota.- Revirou os olhos e destrancou sua porta.
Virou para trás e percebeu o olhar chocado de Georg, enquanto Gustav
ria da sua cara. Esses dois não mudam.

- É o Bill?- Ele ainda estava raciocinando.

- E eu tenho outro irmão?- Às vezes se esquecia que o Georg não pensa quando ele....tenta pensar.

- Mas o que diabos ele tá fazendo aqui?- Perguntou, um pouco confuso. Viu
Gustav fazer a mesma pergunta, usando seus olhos. Suspirou, cansado.

- Nossos pais que tramaram tudo. Eles queriam que a gente se entendesse
de qualquer maneira, então fizeram isso.- Resumiu ao máximo a história.
Não queria perder seu tempo falando disso.- E o pior de tudo é que ele
é meu companheiro de estudo.- Georg riu.

- E por que nos chamou para fazer esse trabalho?

- Porque só é obrigatório fazer o trabalho com a dupla se tiver que ser
entregue na mesma aula.- Bufou.- E vocês só vão me ajudar. O trabaho é
individual, mas eu preciso da ajuda de vocês.- Tom mostrou a língua, de
um jeito infantil.

- Preguiçoso burro.- Brincou Gustav.


- Não vamos perder tempo. Entrem logo.- O mais novo trancou a
porta assim que os outros dois entraram. Os três sentaram na cama,
enquanto Tom perguntava e tentava entender quando Gustav explicava,
porque alí o único que sabia alguma coisa era o mais baixo; Georg só
tinha ido de enfeite. Assim que o trabalho de Tom estava terminado, os
amigos começaram uma guerra de travesseiro; parando apenas quando um
deles ameaçou a se romper e jogar penas pra todos os lados. Jogaram um
pouco de video-game, pegando qualquer jogo que aparecesse primeiro.

- Está na hora de ir.- Disse Gustav, olhando o relógio. Eram dez horas.

- Verdade. A gente tem que ir antes que o segurança fique fazendo ronda
por meia hora.- Os dois amigos se despediram do louro, fazendo algumas
cócegas.

- Até amanhã.- Fechou a porta e colocou a chave em cima
da mesa. Tom tinha um péssimo hábito de não trancar o quarto. Como ele
conviveu treze anos com Bill, e o moreno nunca o deixou trancar a
porta, ele pegou essa mania. Trocou de roupa, colocando apenas seu
pijama extremamente largo, ao contrário de Bill, que deveria ser
totalmente justo ao pequeno corpo. Tom olhou seu relógio, percebendo
que faltava quinze minutos pro segurança vigiar o corredor.

- Banheiro, banheiro, banheiro. Rapidinho, rapidinho, rapidinho.- Disse,
para si mesmo. Ao sair do quarto, olhou para lado e percebeu que Bill
saiu ao mesmo tempo. Os dois se fuzilaram com o olhar, enquanto andavam
pelo mesmo caminho. Os irmãos olharam para frente, percebendo que um
dos banheiros tinha sido trancado por engano, e o outro estava
quebrado. Ótimo. Eles queriam ir ao banheiro, ao mesmo tempo, com
apenas um funcionando. Se olharam novamente e correram. Ninguém tinha a
intenção de deixar o outro ganhar; não mesmo.


- Sai, Tom.- Bill quase gritou, tentando entrar no banheiro, enquanto o irmão o puxava.

- Eu vou ir primeiro. Nem vem, Bill.- Tentou o puxar, mas o moreno
agarrava a parede do banheiro com força, quase usando suas unhas.

- Me larga, idiota.- Tom puxou sua cintura com mais força, fazendo Bill
soltar a parede. Com o impulso, os dois caíram para trás.- Merda.-
Bufou Bill. Tom jogou o irmão, que estava por cima dele, para o lado.
Tentou correr até a porta, mas caiu. O mais novo tinha engatinhado e
pegado a calça larga do seu pijama, com as unhas. Amaldiçou-se naquele
instante por usar roupas largas. O louro caiu de cara no chão ,
totalmente esparramado, enquanto ouvia a risada do outro. Bill passou
por cima dele, parando na porta para lhe mostrar a língua, o que não
foi a melhor coisa a se fazer. Tom tinha levantado e puxado Bill pela
sua camiseta do pijama, colando os corpos pos alguns segundos, antes de
o jogar para trás, fazendo-o cair de bunda.

- Desgraçado.- Levantou e começou a socar o peito do mais velho. Nenhum dos dois mais
sentia vontade de ir ao banheiro. Tom o empurrou forte contra a parede,
enquanto Bill soltava um gemido de dor. O moreno pegou suas garras e
arranhou com tudo o pescoço do descoberto do outro. O louro gritou de
frustração e de dor. As unhas do irmão não era nada pequenas. Bill
empurrou-o, fazendo-o se desequilibrar. Tom o pegou pelo braço,
trazendo ele junto a si. Os dois caíram ao chão, brigando. Enquanto
Bill se preocupava em o arranhar, Tom puxava seu cabelo. Os dois
gritavam, mas ninguém de nenhum quarto tinha coragem de ver o que acontecia.

- Mas o que está acontecendo aqui?- O segurança, que
tinha subido as escadas até o corredor, perguntou. Os dois, que ainda
estavam no chão e pareciam que saíram da guerra, se levantaram, arrumando suas roupas.

- Ele que começou.- Disseram em coro, apontando um para o outro. Reviraram os olhos, ao mesmo tempo. Cruzaram os braços até a altura do peito.

- Vocês fiquem bem parados.- Disse o segurança, em tom ameaçador. Os dois estremeceram e ficaram quietos.- Alô? Senhor diretor? Será que pode vir dar uma olhada no
terceiro andar masculino, por favor? Sim, é. Ok, obrigado.- Nenhum
deles moveram um dedo. Ninguém gostaria de implicar com um cara de dois
metro de altura, careca e que pesava mais de cento e cinquenta quilos.
Não mesmo. Em menos de seis minutos, que pareciam mais, o diretor chega.

- Eles estavam brigando, quase se matando. Senão fosse eu chegar...nem
quero pensar no que mais poderia ter acontecido.- Ele estava sério. O
diretor olhou-o, e seu medo se tornou real. Eram os Kaulitz.

Flashback.

- Mais alguma coisa?- Perguntou o diretor.

- Sim.- Disse Simone, olhando rápido para Jorg, que estava ao seu lado.
Os pais tinham que comparecer juntos se quisessem algo realmente feito
naquele colégio.

- Caso eles realmente briguem...- Simone suspirou. Jorg continuou sua frase.

- Os coloquem no mesmo quarto.- O diretor arregalou os olhos.

- Será mesmo o certo? Não vejo como pode melhora.

- Tem que melhorar. Eles vão perceber que a cada briga que tiverem tudo irá piorar para o lado deles.

- Exatamente.- Disse Jorg.- E se eles reclamarem, ameaçe-os colocar no porão do colégio.

- Se é o que desejam.- Assinaram mais alguns papéis. O diretor só esperava que realmente fosse o ideal fazer isso.

Flashback end.


- Vocês sabem o que vai acontecer agora?- Perguntou o diretor.

- Não, senhor.- Disseram, com a cabeça baixa. O homem de mais idade falou
algo no ouvido do segurança, que apenas assentiu e entrou no quarto de
Bill. O moreno olhou desconfiado, mas não fez nada.

- Tenho ordens de...- Suspirou. Rezou para que os dois não fizessem nada. Mesmo
que ele seja o diretor, era dois contra um.- Caso acontecesse esse
incidente, vocês dois teriam que partilhar o mesmo quarto, e como
aconteceu...é isso.- Os dois arregalaram os olhos, virando a cabeça em
direção ao quarto do mais novo, vendo o segurança virar a cama de lado
e passar pela porta, levando-a em direção ao outro quarto.

- Mas...mas...mas...- Tom Tentava formar alguma frase em sua cabeça.- Não
vou viver com esse encosto junto comigo. Não mesmo!- Em emburrou.

- NÃO! Senhor diretor...- Bill andou até o mais velho e se agaixou para
ficar do mesmo tamanho.- Não pode fazer isso comigo! Só...só vai piorar
as coisas e...e...eu vo morrer, sério! Não posso viver com esse cão
sarnento. De jeito nenhum!- Fez bico, achando que poderia comovê-lo.

- Tem uma segunda opção.- Disse. Os dois irmãos, que antes observavam o
segurança arrumando a cama no quarto 69, tiveram toda a atenção em seu
diretor.

- Qual?- Disseram juntos, novamente.

- Dormirem no porão.- Sorriu, sarcasticamente.

- Tudo pronto.- O homem musculoso saiu do quarto.

- Entrem os dois, antes que eu mande realmente vocês pro porão.- Os dois amuaram, mas entraram.

- Não quero ouvir um grito, entenderam?- O diretor os olhava com uma
feição séria. Nenhum deles tiveram coragem de argumentar algo contra;
pelo menos por enquanto. O mais velho fechou a porta dos dois meninos e
saiu, sem dizer mais nada. Bill voou para sua cama, sentindo a vontade
de ir no banheiro voltar.

- Merda...- Olhou para o lado e
observou o irmão. Tom andava de um lado para o outro. A vontade de ir
no banheiro também tinha voltado para ele.

- Não tem outro
jeito.- Disse o louro, em voz alta. Abaixou sua calça, deixando-o
apenas com uma camisa gigante e boxer. Bill arregalou os olhos e corou
intensamente.

- O que você está fazendo, Tom?- Tentou não olhar
para suas pernas torneadas.- Levante as calças! Oh, céus!- Tom revirou
os olhos por não entender o desespero do irmão. O mais velho andou em
sua direção, olhando-o nos olhos.

- Bill...- Chegava mais perto.

- Tom? Se afaste agora!.- Sentou-se na cama e bateu com as costas na cabeceira.

- Bill...- Abaixou o rosto e fechou as mãos. Fitou o irmão e chegou mais
perto, removendo devagar a sua cueca. Bill cada vez ficava mais
assustado.

- Não chegue perto...Tom.- O louro o ignorou. Tocou em seu braço, segurando-o. Assim que sentiu o toque, Bill ameaçou gritar.

- Cala a boca, idiota.- Segurou seu braço com força.- E faz o favor de
sair daí.- Puxou seu braço, fazendo Bill cair da cama.- Você estava
tampando a janela.- Abaixou a cueca e soltou um gemido ao esvaziar-se.
Bill corou e olhou para o lado. Tentou afastar o pensamento de Tom lhe
fazendo algo. O irmão mais velho só queria urinar. Ouviu-o sentar na
cama. Nem percebeu quando o louro tinha acabado e já tinha colocado sua
calça.

- Não faça barulho no meu quarto. Mesmo você dormindo
aqui, ele ainda é meu.- Bill assentiu, mesmo sabendo que Tom não o
podia ver, já que estava virado em direção à parede. Assim que ele
percebeu que a respiração do mais velho se tornou calma, foi sua vez de
esvaziar-se para fora da janela. Algo estava mudando. Algo que não
deveria.
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Melanie Kaulitz
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Qui Jan 07, 2010 7:23 pm

Deveria pois. u.u
Estes dois no mesmo quarto novamente? Fixe 8D
O Tom a observar o corpinho danone do Bill e tal XD
Pelo amor de Deus, eu quero mais +.+
Pleaseeeeeeeeeee *---------*
Bjo. <3
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Sex Jan 08, 2010 11:25 pm

WOW estes dois no mesmo quarto agora é que isto vai aquecer *.*

o bill já pensava que o tom lhe ia fazer alguma coisa eheheh, pis ele bem queria!

tou a adorar...

que pena que quase ninguem poste mais aqui... afinal o fórum ainda nao foi suspenso

continua
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MensagemAssunto: Re: Eu te amo, seu desgraçado!   Seg Jan 18, 2010 12:05 am

ELES ESTÃO NO MESMO QUARTOOOOOOOOOOOOOOOO -MORRI
*--------------------------*
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Eu te amo, seu desgraçado!
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