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 Prisioneiro de um desejo

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MensagemAssunto: Prisioneiro de um desejo   Sab Jul 25, 2009 8:38 pm

Bem é assim.. Olaaaaaaaaaaa..^^ Eu sou a Cléu.. bem sou fanática por twincet. e desde que estou neste fórum nunca postei nenhuma fic..
bem tenho tido umas ideias e.. e Embarassed e bem queria postar uma fic.. bem o contesto da fic é o seguinte..
Título: prisioneiro de um desejo
Autor(es):cléu kaulitz
Género(s):Twincest (Bill e Tom não são irmãos)
Classificação:+16 (acho eu xD)
Disclaimer:não faxo a minima
Completa: nao sei bem ainda..xD
Bem eu vou agora explikar.. tou um poko nervosa.


Bill é filho de um dos homens mais poderosos da Alemanha. mas não é feliz. No seu intimo sente estalar a força da rebeldia e do desejo. Um dia, um acontecimento inexplikavel modifica a sua vida. Bill torna-se prisioneiro de uns delinquentes e a sua vida corre grave perigo. entre os seus sequestradores, encontra-se o jovem e atraente Tom. Poderá o amor nascer entre duas pessoas condenadas a odiar-se?
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Sab Jul 25, 2009 9:03 pm

Eu também ainda estou na fase do nervosismo
Mas eu quero que postes *-* Parece-me que vou adorar 8D (desculpa se me estou babando, é má educação '--) xD
Se pedir muito... ahm... postas hoje? Please?!!
Postas postas postas? *-*
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 12:30 am

posta..^^
gosto do contesto..
espero anciosa
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 12:56 am

POSTA HOJE PLEASEEEEE *-*

OMG OMG DEPRESSA
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kaulitzt
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 1:22 am

acho k deves postar sim.. I love you
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 1:58 am

Posta rapido.....bitte

ja viciei
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 1:59 am

Posta POR FAVOR *-*
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 2:23 am

Embarassed ai obigada pelos comments..^^ vou dar o meu melhor.. e espero k gostem


Sentado na
areia da praia, o jovem olhava o mar. Ausente, parecia não notar a presença de Andreas.


- Amo-te – disse Andreas.

Bill esboçou um sorriso. Em breve iria fazer dezassete anos. Ele acariciou-lhe os ombros.

- Estou apaixonado por um jovem que não me pertence –
insistiu ele -, nem sente nada por mim.

Bill beijou-o. Não podia acreditar que Andreas não se apercebesse da atracção que exercia sobre ele. Sempre que os seus corpos se tocavam, era como se mil fogos se acendessem no seu sangue. Não deviam ver-se nem falar-se. Mas como negar-se? Ele retribuiu o beijo. Segurando-lhe a cabeça entre as mãos, baixou-o até que ele se deitou sobre a areia e os seus lábios desceram para o colo de Bill.
- Não… não faças isso. Não devemos.
- Estou louco por ti. Se me pedisses, deixaria a Aila.

As carícias tornaram-se mais intensas mas, quando Andreas começou a lamber os mamilos de Bill arrepiando-lhe, o corpo de Bill tornou-se tenso.
-Bill, que aconteceu? Não estejas nervoso.
-Andreas, ouvi um ruído – disse Billy.


Andreas levantou-se e dirigiu-se para o bosque. Olhou para todos os lados, tentado penetrar a escuridão com os olhos. Quando voltou, Bill acabara de tirar os calções e corria para o mar.

-Espera! – Gritou Andreas.

Bill chamou-o e logo a sua voz foi abafada pelo som das ondas. Andreas correu e, ao chegar á beira-mar, já não conseguiu vê-lo. O seu primeiro pensamento foi que talvez tivesse acontecido um acidente, mas imediatamente o descartou. Bill e Andreas tinham aprendido a nadar ainda crianças.

-Bill? Chamou, desconcertado.

Logo reparou num chapinhar à distância. Começou a nadar velozmente. Mas, nesse momento, ouviu a voz de Bill, angustiado, que gritava:

-Não venhas! Não venhas!

Andreas começou a nadar ainda mais depressa na sua direcção, mas verificou que, por sua vez, Bill avançava para ele, tentado fugir de algo ou de alguém. Foi ao seu encontro e abraçou-o.

-Amor, que se passa? Assustaste-me.

-Vamos, vamos embora daqui – disse Bill, aterrado.


Andreas ajudou-o a sair da água. Ele apenas repetia que deviam vestir-se, ir para o carro e sair dali. Pouco depois, a respiração de Bill acalmou.

- Temi que tivesses sofrido um acidente ou…

- Andreas, penso que vamos ter problemas.

- Que queres dizer com isso? Que aconteceu?

- Penso que temos de avisar a polícia e que iremos ser
implicados. Vi um cadáver no mar.


Andreas deixou Bill á porta de sua casa. Decidiram que Billy falaria com os pais e que, depois, formalizaria a denúncia. Deste modo, tentariam evitar o escândalo. Billy estava noivo de Natasha há mais de um ano. Andreas mantinha relação com Aila, a melhor amiga e confidente de Bill. Ninguém devia saber que tinham estado juntos naquela noite. Trocaram um beijo de despedida e Bill correu para casa. Ali tinha nascido e passado a infância feliz de um jovem rico, filho único de um dos mais prestigiosos produtores cinematográficos da Alemanha.

- De onde vens a esta hora? – perguntou a mãe.

- O pai, preciso de falar com o pai! – exclamou.


Gordon Merrill ficou surpreendido quando o viu. Bill falou sobre o cadáver que encontrara.

-Com quem estavas? – Perguntou Gordon Merrill.

A mulher voltou-se para ele, surpreendida:
- Gordon, o miúdo…
- Não acredito que o meu filho tenha estado na praia sozinho á noite - disse friamente Gordon – e se ele veio ter connosco foi porque não
pôde resolver o problema. Estou disposto a ajuda-lo, mas primeiro tenho de saber a verdade.


- Desde que aqui entrei não fizeste outra coisa se não
tratar-me como se eu tivesse assassinado o homem que está no mar.

- Com quem estavas Bill?
- Pai, que interessa com quem estava? – Balbuciou Bill. – Tens
razão, não fui com Natasha. Por isso, vim pedir-te ajuda para evitar mais um
escândalo.

- Com quem estavas, Bill? – Insistiu o pai.


Ai ta um treta.. mais ai'' han tou um poko nervoxa.. Não se preokupem k o andreas é pasageiro..xD
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 2:39 am

primeira primeira..
olha valeu a pena esperar só pa ser a pimeira a ler..
o bill vai dixer k esteve com o andreas?? :0
posta mais
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 2:51 am

Yey yey yey!
como a juju disse valei a pena esperar *-* adorei!
Tens de postar mais! E não é um pedido Twisted Evil muahahahaha (tosso e engasgo-me) xD

POOOOOOOOOOOSSSSSSTTA
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 7:53 pm

nao sei s devo continuar.. mais mesmo axim obigada dichundmich e juju..^^
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:00 pm

Shocked ai cala-te rapariga.. do k m ja adiantas-te da fic exa fic é lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa..
va la nao pares eu sei k tax um poko nervosa e insegura..
MAIS CONTINUA..
posta uma hj.. va la liebe
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:03 pm

ja agora.. é no 3º capitulo k o Bill é raptado e cnhece o tom, né,,+.+
amei essa parte..
sabes podias enviar-me mais uma capitulo..pfff
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:10 pm

Não! Você não sabe é o que eu faço se não continuar! Twisted Evil
Claro que deves... porque razão não deverias?! Question
Não vejo nenhuma

Se não postares mais vou entrar em depressão profunda e nem isto me vai ajudar :'/
POSTA!
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:18 pm

Duas palavras: QUERO MAIS! <3
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:26 pm

Neutral han.. lol.. ok ok.. Razz


- Com Andreas.

Bill! Sussurrou a mãe. – Ele é noivo de Aila, a tua melhor amiga…

- Eu chamarei a polícia. Direi que tivemos uma discussão e que tu pegaste na mota e, para acalmar, foste á praia tomar um banho nocturno. E foi assim que encontras-te o cadáver – ordenou o pai. – Não voltarás a ver Andreas. Se me chegar aos ouvidos que te anda a rondar, denuncio-vos á polícia

Conforme tinha prometido, telefonou a Andreas contando-lhe a conversa com os pais. Recusou a proposta dele para se encontrarem no dia seguinte. Recordou as palavras ameaçadoras do pai e sugeriu que deixassem de se ver por alguns dias. Bill fez declarações á Polícia no dia seguinte relatou a
versão oficial. Um dos polícias informou que tinha localizado o cadáver. Bill quis saber se o haviam identificado, ao que o polícia respondeu que esperavam fazê-lo nas próximas horas. Naquela manhã, Bill não foi ao seu curso preparatório de ingresso á Universidade. Dirigiu-se para o Clube de ténis, onde Aila o esperava. Ao vê-la aproximar-se, Bill pensou a quão bonita era Aila continha uma beleza exótica da pele morena, juntava uns olhos rasgados orientais, a doçura e a suavidade das mulheres do seu país.
Bill venceu as 3 partidas de ténis. Quando se separaram, Aila acompanhou Bill até a moto.

- Bill - disse Aila. – Não me leves a mal, mas não acredito na tua história.
- Porque não?
- Bom, o teu pai e tu estão sempre a discutir desde que ele te impôs Natasha como noiva. Porque haverias de ficar tão furioso a ponto de sair de casa.
- Porque te mentiria? Para esconder o quê?
- Que não estavas sozinho - respondeu Aila.
- Mas, Natasha estava em Leipzig.
- Não me refiro a Natasha – insistiu a jovem. – Oh, Bill, desculpa. Estou de mau humor. O Andreas prometeu que íamos á discoteca, mas não apareceu. Telefonei para casa dele e não estava, e ele anda estranho… E pensei que estivesse contigo olha que estupidez a minha, é que ele olha para ti de uma
forma. Uff. Eu acho que ele ta a virar.
-Não não estava comigo - interrompeu de imediato Bill.


Bill apressou-se a chegar até á mota. Ergueu a cabeça e viu uma grande mota estacionada na rua; sentado nela estava um jovem que, ao longe,
parecia ser um belo homem.

- Quem é ele?
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:34 pm

8D
Ainda bem que postaste Twisted Evil
De mota! (babando-me) que sexy! 8D
xD O Andreas 'ta a virar... boa Aila! Não vês que ele só tem olhos para ti?! What a Face
LooL

MAIS MAIS!
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 8:41 pm

eu acho é que o Andreas já virou xD
more, more. <3
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 10:43 pm

Rolling Eyes tipuh Aila o andreas ja nasceu virado..8DDD
ai liebe ta lindooooooooooooooooooooooooooo
mais sim sim plizzzzzz
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 11:15 pm

Bem meninas Embarassed .. olaa Surprised .. bigada pelos comments.. e eu se eu sei.. cadê o tom o tom aparece a sério.. ainda hj pk vou postar dois capitulos especiais..
vou-m esforçar ao maximo

- Não o conheces? – Perguntou Aila. Chama-se Gustav “não-sei-quê”. Dizem que é escultor. Está proibido de entrar no clube. Suponho que não pertence ao nosso meio. Nota-se á distância.

Bill passou junto do rapaz, olhando-o descaradamente e lançou-se em direcção a casa. Minutos depois, percebeu que ele o seguia. Quando o jovem lhe fez sinais para que parasse, ele não se negou. Gustav sabia o seu nome, conhecia a casa em que vivia. Tinha crescido na mesma cidade, embora Bill nunca o tivesse visto. Ele, pelo contrário, há já muito que lhe seguia os passos, procurando uma oportunidade para se aproximar. Bill desculpou-se com o pretexto de estarem á sua espera e marcaram encontro para o dia seguinte.
Ao chegar a casa, Bill pensou que não estava certo do que fazia. Brincava com fogo. Não estaria com Gustav no dia seguinte. Quando entrou em casa, Natasha conversava com seus pais na sala. Ao vê-lo, correu ao seu encontro e abraçou-o.
Não amava Natasha. Mas era rica e todos lhe asseguravam futuro na indústria cinematográfica. Antes de Bill ter terminado a escola primária, percebeu que toda a sua vida estava programada. Os Anderson esperavam que a sua filha casasse com o filho dos Merrill. E estes sentiam-se felizes por o filho ter apanhado uma das presas mais desejadas de Berlim.
O sono não veio em sua ajuda; duas horas depois de se ter deitado, continuava a dar voltas e mais voltas aos seus pensamentos. Então, aconteceu. Foi como um gemido no silêncio da noite. O ruído de folhas a partir, de passos no jardim, talvez por baixo da sua janela. Bill tentou aproximar-se da janela. Mas não chegou a fazê-lo, porque nesse instante soou o alarme geral da casa. Bill vestiu o roupão e correu até á porta do seu quarto. Viu
o seu pai passar com uma pistola na mão. O jovem voltou para o seu quarto e parou á janela. Ainda viu duas figuras saltarem a sebe e fugirem.


- Viste-os? – Perguntou Perlberg. – Quantos eram?
- Dois – disse Bill
- E conseguiste ver-lhes a cara?
- Não.
- Creio que foi uma tentativa de roubo por parte de um amador – determinou Gordon Merrill. - Talvez fossem drogados, digo amadores porquequalquer profissional sabe que as mansões nesta zona estão protegidas por alarmes. Nem tentaram cortar
os cabos.


Já no vestíbulo, o polícia virou-se para Bill.
- Leste os jornais de hoje? És famoso! O teu nome aparece relacionado com o incidente da praia.

Bill corou. Esperou que Pelrberg se fosse embora, para ir buscar os jornais ao escritório do pai. O cadáver havia sido identificado, mas como ainda não se conhecia o resultado da autópsia, era impossível determinar se a morte fora acidental. Tinha passado o dia a tentar decidir-se se iria ou não e, agora lá estava a estacionar o seu Volks. Gustav esperava no lugar combinado. Quando ele se aproximou, Gustav disse-lhe para se sentar na mota atrás dele,
ligou o motor e arrancou. Bill deixou-se levar, com a brisa da tarde a despentear-lhe os cabelos negros. Por fim, chegaram a uma cabana erguida na praia. Quando entrou na cabana, o jovem já aguardava por Bill impaciente. Havia esculturas por todo o lado. O exterior não parecia condizer com aquele ambiente convertido em estúdio.


- E então? Perguntou Gustav, com voz rouca,
- Gustav, és… és fantástico – admitiu Bill. – Não consigo pensar noutra palavra.
- És um rapaz muito atraente Bill… Possuis um beleza incomparável. E eu, que pensava que nunca me sentiria atraído por um homem. Ainda por cima alguém da tua classe social, todos tão donos do seu nariz, tão… - Gustav abraçou-o.
- Olha lá, não achas que estas a ir depressa demais? Protestou Bill. – nem sequer nos conhecemos…
-Pois então, vamo-nos conhecer – Interrompeu o rapaz, beijando-o nos lábios.


Bill não conseguiu que Gustav deixasse de o beijar. E, afinal, pensou ele também não queria que ele parasse. Porquê esconder? O sabor daquele beijo era tão maravilhoso que parecia derreter o gelo invisível que existia no seu corpo. Agarrou-se a Gustav e pensou que o melhor seria gozar o momento.
Mas, ele afastou-se e dirigiu-se para o gira-discos.

- Olha para as minhas obras - disse -, quero que me dês a tua opinião. Gostaria que fosses o modelo para a minha próxima escultura.

Começou a ouvir-se o som de um hard rock. Gustav sentou-se na cama e começou a enrolar um charro.

- Parece que não tens uma visão optimista do mundo - ironizou Bill, estudando as esculturas. – Existem no mundo outras coisas sem ser a guerra.
- Sim, lindos rapazes em Berlim.
- Tu inspiras-te numa paisagem tão bela como que se vê da janela para compor obras tão tristes?
- Cada um vê nelas aquilo que quer ver. Se para ti são tristes, é porque te sentes tristes neste momento.


Bill sentou-se a seu lado. Apanhou a garrafa de cerveja e bebeu um golo.

- És uma pessoa invulgar disse Bill.
- E tu pareces menos tonto que as pessoas do teu meio. – Respondeu Gustav, oferecendo-lhe o charro.


Fumaram juntos, em silêncio. Quando terminaram, Gustav voltou a beija-lo. Bill acariciou-lhe o pescoço e ele deslizou as mãos para dentro da t-shirt a fim de lhe tocar no mamilo, que estimulou até endurecerem. Gustav afastou-se para despir a camisa. Logo voltou para junto de Bill. Envolvido naqueles braços fortes, encostado ao peito musculoso que lançava um odor forte que o embriagava, nada parecia ter importância, ou existir. Sem parar de o beijar, Gustav pegou numa mão de Bill e colocou-a entre as suas pernas. Bill não a retirou, sentido que isso o
aproximava mais do êxtase e duplicava o prazer que lhe proporcionava. Gustav ajudou-o a despir a t-shirt e lançou-se sobre o peito desnudados, cobrindo-o de beijos.

Ambos levaram tempo a entender o que se passara. Finalmente, Gustav pôs-se de pé.

- Tenho sede – disse Bill. – Vou buscar água.

Bill atravessou o quarto. Entrou na cozinha, pegou num copo e olhou a volta. Foi então que viu as seringas. Seria esse o passo seguinte? Iria ele pedir-lhe ou obriga-lo a injectar-se com heroína? Percebeu que o jogo era perigoso. Saiu da cozinha e dirigiu-se para a cama onde ele estava á espera. Pegou na t-shirt e vestiu-a.

-Que estás a fazer? – Perguntou ele, levantando-se.
- Vou-me embora, Gustav – respondeu. – Tenho de ir para casa cedo. Levas-me até ao carro?
- Não podes deixar-me assim - vociferou Gustav.


Bill abriu a porta e afastou-se com a sensação de alívio de quem conseguira evitar a tempo um erro tremendo.
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 11:29 pm

ooooooooooohhhhhhhh
amor voltei e agora estou a ler tudo aos poucos
mas olha digo te que nao ha razao nehuma para esse nervosismo esta lindo tens tanto jeito

kissis
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Dom Jul 26, 2009 11:53 pm

Shocked ai ai..
LINDOOOOOOOOOOOOOO.. *.*
amei amei sim sim..
Tax a ver liebe fika kalma posta mais mais mais mais mais
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Seg Jul 27, 2009 12:12 am

Eu disse que o da mota era sexy *-*
O Gustie drogando-se? '--
Escultor 8D (baba)?! Ele é escultor *-* adoro adoro adoro!

Posta mais Sad sim?
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Seg Jul 27, 2009 3:09 am

que nenhuma de nos quer ver o billy a sofrer mas eu estou super ansiosa para que o bill seja raptado Cool


mas tom billy mota hum!!!! hot

quero quero quero mais !!!! uiii


mas ja!!!!


so a brincar mais
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MensagemAssunto: Re: Prisioneiro de um desejo   Seg Jul 27, 2009 3:40 am

Ohhhhhhhh bigada ota vex pelo comments..xp
aki deixo-vos um big capitulo.. agora as coisas vao aquecer.. Twisted Evil



Bill conseguiu regressar ao carro, voltar para casa e telefonar a Aila, tomar um duche e arranjar-se antes de ir buscar Natasha.

Durante o jantar, a rapariga mostrou-se divertida. Na viagem de regresso, Bill parou o carro junto á praia e Natasha num impulso beijou-o. Bill não reprimiu um impulso de fuga lembrando-se dos beijos recebidos nessa tarde. Natasha percebeu.

-Desculpa.
-Não, perdoa-me tu a mim, por favor – murmurou Bill e pegou-lhe na mão com ternura.
- Amo-te… E não sente nada por mim.
- Não é isso, Natasha.
- Não digas nada – Natasha limitou-se a abraçar Bill. – Anda leva-me a casa.
- Bill ligou o motor do automóvel e voltou para estrada.


Quando chegaram a mansão dos Merrill, Bill saiu do carro preparado para abrir a porta a Natasha, nas sombras ouviu-se um ruído violento e, de imediato, Bill sentiu-se agarrado pelas costas, pelo pescoço, pela cintura e pelos braços. Tentou gritar, mas foi silenciado com algodão embebido em éter. Natasha saiu do carro, começou a gritar por ajuda até que um deles bateu-lhe com a coronha da pistola, deitando-a desmaiada. Entretanto, na rua deserta, aproximou-se um carro. Os homens abriram a porta traseira, empurraram-no para dentro do veículo e entraram. O carro arrancou a grande velocidade e perdeu-se na noite.

Bill Olhou em redor e pareceu-lhe estar sozinho. Era óbvio que fora sequestrado. Tentou levantar-se. A cabeça girava. Sentia-se enjoado. Aproximou-se de uma das janelas do reboque. Os seus olhos dirigiram-se para uma zona iluminada. A poucos metros, 3 homens estavam sentados em redor de uma mesa e ouviram rádio. Nesse momento um deles levantou-se. Bill voltou a deitar-se no chão para não ser descoberto. Ouviu os passos do homem que se levantara. Alguém gritou uma ordem.

- Disse-te para veres se está tudo em ordem.
- Que julgas que estou a fazer?


Em seguida, novamente o silêncio, agora interrompido pelos passos que se aproximavam. Bill sentiu medo. O homem abriu a porta, olhou, pareceu dar-se por satisfeito e iniciou o caminho de volta.

- Tudo bem?
- Dorme como um bebe.


Bill voltou a levantar-se. Que estariam a planear fazer com ele? Feri-lo ou talvez violá-lo? Estremeceu. Disse para si próprio que deveria manter a cabeça fria. Sem duvida que iriam exigir resgate para o libertar. E, se depois de receberem o resgate, o matassem para que não existissem pistas
denunciadoras? Muitas coisas passaram pela cabeça de Bill. Rastejando pelo chão do reboque, aproximou-se da porta. Quando conseguiu abri-la o suficiente, esgueirou-a. Acocorado, olhou em redor. A caravana encontrava-se estacionada num armazém vazio. Não sabia onde se encontrava a porta de saída. Mais tinha de tentar. Chegou á porta e esperou. Era momento decisivo. Depois de se afastar de armazém, teria de correr uns metros e fugir até onde pudesse. Rezou para que os homens não o vissem passar. Atravessou o espaço nos bicos dos pés. Ouviu uma voz que perguntava: “Que
é isto?” e o som de uma cadeira a cair. Bill levantou-se e correu para a saída. Os homens lançaram-se em sua perseguição. Bill escondeu-se atrás de um automóvel. Os homens gritavam ordens uns para os outros enraivecidos. Bill percebeu que acabariam por encontrá-lo. Não havia sítio onde se esconder. Aproximou-se da porta e ali ficou, calculando, pelos ruídos, onde poderiam estar os homens. Quando considerou que era o momento era propício, lançou-se a correr até a porta. Mas não foi longe: quase de imediato viu-se rodeado pelos 3 homens. Dois dos seus sequestradores consideraram que seria melhor manietá-lo, mas o terceiro replicou que não pretendia correr riscos e que melhor seria ir buscar a arma e matar.


Na mansão de Merrill rondava o pânico o seu único filho havia sido raptado, a polícia dera ordem para fechar todas as saídas. Enquanto Natasha se encontra no hospital depois do golpe levado na cabeça.

Entretanto Bill apalpou o joelho, ao sentir um liquido viscoso, pensou que podia ter sangrado com a queda. Os homens levantaram-no violentamente. Dois deles levaram-no para a caravana, enquanto o terceiro se dirigiu escritório. Bill sentia-se aterrorizado que nem sequer conseguia identifica-los
pela voz. Tinham retirado os capuzes, mas com a escuridão não deixava que lhes visse os rostos. Ataram-lhe os pés e as mãos, e cobriram-lhe a boca com uma mordaça. Bill começou a chorar. A medida que foi acalmando, porém, recomeçou a considerar a sua situação. De súbito, uma ideia desenvolveu-se no seu cérebro. Podia revoltar-se e tentar fugir mais uma vez que eles não o matariam. Precisavam dele com vida. Sem dúvida que, quando o resgate fosse pedido, os pais exigiriam ouvir a sua voz. Um dos sequestradores entrou de cara coberta. Estendeu-o sobre um leito e afagou os cabelos de Bill. O corpo de Bill contraiu-se de terror, tentou gritar mas a mordaça abafou o seu grito. Na escuridão tentava olhava aquela cabeça disformada pelo capuz. Aquele homem tão vil que lhe tocava… Ao ouvir o queixume, o homem retrocedeu. Bill virou a cabeça. Não estava disposto
continuar a olhar para ele, que poderia pensar que o estava a provocar. O sequestrador ao ver que Bill o ignorava deu-lhe um estalo e foi-se embora. Bill
numa tentativa de desespero tentou fugir mais uma vez, havia um lavabo com porta, consegui aproximar-se dela, fez passar as cordas que lhe prendiam as mãos pelo cabo do trinco da porta e puxou. Conseguiu soltar os pulsos e pôs-se de pé. Quando ia soltar a mordaça, ouviu abrir a porta da caravana. Regressou a cama, deitando-se como se ainda estivesse preso. Um dos sequestradores aproximou-se, trazendo um copo de leite. Quando o sentiu perto, Bill lançou-se contra ele e correu para a porta; mas, ao ouvir as vozes dos homens que rondavam a caravana, deteve-se. Esse momento de hesitação foi o suficiente para que o sequestrador chamasse os seus cúmplices aos gritos. O homem que a prendia atirou-o para cima da cama. Depois, apareceram os cúmplices. Um deles levava uma pistola. Voltaram a atá-lo e amordaça-lo. Avisou-o de que mais uma tentativa de fuga injectariam heroína, o violariam e o matariam. Depois dois homens saíram da caravana. O terceiro tocou-lhe no queixo, Bill olhou para ele aterrorizado, mas aqueles olhos castanhos não apresentavam razões para temer. Era um olhar sereno. Com uma voz delicada, o sequestrador murmurou:


- Não temas, nada de mal te acontecerá.

continua...

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Prisioneiro de um desejo
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